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A Porta do Destino

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A Porta do Destino

Mensagem por Su'anne em Qui Out 11, 2012 11:22 am

Bem aproveitando um pequeno intervalo da minha aula e o ter acesso a um pc aqui trago o primeiro capítulo da minha primeira FanFic de CardCaptor Sakura, espero que gostem :D . Esta também está no site da fanfiction mas levou agora uma pequena revisão porque tinha alguns erros que eu não tinha reparado >-<.
Assim que poder trago o segundo capítulo
possivelmente também virei a postar historias originas minha depende da minha preguiça de as passar do papel para o pc XD
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"A vida é tão injusta as vezes, fecha e abre portas, uma e outra vez, fazendo com que fiquemos confusos, fazendo com que nós não saibamos que porta escolher. Ou então quando escolhemos a porta esta fecha-se para nós.
Escolher a certa é difícil, porque não sabemos qual e a porta com o nosso caminho"

Capítulo 1

O sonho

Escuridão. Tudo a minha volta era escuridão e apenas isso, nada mais, nada excepto aqueles olhos cor de caramelo a olharem para mim. Espera se tudo era escuridão que nem as minhas próprias mãos conseguia ver como é que conseguia ver aqueles olhos a olharem para mim?

"SAKURA, POR FAVOR ABRE OS OLHOS"

Trim trim trim

Outra vez. Aquele sonho outra vez, a mesma escuridão, os mesmos olhos, e a mesma voz a chamar por mim a implorar que abrisse os meus olhos com o tom triste. Mas quem seria aquela pessoa.

"Oh não, vou chegar atrasada…outra vez."

Vesti-me em cinco minutos, arrumei os livros na mala e sai de casa. Porque? Porque é que todos os anos no primeiro dia de aulas eu não conseguia chegar a tempo, nem uma única vez?

O meu primeiro dia de aulas do meu segundo ano na universidade. Como o tempo passa rápido quando não olhamos para ele, dezanove anos da minha vida passaram e parece que ainda ontem eu tinha treze anos.

"Preciso de me despachar, e talvez…autch"

Quase batia no chão mas alguma coisa agarrou-me no último segundo, abri os olhos. Melhor dizendo, não uma coisa mas sim alguém, e alguém bem fofo, cabelo castanho, alto e….

"Oh meu...não é possível."

Olhei outra vez, os olhos cor de caramelo, não podia ser. Se calhar ainda estou a sonhar.

" Sim, é isso."

"O que é que é?"

"Ahhhh…"

Oh não, não posso falar.

"Estou a sonhar"

Oh bolas eu não disse isso em voz alta disse?

"Desculpa dizer, mas tu não estás a sonhar"

"Oh não, definitivamente é um sonho."

"Porque? É assim tão mau não ser um sonho mas a realidade?"

"Não, não é isso. Ok, isto vai soar tão estranho mas os teus olhos…eu tenho os visto no meu sonho que tenho tido durante a semana toda."

Ele olhava para mim, aqueles olhos, iguaizinhos aos do meu sonho, e então reparei que ele ainda me estava a segurar com o braço a minha volta, estávamos tão perto um do outro. Aí porque é que o meu coração começou a bater tão depressa?

"E como sabes que são os meus olhos?"

Ele olhava agora profundamente para os meus olhos, estava sério mas continuava lindo. Sakura que raio é que estás para ai a pensar acabaste de esbarrar contra ele como e que podes pensar nisso agora, e porque é que lhe estas a falar do teu sonho?

"A expressão dos teus olhos é exactamente a mesma"

Olhei para o relógio

"Oh não, agora sim estou completamente atrasada. Desculpa mas tenho de ir."

Fiz o resto do caminho a correr, para ver senão me atrasava ainda mais. Quando chegueia a universidade dirigi-me de imediato para a minha primeira sala de aula, cheguei a porta e voltei a olhar para o relógio, bolas quinze minutos de atraso. Respirei fundo bati na porta e abri-a.

"Desculpe o atraso."

Fiz uma pequena reverência na direcção da professora e esperei pela sua resposta.

"Não tem mesmo remédio menina Kinomoto, entre e sente-se logo."

Dirigi-me para o meu lugar fazendo o menos barulho possível e sentei-me.

"O que aconteceu desta vez?"

Ahhh Tomoyo, a minha querida prima e fiel amiga, era tão bom ter algumas das aulas com ela.

"Adormeci e depois no caminho esbarrei contra uma pessoa."

Porque e que só de me lembrar dos seus olhos o meu coração começava a bater tão rápido? Ah bolas nem lhe perguntei o nome que tonta que sou.

******

Quem era aquela rapariga, "Ok, isto vai soar tão estranho mas os teus olhos…eu tenho os visto no meu sonho que tenho tido durante a semana toda". Os meus olhos, como é que era possível, mas ela não estava a mentir, os seus olhos mostravam que ela estava a dizer a verdade, aqueles lindos olhos verdes. Ela saíra a correr a dizer que estava atrasada, nem tempo de lhe perguntar o nome tive, bem talvez a volte a ver alguma vez mais.

Enquanto a via afastar-se fiquei hipnotizado pelos movimentos do seu cabelo cor de mel que lhe batia pelos ombros, o meu coração batia descompassadamente, mas por que razão?

"Porque será que ela sonhou com os meus olhos?"

Tinha que o descobrir, não podia deixar aquele assunto assim…

"SYAORANNNNN…."

De repente dois braços rodearam o meu pescoço e quase me desequilibrei. Ai que mania a da minha prima fazer isso todas as vezes.

"Meiling quantas vezes eu já te disse para não fazer isso?"

"Ahhh tu sabes que eu nunca vou para de fazer isto."

"Aí aí. Vá vamos que ainda temos que ir tratar de papéis."

"Simmmm, espero que tenhamos muitas aulas juntos"

Os olhos de Meiling brilhavam enquanto dizia isso, e eu pensava no contrário era bom que pelo menos durante as aulas ela não estivesse na mesmas salas que eu, assim podia descansar um pouco.

Depois de tudo tratado voltamos para casa, só no dia seguinte é que iriamos as nossas primeiras aulas, que para meu azar logo a primeira tinha a minha prima na mesma sala que eu.

"Syaoran vem lanchar comigo."

Ela já me tinha agarrado no braço.

"Desculpa Meiling mas agora vou treinar."

Soltei o meu braço e segui para a sala de treinos. Enquanto me tentava concentrar imagens daquela jovem apareciam na minha cabeça e o meu coração começava novamente naquele ritmo descompassado. Porque é que cada vez que me lembrava dela aquilo acontecia? Terei de a encontrar novamente para perceber o porque.

*****

Mais um dia de aulas que passara, até correra bem, tirando o meu atraso na primeira aula. Cheguei a casa e atirei-me para cima da minha cama.

Uma semana a ter o mesmo sonho e agora encontrei aqueles olhos, o dono daqueles lindos olhos cor de caramelo, espero poder vê-lo pelo menos mais uma vez, preciso de saber o nome dele.
Que tontice a minha não ter-me apresentado e não ter-lhe perguntado o nome.

"Aiiii…o que ira acontecer agora?"

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O que será que ira acontecer? será que se encontraram outra vez?
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Re: A Porta do Destino

Mensagem por Helvanx em Dom Dez 09, 2012 2:05 am

Bem... Por enquanto estou a ADORAR esta história! O principio, com o sonho e os olhos foi de mais! Super criativo! Posta o segundo, o terceiro, o quarto... o quinquagésimo terceiro o mais rápido possível!
Ah! E acho que eles vão mesmo encontrar-se de novo.
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Re: A Porta do Destino

Mensagem por Su'anne em Dom Dez 09, 2012 12:58 pm

*_* obrigadaaaaa fico contente por estares a gostar...sim eu venho postar mais capítulos o mais cedo possivel agora que ja tenho tempo livre de volta, nao postei antes porque andei cheia de trabalhos da faculdade D: mas agora vem ai as ferias e poderei voltar a historia *_*

deixo ja o segundo capitulo espero que gostes e continues a comentar :D

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Capitulo 2

Encontros

Em casa soava apenas um silêncio bem tranquilo, pois ainda mais ninguém chegara a casa.

"Hoje é o meu dia de prepara o jan…"

"Monstrenga já estas em casa?"

E lá se tinha acabado o silêncio e a paz em casa, bastava que o meu irmão pusesse-se um pé em casa, dirigi-me para a porta da cozinha onde conseguia ver a porta da entrada.

"JÁ DISSE QUE NÃO…Yukito, você também veio"

A minha voz passara de um grito para uma voz bem mais suave, só de ver o Yukito até esquecia que o meu irmão me chamara.

"Olá Sakura, como vais?

"Eu estou óptima e você Yukito? Fica para jantar connosco? Sou eu que faço o jantar hoje.

"É melhor não jantar Yukito, ainda vai ver que o jantar acaba envenenado."

Lancei um olhar fulminante na direcção do meu irmão.

"É capaz sim, mas só o seu prato meu querido irmão."

Agora também ele me olhava de forma fulminante, se fosse possível acredito que entre os nossos olhares poderia aparecer um raio.

"Se é a Sakura a fazer o jantar eu aceito sim."

"Ahhhh Yukito, só você me da valor, ao contrário do Toya."

O meu olhar passara de fulminante a algo com um brilho de tão contente que estava com a resposta do Yukito.

"Bem então eu vou voltar para a cozinha."

Virei-me e voltei para a cozinha. Ah o Yukito ia comer da minha comida. O jantar tinha que ser prefeito.

"Mãos a obra Sakura."

Estava tão entretida que nem dei conta do meu pai chegar.

"Boa noite minha querida Sakura. Como vai o jantar?"

"Boa noite pápá, o jantar está quase pronto."

"Hmm que cheiro bom, a minha querida filha herdou o dote de culinária do pai, fico contente."
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Agora que terminara o treino, só me apetecia um bom banho e descansar um pouco. Estava exausto pois tinha treinado mais tempo do que o habitual, porque na maior parte do tempo aquele encontro com aquela rapariga não me saia da cabeça. Algo não batia certo e eu teria de descobrir.

"Syaoran, você vem jantar comigo?"

"Vai indo jantando que eu vou tomar um banho primeiro."

"Mas eu posso esperar por você."

"Eu vou demorar Meiling."
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"O jantar está servido."

"Sakura tem óptimo aspecto."

"Yukito se eu fosse a você teria cuidado, olha que as aparências iludem."

"Ah é irmão, então se é assim não coma."

Disse tirando-lhe o prato da frente.

"Devolve o meu prato monstrenga."

"Eh, o que é que você me chamou. Yukito o Toya não quer comer, você quer o prato dele!"

"Quem disse que eu não queria comer?"

"Você mesmo Toya, disse que as aparências iludem, está com medo de comer a minha comida."

"Claro que sim, afinal foi feito por uma monstrenga."

"Meninos comportem-se, estamos com visitas."

"Foi o Toya que começou."

"Foi a Sakura que começou."

Falamos os dois ao mesmo tempo.

"Sakura devolve o jantar ao Toya. E Toya não diga mal da comida da sua irmã."

"Sim pai."

Voltamos a falar ao mesmo tempo. Depois do jantar ter acabado e de estar tudo arrumado voltei para o meu quarto.

"Será que o voltarei a ver?"

Adormeci a pensar nisso.

Trim trim trim

"Que estranho hoje não tive aquele sonho estranho."

Arrumei-me e sai para mais um dia de aulas.
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"Meiling despache-se logo, não quero chegar atrasado."

"Estou indo, estou indo…que tal estou?"

"Meiling você vai para a universidade não para uma festa."

"Acha que é demais?"

"Esqueça agora, senão sairmos já chegaremos atrasados para a primeira aula."

Eu não tinha sorte nenhuma, logo a primeira aula ela também teria comigo. Chegamos a sala, bati a porta e depois abri.

"Vocês devem ser os alunos transferidos não é verdade, procurem por um lugar e sentem-se."

Assim que me virei para a turma, afinal a sorte pode mudar, ali estava ela, aquele cabelo cor de mel, aqueles lindos olhos verdes brilhates, e mais sorte ainda um lugar vazio mesmo atrás dela. Azar ao lado desse outro lugar vago, sentei-me e Meiling sentou-se ao meu lado. Ela nem havia reparado que eu tinha entrado, não me tinha visto.

Esperei pelo fim da aula, logo Meiling se dirigiu para a sua próxima aula, e eu foi ter com aquela rapariga dona dos cabelos cor de mel. Toquei-lhe levemente no ombro, ela assustou-se e virou-se para mim.

"Olá ainda te lembras de mim?"

"Ehhh…como é que me ?"

"Sou seu colega agora, e fiquei bem surpreso quando te vi."

"É sério? Eu nem reparei."

Ela parecia meio envergonhada e baixou a cabeça enquanto falava.

"Ontem não tivemos oportunidade de nos apresentarmos. Eu sou Li Syaoran."

Ela voltou a levantar a cabeça.

"Sou Kinomo Sakura."

"Muito prazer menina Kinomoto."

"Ah, pode me chamar só de Sakkura , Li."

"Se assim preferes Sakura, também me podes tratar por Syaoran.

"Combinado."
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Re: A Porta do Destino

Mensagem por Su'anne em Qua Dez 12, 2012 8:10 pm

Bem mais um capitulo :3
espero que gostem ^_^...depois do fim de semana trago o próximo :)

Capitulo 3

Pesadelo?

"Esse poder não será por teu muito mais tempo, minha pequena estrela."

De onde vinha aquela voz? De quem era aquela voz? O que queria dizer com poder, que poder?

Esforcei-me para tentar ver o que se passava, e vi que alguém estava caído no chão, aproximei-me e congelei quando o vi ali estendido.

"Syaoran."

"Foge Sakura, sai daqui."

Ele dizia a custo, estava cheio de feridas, havia sangue por todo o lado.

"O teu poder será meu."

Disse aquela voz que eu não conhecia no meio de uma gargalhada, que fez o meu corpo tremer. E lá estava outra vez aquele poder, do que e que ele estava a falar?

De repente começou tudo a ficar escuro a minha volta, a escuridão do meu sonho, e ao mesmo tempo sentia uma dor por todo o meu corpo.

Trim trim trim

Sentei-me na cama. Era tudo um sonho, mas não era o mesmo, porque é que me sentia tão estranha?

Levantei-me e arrumei-me, e desci para tomar o pequeno-almoço.

"Bom dia papá."

"Bom dia Sakura. Estás bem querida?"

"Sim."

Disse enquanto comia a torrada que estava a minha frente.

"Pareces um pouco pálida."

Na verdade não estava nada bem aquele sonho estava a preocupar-me, ou melhor aqueles sonhos todos.

"Não deve ser nada pai. Eu vou indo, até logo."

Sai a caminho da universidade. O que devia fazer? Falar com ele e contar-lhe sobre o sonho! Ele pensaria que eu era maluca. Não, não lhe iria contar. Mas qual seria o motivo daqueles estranhos sonhos? E porque e que ele estava sempre presente?

"Bom dia Sakura."

Sai dos meus pensamentos, e olhei para quem tinha falado para mim. Era ele mas havia mais alguém com ele, agarrada ao seu braço, quem seria aquela rapariga?

"Bom dia Syaoran!"

"Esta é a minha prima, Li Meiling."

Ele disse enquanto tentava se livrar dos braços dela.

"Olá eu sou a Kinomoto Sakura, prazer em conhecer-te."

Ela não respondeu, melhor dizendo ignorou-me completamente.

"Syaoran porque é que não temos esta aula juntos?"

Choramingava ela ainda agarrada ao braço do seu primo.

"Meiling, larga-me e vai para a aula senão vais chegar atrasada."

Ela finalmente largou-lhe o braço e começou a caminhar continuando a choramingar.

"Ahhhh eu queria estar em todas as aulas com o Syaoran."

"Desculpa o comportamento da minha prima."

"Ah não faz mal, até achei engraçado."

Caminhamos juntos até a nossa sala, quando estava a pouco centímetros da porta a imagem do meu sonho apareceu na minha mente, Syaoran estava estendido no chão, todo ferido e sangue a sua volta. Senti-me a congelar.

"Sakura está tudo bem?"

Ouvi ele a perguntar, mas não via nada a minha frente, apenas escuridão. Senti-me a cair, mas uns braços apanhara-me antes de tocar no chão e depois não me lembro de mais nada.
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Sakura parara de repente e ficara pálida, e começou a cair. Felizmente consegui agarra-la antes dela cair no chão.

Agora estava na enfermaria. Ela ainda não acordara, mas pelo menos movimentos que de vez em quando fazia eu diria que ela estava a ter um pesadelo e não dos bonitos.

O que ela tinha dito a dias atrás sobre ter visto os meus olhos num sonho ainda estava na minha cabeça, mas no estado em que ela estava teria de esperar para lhe perguntar.

Mas porque logo os meus olhos?

Pouco depois ela começou a abrir os olhos.

"Sakura."

"Syaoran! O que aconteceu?"

"Desmaiaste de repente."

"Oh sim já me lembro. Maldito pesadelo."

A última parte ela falara tão baixo que eu quase não ouvira.

"Que pesadelo Sakura?"

"Ahh, um pesadelo que tive esta noite."

Ela congelara ao falar sobre o pesadelo, será que estava ligado ao anterior em que ela vira os meus olhos!

"Podes-me contar?"

"Vais pensar que eu sou louca se te contar."

"Prometo que não."

Passados alguns minutos ela voltou a falar.

"Pronto está bem. Do que eu me lembro é de ouvir uma voz a dizer 'Esse poder não será teu por muito tempo, pequena estrela.' não consegui ver de onde nem de quem era a voz. Depois vi uma pessoa caída no chão."

Ela parou, como se para pensar se continuava ou não, mas aquilo só já me preocupava ela referira-se ao poder da estrela! Vi-a a olhar para mim antes de continuar.

"Essa pessoa estava cheia de feridas e só havia sangue a sua volta, e disse para eu fugir e sair dali."

Sakura voltou a parar.

"Quem era a pessoa que estava no chão Sakura?"

Ela não respondeu logo.

"Eras tu, Syaoran."

Eu! O que mais receava estava a acontecer, só podia ser ele que estava a falar nos sonhos dela, a querer o poder da estrela. E chamara-a a ela de pequena estrela, o que significava que Sakura tinha algum poder mágico. Não havia outra hipótese.

"Sakura, hoje podes ir até minha casa? Tenho alguém que te quero apresentar."

Ela olhou para mim com uma cara de dúvida e depois piscou várias vezes os olhos antes de falar.

"Não achas-te mesmo que o meu pesadelo é louco?"

"Não e é por isso que te quero apresentar o alguém que te falei."

"Está bem então. Eu irei."

"Óptimo, encontramo-nos no fim das aulas a porta da universidade então."

"Combinado."
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As aulas tinham passado lentamente, que pareciam que não iam acabar. Quando a última aula finalmente acabou dirigi-me para a porta de entrada. Quem seria que o Syaoran me queria apresentar? Quando cheguei a porta ele já lá estava a minha espera.

"Olá outra vez."

"Olá. Vejo que já estas melhor."

Afirmei que sim com a cabeça.

"Vamos então?"

"Sim."

Começamos os dois a caminhar quando de repente ouviu-se alguém a gritar.

"SYAORAN."

Poucos segundos depois alguém se agarrava ao braço do Syaoran. Só quando olhei bem é que vi que era a prima dele. Mas o que tinha acontecido agora mesmo!

"Syaoran, como é que te estavas a ir embora sem mim?"

Ela dizia com cara de choro.

"Meiling, tu sabes muito bem o caminho para casa, podes ir sozinha."

Disse ele tentado livrar o seu braço.

"Mas nós vamos sempre juntos."

Meiling continuava ainda como se fosse chorar. Parecia que nem tinha reparado em mim…bem retiro o que disse, ela olhava agora para mim como se me fosse cortar aos bocados, não. Não estou a exagerar.

"O que é que ela faz aqui?"

Agora parecia irritada, até metia medo, se tivesse onde me esconder de certeza que o já tinha feito.

"Não tens nada a ver com isso Meiling. Agora solta o meu braço."

"Não enquanto não me dizeres o que ela esta aqui a fazer."

"Aaaa…"

Comecei a falar mas o Syaoran cortou-me a fala.

"Se eu te disser largas-me e vais dar uma volta antes de ires para casa?"

"Sim."

"Prometes Meiling?"

"Prometo."

"Muito bem, atenção não podes quebrar a promessa. Ela vai comigo até la a casa."

"Nem pensar que ela vai contigo sozinho lá a casa, eu também vou."

Ela dizia quase num grito.

"Meiling tu prometes-te. E nós não vamos estar sozinhos."

"Mas…"

"Até logo Meiling."

Ele voltou-se para mim já com o seu braço solto.

"Vamos?"

"Sim."

Recomeçamos a andar, não caminhamos mais de dez minutos antes de chegarmos a casa dele.

"Chegamos e desculpa o comportamento da minha prima."

"Não faz mal."

"Vamos entrar então."

Segui-o e fomos até uma sala, havia apenas um sofá e dois cadeirões ao lado. Ele fez sinal para eu me sentar no sofá e assim o fiz.

"Espera aqui um pouco que eu já volto."
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Re: A Porta do Destino

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