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100 Capítulos, Uma História

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Re: 100 Capítulos, Uma História

Mensagem por Fox* em Qui Out 25, 2012 6:46 pm

Hum, trabalhos interessantes, é Mia?
Pode ser que se prolongue... *faz figas :D*
Ah... A Mia e as suas longas cenas românticas...! Adorei que a tivesses criado virgem e apaixonada por alguém, ao longo destes anos todos! Este capítulo foi mesmo fofinho e totalmente ao teu estilo :D!
Bring more!

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Re: 100 Capítulos, Uma História

Mensagem por PandoraTheVampire em Sex Out 26, 2012 2:09 pm

Oh damn e acabas isto assim? Não tinha lido esses últimos capítulos por isso suponho que são novos, yey! Bemmmm o homem arrependeu-se a meio? Nunca ouviu aquela expressão: feio, feio é deixar uma *piiiiii* a meio?? Ai, ai! Estes homens! xD Mia, quero mais!!! E aposto que a Jo também! MUAHAHAHAH! xD

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Re: 100 Capítulos, Uma História

Mensagem por miaDamphyr em Dom Jan 27, 2013 3:34 pm

Sim Fox, eu e as minhas virgens Marias e Zrichs virgens, muahahahah. Descrever alguém a ser tirada o hímen é tão girooo, okey, chega de taradice. Achas que a cena se prolonga, já lá vai algum tempo deste casal, acredito ser um dos meus favoritos criados por mim. Ohh eu adoro cenas românticas. Onkiss Beijos querida.

Pandy, Oh vocês duas são leitoras fiéis. Que saudades disto,! Ainda não os tinhas lido? Já não me lembro bem onde parei, mas tenho a certeza que os que se seguem são todos novos. Beijos.

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9. Drive

Michael afastou-se dela novamente e suspirou, fechou os olhos para recuperar a respiração e negou com a cabeça.
― Desculpa, não posso ― pediu com a voz embargada e abriu os olhos. Jo baixou a face tristemente, engoliu em seco diante do silêncio.
― Compreendo ― disse só por dizer, porque no fundo não entendia. Ele estava ali totalmente excitado, diante dela e à sua mercê. Jo cobriu-se meio sem graça, e passou uma mão pelo cabelo cacheado.
Os dois ficaram segundos sem saber o que dizer, e muito menos para onde olhar.
― Michael? ― Alguém chamou por detrás da porta, girou a maçaneta e entrou.
Ele ficou pálido e levantou-se num salto, os olhos de Nadi desceram para a protuberância nas calças de flanelo que ele usava, e como por instinto ele cobriu com as mãos. Em seguida seus olhos viraram-se para Jo ali na cama e coberta, de olhos muito abertos e tez pálida.
― Não é o que estás a pensar. ― Michael adiantou-se e deu um passo em frente. Seu coração batia a velocidade da luz. Nadi recuou, seus olhos encheram-se de lágrimas, e dois segundos de silêncio depois pareceram eternos.
― O.. como te atreves? ― gaguejou a respirar fundo, e uma lágrima caiu do seu olho, depois outra e mais outra. Michael sentiu seu coração partir-se aos pedaços, desejava abraça-la.
― Deixa-me explicar-te ― pediu com a voz segura, mas por dentro estava estilhaçado. Amaldiçoou-se por dentro várias vezes sem conta, e olhou para Jo ali sentada.
― Eu.. ― Ela saiu da cama enrolada no lençol, e Nadi revirou os olhos, abanou a cabeça e preparava-se para sair do quarto.
― Nadi! ― chamou-lhe Michael, correu até ela e segurou-lhe pelo braço com força.
Jo apressou-se em tentar sair do quarto, o bom das pessoas ricas é que gostavam de manter a pose, se fosse num outro caso já lhe teriam agredido.
― Onde pensas que vais? ― Nadi virou-se para Jo que estacou já na saída do quarto, virou-se para ela devagar e pestanejou.
― Vou.. deixar vocês conversarem ― disse num tom calmo para o espanto deles, não demonstrava medo.
― O que quer dizer que se ele não te mentiu, não és a segunda namorada e nem uma “pega”. Com a tua naturalidade devo acreditar que és uma mulher de programa, prostituta por bem dizer ― acusou-lhe Nadi sem meio termo, e Michael abriu a boca admirado.
Jo sorriu com sarcasmo, humedeceu os lábios e encarou o olhar da indiana.
― Não, o Michael não me mentiu nada. Muito pelo contrário, se aqui não aconteceu nada foi porque ele não quis ― declarou friamente, tinha o sobrolho unido.
― Isto é demais! Deixas ela falar assim comigo? ― questionou Nadi a tentar soltar-se dele, mas foi em vão.
― Assim como? Se bem me lembro quem insultou a outra aqui foste tu! ― retorquiu Jo, ao mesmo tempo em que se sentia nervosa, sentia ciúmes.
― Párem! ― Michael gritou, não estava a gostar do rumo da conversa. ― Joanne podes retirar-te preciso de conversar com a minha noiva.
Ela assentiu irritada, o tom dele era frio como se ela já não tivesse tentado sair dali antes. Quando fechou a porta, bateu-a num estrondo maior do que as trovoadas lá fora.
Michael sentia-se a pior espécie do mundo naquele momento, jamais poderia ter feito algo do género.
― Não te vou mentir.
― Acho melhor! ― A voz de Nadi pior do que ríspida estava magoada, seu coração doia apertado, confiava muito nele e no seu carácter para esperar algo do género. Mas desde que o vira estranho na noite anterior desconfiou de algo, e descobrira que Michael não fora trabalhar e como não lhe atendia as chamadas o resto do dia, precisou se certificar sobre o que poderia estar a acontecer, e era pior do que esperava.
― Eu mal conheço a Joanne ― disse e arrependeu-se. A face dela contraiu-se, e ele insultou-se pelo mau começo. ― Neste quarto não aconteceu nada, porque eu não quis. Não consegui, e não achava justo!
― Ou porque eu cheguei?
― Nadi, poderias ter nos encontrado no acto, tu viste que eu ― Hesitou. ― Reagi, nós trocamos alguns beijos e quase..
― Por favor Michael! ― A dor apunhalou-a diretamente no peito, o facto dele ser tão verdadeiro magoava. Mas Michael por sua vez apesar de se sentir mal, achava estranho o facto das mulheres exigirem a verdade e após escutarem terem reações esquisitas. A típica frase “magoa-me com a verdade” era só de boca, porque depois vinha a “Como tens coragem de me dizer isso?”.
― O que posso fazer para me redimir? ― perguntou e finalmente soltou-lhe o braço.
― E ela é tão bonita. ― desabafou a cobrir a face com as mãos. Sentiu quando ele a abraçou.
― Mas é contigo que eu quero ficar, ela foi uma pequena e estranha passagem.
Nadi soltou-se dele brucamente, odiava-se por adorar cada abraço, beijos e trocas de amor vindos daquele homem. Afastou-se, abriu a porta do quarto e saiu à correr.
― Nadi! ― Michael foi atrás, desceu as escadas às pressas e foi interpelado pela mãe no corredor principal.
― Não é atrás dela que deves ir, mas sim do anjo ― disse-lhe na mesma voz misteriosa, e ao seu ver meio tresloucada. Abanou a cabeça e escutou a porta principal bater.
Desejou gritar com os empregados por terem deixado ela subir, mas depois lembrou-se da impossibilidade de alguém saber que ele se ia enroscar entre os braços de Jo.
― Não agora mãe! ― pediu esquivando-se dela, correu e saiu de casa.
A chuva caia sem parar, e ao fundo viu o carro de Nadi sair do Casarão à toda velocidade. Precisava de persegui-la, pedir desculpas mil e uma vez, nem que fosse a última coisa a fazer nesta vida.
Reduziu a velocidade da sua corrida pois o pátio estava escorregadio por causa da chuva, e entrou no carro. Era um BMW m6 preto, e que era mais usado por Marcy. Outro aperto lhe veio ao peito, era muita coisa a acontecer em tão pouco tempo, se por acaso Deus lhe estava a pôr à prova, escolhera a pior maneira!
Ligou o carro através do sensor, e usou o cinto de segurança. Acelerou sem modos até ao portão, e os seguranças mal abriram e ele já passava a atirar água por todos os lados. Começou a detestar a chuva e o movimento contínuo e irritante do pára-brisas. Seus olhos admiraram-se ao ver Jo de vestido lilás a andar a pé pela estrada semi-deserta e debaixo da chuva, estacionou bruscamente do lado dela e baixou o vidro.
― O que pensas que estás a fazer? ― perguntou de sobrolho arqueado e um olhar incrédulo. Ela tinha os braços cruzados, e mais uma vez estava completamente molhada.
― A.. passear? ― ironizou a cuspir água e sem lhe encarar o olhar.
― Entra no carro! ― Sempre ordenava quando se tratava dela.
― Eu estou a ir embora Michael, vou para minha casa ― disse com teimosia. ― E não preciso da tua boleia.
― Estás debaixo da chuva a molhar! ― irritou-se, poderia se esquecer que tivera uma recaída?
― Eu gosto de chuva! ― retrucou e começou a andar com os chinelos verdes a chafurdarem na lama. Ele acelerou o carro e abrandou novamente ao seu lado.
― Joanne! Vamos, eu te levo á casa estou a ir naquela direção ― insistiu sem paciência, aquelas paragens faziam com que Nadi se distanciasse ainda mais.
― Acho melhor ires atrás dela antes que a percas de vista.
Ele acelerou impaciente deixando-a para trás, e ao chegar ao fim da rua sentiu sua consciência falar mais alto. Fez a ré com toda velocidade, a apoiar a mão livre nas costas do banco de passageiro e mais uma vez se aproximou dela. Parecia admirada por vê-lo voltar.
― Vamos? ― OOO seu tom foi baixo, Jo sentiu-se mal e a verdade era que já estava cansada da chuva fria. Tinha saido zangada, mas agora a andar percebia que não ia chegar a lado nenhum. Deu a volta ao carro, e entrou do lado dele. Escutou ele respirar fundo, antes de acelerar pela estrada fora. Permaneceram calados durante uma certa distância percorrida.
― Desculpa ― pediu Jo com os olhos na janela. ― A culpa foi toda minha.
Ele coçou a cabeça sem saber o que dizer, e fixou o seu olhar na estrada. Viu o carro de Nadi um pouco mais a frente, andava devagar, e mais um pouco conseguiu encostar-se a ela. Baixou o vidro.
― Pára Nadi, por favor! ― gritou uma vez que ela não se dignara a abrir os seus vidros, muito pelo contrário, ao vê-lo com Jo acelerou ainda mais. ― Merda!
Michael acelerou e encostou o carro dela com facilidade, mas Nadi fazia algumas ultrapassagens bruscas com o carro, e havia muita água na estrada. Jo foi a tempo de ver muito bem o que aconteceu á seguir, o carro de Nadi perdeu o controle por algum motivo, bateu nas barras da estrada e virou. Michael que estava mesmo atrás foi a tempo de se esquivar, mas bateu contra um camião ao lado e o carro foi arremessado, capotou pelo menos quatro vezes até ficar virado para baixo.
Ele abriu os olhos devagar, sentia dores algures mas conseguia se mexer, olhou para o lado e assustou-se ao ver Jo coberta de sangue, ela não tinha usado o cinto de segurança e muito estranhamente os Air bags não tinham explodido.
― Joanne ― tentou chamar e sentiu seu coração falhar por não obter resposta. ― Joanne!
Tentou mexer-se e mais dor percorreu-lhe o corpo todo. Lançou pragas internas tanto para o carro, como para a sua condução imprudente. Tinha de se soltar para ajudar a Jo, mas sentiu-se dormente por um breve momento, de repente sua vista ficou turva e tudo ficou escuro..

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Re: 100 Capítulos, Uma História

Mensagem por Fox* em Dom Jan 27, 2013 8:47 pm

Eu podia estar preocupada com toda esta ação, podia mesmo, até porque todo o acidente e anterior discussão parecem ter dado cabo do que restava desta harmonia familiar, mas ela é um anjo e, como tal, vai sobreviver. Não é, Mia?
Porque, se estás aqui para matar já a personagem, podes voltar lá para a terra dos teus sonhos! *Fox a meter medo aos membros ativos do fórum xD*

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Re: 100 Capítulos, Uma História

Mensagem por PandoraTheVampire em Qui Jan 31, 2013 1:03 am

Ohhhhh n posso querer que termines isto assim, Mia! Que coisa! Bem mas eu digo-te o meu palpite: Eu acho que a Jo e o Michael sobreviveram e que a noiva dele foi desta para melhor porque realmente, dois é bom, três é demais, certo? lol posta mais! Bjs

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Re: 100 Capítulos, Uma História

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