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Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

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Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por ComeauSP em Dom Out 07, 2012 5:23 pm


Titulo: Não Existem Coisas Más.
Classificação: +13
Géneros: Aventura, Acção, Romance, Comédia
Avisos: Toda a história foi inventada, nada disto é real. Só as personagens da banda.
Personagens Reais: David Desrosiers, Pierre Bouvier, Chuck Comeau, Sebastien Lefebvre e Jeff Stinco dos Simple Plan, com Zayn Malik dos One Direction.
Personagens Ficticias: Vanessa Desrosiers, Magda Lefebvre, Eduarda Desrosiers e Francesca Miller

Sinopse: Será que conseguirias viver sem os teus pais? E como seria depois disso sabendo que o teu irmão nunca te ligasse nenhuma? Como seria mudares de país e viveres com uma tia sabendo que nunca mais terias os teus pais? E depois viverias com o teu irmão só os dois, noutra cidade? E como seria se conhecesses os assassinos dos teus pais?

Trailler:

Capitulo I - Principio de uma nova etapa
Spoiler:
Ola, eu sou Vanessa Desrosiers tenho um irmão, David Desrosiers, nós somos daqueles irmãos tipo que não se dão lá muito bem, temos 4 anos de diferença e ele é o irmão mais velho, somos daqueles que mais de 5 minutos juntos e tudo parece fazer que comecemos uma nova discussão, talvez sejamos muito parecidos e talvez seja essa a razão por chocamos tanto. Vivemos em San Francisco numa moradia grande e espaçosa e somos uma família que não passa problemas financeiros, felizmente, mas harmonia familiar e pais presentes falta bastante, os nossos pais pouco nos ligam, mas quando nos ligam o David está sempre a refilar que ligam-me sempre mais a mim do que a ele. Será que ele tem ciúmes da atenção que os nossos pais me dão? Não sei, mas poucas coisas ele faz comigo, às vezes lá me ajuda nos trabalhos de casa mas é só quando é obrigado, eu acho que ele não gosta de mim. Os nossos pais lá andam a viajar em trabalho outra vez, chegam hoje de uma viagem ao Canada.

David Desrosiers, estava no quarto a ouvir música quando o telemóvel tocou, mas como a música estava alta ele não ouviu. Os seus pais já deviam ter voltado há muitas horas atrás mas ele nem dava pelas horas passar e como já era normal eles andarem fora, ele nem se lembrava que hoje estavam de volta. Vanessa ouvia do seu quarto, que era ao lado do quarto de David, o telefone do irmão a tocar e como ele não atendia por ter a musica muito alta, ela foi ter com ele ao quarto, bateu à porta e ele não respondeu, mas era normal ele não ouvir, entrou no quarto dele e ele nem se apercebeu da entrada dela, então ela foi-lhe bater no braço e ele abriu os olhos e desligou a musica, ele ia começar a mandar vir e ela interveio antes disso.

- Eu sei que não devia entrar assim no teu quarto, mas eu bati à porta e tu como é óbvio não ouviste. Era só para te dizer que o teu telemóvel esta farto de tocar, e já tocou imensas vezes. – disse isto e virou-lhe as costas e saindo mas deixando encostada a porta do quarto dele

David, debloqueou o telemóvel e viu 10 chamadas não atendidas mas não conheceu o numero, era um numero fixo, ele como estava mal-humorado nem se deu ao trabalho de ligar de volta e esperava que o numero voltassem a ligar. Ele levantou-se da cama e dirigiu-se à porta, para ir à cozinha comer qualquer coisa para depois ir dormir, mas nisto o telemóvel volta a tocar e ele voltou atras para pegar o telemóvel e ver quem era o tal número mistério. Vanessa do seu quarto ouviu o telemóvel do irmão a tocar outra vez, mas desta vez ele atendeu, ela ouviu-o a falar com alguém mas não conseguia entender o que ele dizia, foi então que se dirigiu para a porta do quarto para ver se tinham sido os pais a ligar. Quando lá chegou ela já não o ouvia a falar, foi então que espreitou pelo bocado da porta que tinha deixado aberta e viu que o seu irmão sentado no chão com as mãos na cara e a esconder as lagrimas, ouvia-se o choro dele no corredor, ela bateu à porta antes de entrar e ele por estranho que fosse mandou-a entrar, e ela entrou sentando-se à beira dele.

- David, posso-te perguntar porque que estas assim? – perguntou ela com receio da resposta do irmão

- Vanessa, tenho uma coisa para te contar…e isto não vai ser fácil dizer-te, nem sei como o fazer. Nunca tivemos uma relação que fosse normal de irmãos, logo é mais complicado dizer-te isto. – disse ele continuando a chorar e com um sufoco que lhe não deixava falar

- Mano, estás-me a assustar com essa conversa, por favor diz-me o que se passa. Eram os pais que estavam a ligar? – disse ela bastante assustada

- Não, mas é sobre os pais. Mana…os pais quando estavam a regressar para casa, tiveram um acidente muito grave e…. – ele foi interrompido por o choro desesperado da irmã e por a sua preocupação

-Mas estão bem, não estão? Diz-me que sim, David… – disse ela assustada e num choro imenso

-Infelizmente… foram encontrados sem vida no local... – disse ele não se contendo e começou a chorar apavorado não aguentando a dor que sentia

- Diz-me que isso não é verdade, mano…não pode ser, não pode, David, não pode – ela ficou destroçada com a notícia e estava inconsolável num choro sem ter fim, ele por impulso ou outra razão qualquer agarrou-a e abraçou-a, ela surpreendeu-se com aquele abraço, mas depois daquela ação dele tudo parecia que era mais fácil suportar e que estava mais protegida, ela sempre quis um abraço do irmão, mas que ela se lembre aquele era o primeiro, ela sentia-se mais calma mas continuava a sofrer com a notícia.

- Calma, pequenina. É uma notícia terrível e que nunca estamos preparados para a receber, mas a vida é assim e nós os dois vamos superar esta fase vais ver. Eu estarei sempre aqui para ti. – disse ele abraçando-a cada vez mais, ele nunca tinha se tinha sentido tão perto da sua irmã, mas a sensação era ótima, eles estavam desolados não sabiam o que se ia passar a seguir nem como seguir em frente, por muito que nunca se tivessem entendido, ambos tinham perdido aquilo que mais amavam e só se tinham um ao outro, e os seus pais se estivessem a ver queriam que eles se apoiassem mutuamente, afinal eram irmãos.

- David, posso-te dizer uma coisa? – disse ela abrandando o choro mas continuando abraçada a ele.

- Sim, diz mana. – disse ele de maneira terna

- Eu gosto imenso de ti, posso por vezes não demonstrar mas eu gosto. És tudo o que tenho agora, por isso não me abandones, por favor! – disse ela apavorada e assustada

- Eu também, pequenina, eu também. E não te vou abandonar, não te preocupes. Também és tudo o que tenho e que amo neste momento. Desculpa por ter sido um irmão estupido, até agora, mas confesso que tinha ciúmes, da atenção que os pais te davam, fui tão estupido. É nestes momentos que queria poder voltar atras no tempo – disse ele olhando-a nos olhos, mas abraçado a ela na mesma

- Não te preocupes, mano. Nós iremos recuperar o tempo perdido e sermos irmãos como o sentido da palavra o diz. – disse ela sorrindo e chorando ao mesmo tempo para o irmão

- Disso podes ter a certeza, a partir de agora seremos só tu e eu. Como já devíamos ter sido, pois passamos muito tempo juntos sem dar valor aquilo que eramos. – disse ele passando-lhe a mão no rosto e limpando-lhe as lágrimas, naquele momento a dor que sentiam era forte mas aquela ligação que tinham reacendido era ainda mais forte.

Eles ficaram assim mais algum tempo abraçados em silêncio, só o abraço já significava muito para ambos, aquele momento estava a ser complicado mas assim abraçados parecia que o mundo e o tempo parava e tudo se tornava mais fácil. Ela por fim adormeceu no colo do irmão, mas ele não conseguia dormir, por isso ficou acordado a olhar para ela, pois era a única que lhe transmitia paz e força, ele ao tempo que estava a olhar para ela estava a pensar para como teria sido capaz de ter perdido aquele tempo todo com a sua única irmã e perdido todo crescimento dela, pois ela agora já tinha 10 anos e não era mais criança nenhuma. Mas ele sentia que contudo que ele tinha feito e aquilo que não fez e devia ter feito, ela nunca deixou de gostar dele e que se calhar era a única que precisava de atenção que por vezes ele era o único que podia ter dado. Ele estava perdido nos pensamentos quando o seu telemóvel voltou a tocar, ele atendeu o mais rapidamente possível para que a sua irmã não acordasse.

- Estou? Quem é que fala? – disse ele não sabendo quem era que estava a ligar

- Estou, é a tia Eduarda, a irmã do teu pai. Já estás a ver quem é?

- Sim, tia. Pode dizer. – disse ele reconhecendo a voz

- Era para vos dizer a ti e a tua irmã, claro, que sinto muito o que se passou. E também para lhes dizer que não vou poder ir ao funeral porque tenho aqui uns problemas que não posso adiar, mas que depois do funeral vocês veem viver comigo, pois são menores de idade e não podem viver sozinhos como é obvio, então ofereço-me para tomar conta de vocês, acham boa ideia? – perguntou ela

- Não faz mal tia, nós sabemos que se pudesse vir você viria. E sim, é uma boa ideia, e obrigado por o que esta a fazer por nós tia Eduarda, a família é muito grande mas nem toda a gente é como a tia, e depois vão ao funeral chorar por falsidade ou por obrigação. – disse ele revoltado

- Tens razão meu filho, mas a família não se escolhe. Depois envio-vos os bilhetes de avião para ai, vou marcar a viagem para a semana para terem tempo de arranjarem as vossas coisas e virem descansados, está bem? – disse ela com um brilhozinho nos olhos

- Está bem, tia. Mais uma vez obrigado. – disse ele quase a chorar

- De nada, vocês são como filhos para mim, já sabem, vi vocês os dois crescerem. Depois no dia que vocês vierem eu vou-vos esperar ao aeroporto não se preocupem com nada. – disse ela também meia emocionada

- Sim. Eu depois conto isso à Vanessa é que ela está aqui no meu colo a dormir, não se preocupe você com isso.

- Era mesmo isso que te ia pedir, David. Então já está tudo combinado. Até ao dia que vocês chegarem. E já sabes se precisarem de alguma coisa, não hesitem em telefonar.

- Sem problema. Até a esse dia, tia. Beijinho – disse ele emocionado

- Beijinho – disse ela desligando o telefone

David olhou para o seu colo e viu que a irmã continuava a dormir sossegada, mas ele olhou para a janela e viu que já era de manhã olhou para as horas e já eram 9h, tinha sido uma noite longa e ele sem dormir. Ele deu-lhe um beijo na testa, e mexeu-lhe no nariz para ela acordar, e ela lá se espreguiçou e abriu os olhos, ele sabia que aquilo ia resultar, pelo menos era o que a sua mãe dizia. Ela ao abrir os olhos, olhou para ele deu um leve sorriso, ele ao ver aquele sorriso deliciou-se, nunca tinha visto um sorriso tão magico, ela levantou-se do colo dele e sentou-se ao seu lado.

- Bom dia, irmão! – disse ela sorrindo mas no fundo era tristeza que ela sentia.

- Bom dia, mana. Mas agora vai tomar um bom banho que eu vou lá abaixo fazer o pequeno-almoço para nós, para depois te contar uma outra notícia. – disse ele em tom carinhoso,

- Mas podes dizer agora, mano. Estás-me a deixar preocupada. – disse ela curiosa e assustada ao mesmo tempo.

- Não, é melhor ficar para falarmos ao pequeno-almoço, mas não te preocupes não é nada de grave. – disse ele reparando que ela estava com medo que fosse outra má noticia.

David dirigiu-se ao piso de baixo para preparar o pequeno-almoço e Vanessa seguiu para o banho. Ele estava contente por conseguir-se entender com a sua irmã, mas por outro sentia um grande vazio dentro dele por ter perdido duas pessoas que amava e que sempre o amaram, mesmo eles sendo pais ausentes, ele sempre soube que os para os seus pais os filhos eram a prioridade principal, bastava um estar doente, e ou a mãe ou o pai, ficavam em casa a tomar conta deles. Foram pais ausentes, mas no fundo sempre presentes e preocupados, e tentavam sempre que eles os dois se entendessem. Ele naquele momento estava a pensar que tinha desperdiçado tanto tempo a fazer birras e a discutir com os pais que nem se apercebeu que estava a perder o tempo que podia ter trazido mais harmonia à família, mas ele sabia que tudo naquele momento tinha mudado, e ele agora estava dedicado a aproveitar o tempo com a sua irmã. Ao tempo que pensava preparava o pequeno-almoço, preparava umas panquecas e um sumo de laranja natural, pois não havia mais nada de jeito para o pequeno-almoço, pôs tudo na mesa e nisto, ouviu a sua irmã a gritar lá de cima.

- David, preciso de ajuda. – gritou ela da casa de banho

- Já vou, mana – disse ele e subiu logo as escadas. Chegou lá em cima e bateu à porta da casa de banho – Diz, já aqui estou!

- Vai ao meu 2º gavetão e procura uma camisola azul com carapuço, e pendura ai à porta, por favor.

- Sim já vou buscar. Mas agora ajustaste-me, pensava que tinha sido alguma coisa de grave. – disse ele ainda a recuperar o folgo por ter vindo a correr

- Desculpa, David. Não era essa a intenção, mano – disse ela meia triste do outro lado

- Eu sei que não era, não te preocupes. Eu já vou buscar! – disse ele ternurento

David foi então que foi ao quarto da irmã, e reparou que nunca tinha lá entrado, mas era um quarto tão grande quanto o dele eram da mesma medida, as paredes estavam pintadas de azul cor de mar e o teto de um laranja claro. Na mesinha de cabeceira reparou que estava uma fotografia dela com os pais, e na outra estava uma dela só com ele, aquilo fez que ele percebe-se mais uma vez que tinha sido tão estupido todos aqueles anos. Depois destas emoções todas ele ia se esquecendo da camisola, foi então que já não se lembrava se ela tinha dito no 1º ou 2º gavetão, ele então começou pelo primeiro revistou tudo mas não viu a camisola dentro dele, quando ia a fechar para passar para o segundo ele reparou que estava uma folha dobrada com o nome dele, ele pegou na folha e reparou que ela estava toda amassada, ao primeiro não se lembrou daquela folha mas depois veio-lhe à ideia que aquela era a folha que a uns anos atras tinha estado na sua secretaria e que ele nem sequer tinha aberto e só tinha amassado e deitado no balde do lixo, mas a curiosidade agora apertava então ele abriu e viu um desenho de escola primaria pintado a tinta, com duas pessoas apenas uma era ele e outra era ela, dizia nas camisolas quem era quem, e esses duas pessoas estavam a sorrir juntas depois reparou num canto que dizia “Eu gosto muito de ti, Irmão”, aquilo fez com que lhe caísse lagrimas dos olhos e molhasse o papel. Nesse momento reparou que tinha a data de quando tinha sido feito e logo percebeu que era a mesma que a data que se celebrava o dia do pai, ele percebeu aquilo como se ela visse nele um segundo pai.

- Como fui tão estupido estes anos todos? Como? Ela só queria que eu percebesse que ela gostava de mim. E eu estupido não lhe liguei nenhuma, porque estava a preocupar-me demais com as birras e a só a queria afasta-la de mim. És tão estupido David Phillippe Desrosiers! – ele neste momento falava sozinho, mas alguém interrompeu o seu monologo

- David, a camisola? Não encontras? – disse ela

- Não, quer dizer, sim encontrei. Já a vou levar! – disse ele, procurando logo a camisola no 2ºgavetão

Capitulo II - Despedida
Spoiler:
David pegou na camisola e levou-a à sua irmã, no caminho do quarto à casa de banho, continuava a pensar que aquela relação de irmãos tinha que mudar radicalmente, a partir daquele momento ele sentia-se responsável pela irmã mais nova e queria passar o maior tempo possível com ela, ele estava disposto a tornar-se o irmão mais velho que ela nunca teve. Quando chegou à porta do quarto de banho, bateu à porta.
- Vanessa, está aqui a tua camisola, desculpa lá a demora. – disse ele em tom carinhoso
- Obrigada, David. Porque que demoraste tanto tempo? – disse ela abrindo a porta com a toalha enrolada no corpo.
- Ah…eu nunca tinha entrado no teu quarto e então tive admira-lo e…depois perdi-me no tempo e não sabia o gavetão que tinhas dito. – disse ele a ficar corado e atrapalhado, porque ele não lhe queria dizer a verdade
- Não faz mal, maninho. – disse ela dando-lhe um beijo na testa e entrou outra vez para o quarto de banho para se arranjar
- Não te demores, o pequeno-almoço já está na mesa. – disse ele a sorrir
David foi descendo para por o resto da mesa, e enquanto descia alguém tocou à campainha. Ele então dirigiu-se à porta e abriu-a. Era um vizinho que vinha dar as condolências a eles pela morte dos pais. Depois do vizinho ter-se ido embora ele voltou à cozinha para por o resto da mesa. Passados alguns minutos desceu Vanessa para vir tomar o pequeno- almoço, ela vinha um bocado tristonha.
- Finalmente chegou a madame! Estava a ver que tinha que ir buscar-te pelas orelhas. – disse ele a sorrir
- Eiii não exageres que eu não demorei assim tanto – disse ela a sorrir também
- Eu estava a brincar. Agora senta-te e come alguma coisa, que eu preciso de falar contigo – disse ele de maneira mais seria
- Podes dizer. Já vi que o assunto é serio. É outra má notícia? – disse ela preocupada
- Não, muito pelo contrário. Enquanto tu estavas a dormir no meu colo hoje de manha, telefonou a tia Eduarda. – disse ele serio
- O que é que ela queria, David?
- Queria nos dizer que por problemas que ela lá tem não vai poder vir ao funeral dos nossos pais. E também disse que ela quer ficar encarregue de nós até atingirmos a maior idade.
- Por um lado é bom, assim ficamos com uma pessoa que nos é muito querida, mas por outro é mau ela ter que ficar encarregue de nós. – disse ela triste
- Porque? – disse ele não percebendo
- Porque se ela vai ficar encarregue de nós é porque não temos os nossos pais perto de nós – disse ela a começar a chorar
- Pois tens razão –disse ela saindo da cadeira e abraçando a irmã – Mas, vamos pensar que tudo vai correr bem, e que mesmo não tendo os nossos pais aqui nós vamos superar isso. Porque era isso que os nossos pais queriam não era?
- Sim, eles deviam querer que nesta altura nós estivéssemos unidos. – disse ela agarrada a ele
- Exatamente e nós nunca nos vamos separar. A partir de agora seremos sempre eu e tu, juntos, acabaram-se as discussões e acabou-se tudo que fosse mau. Eu quero ser para ti o irmão que tu nunca tiveste.
- Obrigada, David. Tu és e sempre foste especial para mim. – disse ela olhando-o nos olhos
- Obrigada nada, eu estou a fazer a minha obrigação de irmão, o que já devia ter feito à muito mais tempo.
- Esquece isso, maninho – disse ela fazendo-lhe festas no rosto
- Está bem, agora vamos arrumar as coisas para depois do funeral não termos que o fazer.
- Sim, maninho. Mas podemos fazer isso juntos?
- É claro que podemos. Assim ficamos a nos conhecer melhor, e aproveitamos também mais tempo juntos. –disse ele com um sorriso
David e Vanessa depois disto arrumaram toda a louça e foram para cima arrumar as suas coisas. O primeiro quarto a arrumar era o de David, pois era o primeiro do corredor, entraram e tiraram as malas que estavam no armário para fora e abriram-nas. David abriu os gavetões da roupa e começou a tirar a roupa que lá tinha muita roupa ele nem sequer usava por isso aproveitou e pôs essa roupa para canto para depois dar. Vanessa dobrava a roupa e ponha na mala, e David escolhia a roupa. Depois de meia hora a roupa estava toda arrumada, e foi assim que passaram para o quarto de Vanessa, fizeram o mesmo mas desta vez era Vanessa a escolher a roupa e David a arrumava. Ao fim disto estavam estafados e já era quase hora do almoço, então pegaram e vieram cá em baixo e foram ver o que havia, tiraram uma pisa do congelador e puseram no forno. Os dois foram por a mesa, enquanto isso David e Vanessa sorriam, por terem feito tudo juntos, mas ainda faltava arrumar as outras coisas.
-Mana, ainda temos tanta coisa para arrumar. Mas temos que ir à garagem procurar umas caixas para por tudo.
- Fazemos isso depois do almoço.
- Ok.
Acabaram de comer e foram à garagem procurarem caixas para embalar as coisas, Vanessa viu uma caixa com um baixo lá dentro mas não sabia de quem era, então decidiu perguntar.
- Mano, de quem é este baixo?
- Esse baixo é meu, foi o pai que me deu no meu aniversário do ano passado.
- E tu nunca o usaste?
- Já, eu tive aulas de baixo e tudo, mas depois nunca mais peguei nele. Mas eu vou leva-lo connosco.
- Fazes bem, eu tenho quase a certeza que tocas muito bem – disse ela pondo-o corado com o elogio – Não fiques vermelho, David Desrosiers.
- Eu…eu… não estou vermelho – disse ele a gaguejar- Mas tu vais já ver o que é ficar vermelho. E correu na direção dela e começou-lhe a fazer cocegas
Eles ficaram ali na brincadeira durante algum tempo, mas depois subiram e arrumaram tudo, para as caixas. David depois de arrumar tudo viu uma caixa que tinha cd´s de música que eram da sua irmã e viu que ela tinha os mesmos gosto musicais que ele, como é que ele ainda não tinha percebido que eles gostavam da mesma música.
- Tu gostas destes artistas todos? – perguntou ele espantado
- Sim, é o tipo de música que mais gosto. E tu de que tipo de música gostas? – perguntou ela curiosa
- Por ironia ou não, dos mesmos artistas que tu. Bem tu és mais parecida comigo do que eu imaginava.
- Obrigada, irmão mais velho. – disse ela contente
Depois daquele dia estafante foram dormir e nem sequer jantaram. Na manha seguinte, acordaram e era o dia do funeral dos pais, eles os dois acordaram tristes e inconsoláveis, apoiavam-se um ao outro mas a falta dos pais era aquilo que mais se sobrasai-a. Tomaram banho, vestiram-se e foram diretos para o cemitério, lá viram toda a família, amigos e vizinhos. Estava lá muita gente, toda a gente os cumprimentou e deu-lhes as condolências, os dois decidiram que queriam levar o caixão até ao local, e assim o fizeram, juntaram-se a eles alguns familiares e amigos. No meio da cerimónia era visível o estado daqueles dois, eles estavam muito em baixo, mas nenhum membro da família lhes pôs a mão, o que deixava David cada vez mais revoltado com a família que tinha. Quando o padre estava a acabar a cerimónia, Vanessa fugiu dali para fora ,transtornada e cheia de lagrimas, o irmão correu logo atras dela. Ele estava a procura dela quando a encontrou sentada frente ao rio, que tinha em frente ao cemitério, ele foi ter com ela e sentou-se à beira dela e pôs-lhe o braço por cima dos ombro.
- Eu sei que tudo isto é difícil, eu sinto aquilo que sentes, mas temos que passar isto por cima, mana.
- Mas…mas é tao difícil, doí muito David, muito mesmo. – disse ela a gaguejar devido ao choro
- Eu sei o que sentes, sei mesmo. Mas eu agora vou-te prometer aqui uma coisa. – ao dizer isso pegou nas mãos dela e olhou-a – Eu prometo que nunca, jamais, te deixarei sozinha, seja em que circunstancia for, eu vou estar onde tu estiveres até ao fim da minha vida. – ao ouvir isto Vanessa parou o choro e abraçou-se a ele – E se não queiseres, não voltamos lá para dentro e ficamos aqui.
- Podemos fazer isso? – disse ela
- É claro que podemos, já fizemos a nossa obrigação e os nossos pais estejam onde estiverem, sabem que nós os amamos muito, logo não precisamos de ir para ali provar isso. E nem temos nada a provar a quem quer que seja.
- Amo-te muito, Irmão.
- Eu também pequenina, eu também. – disse ele emocionado
Ficaram ali abraçados até ao fim da cerimónia.

Capitulo III - Viagem para um novo rumo
Spoiler:
Passou uma semana desde do funeral, eu e o David, andamos cabisbaixos e sem reação para nada. O melhor desta situação é que me trouxe o meu irmão para mim, juntos tem sido mais fácil superar a perda dos nossos pais, afinal os nossos pais sempre tinham razão, nós algum dia nos íamos dar bem, somos muito parecidos um com o outro. Hoje também vamos mudar de vida, vamos ter com a nossa tia Eduarda, é uma tia muito carinhosa e que sempre esteve presente na nossa vida, o que mora é longe vamos deixar San Francisco e vamos passar a viver em Miami, a 5.052 Km de onde vivemos, a nossa tia sempre foi dada assim a um sítio onde tivesse muitas praias, mas como estava farta de estar na Califórnia, foi para Miami. Eu e David já estamos matriculados nas escolas de lá, ela já tem tudo tratado
David e Vanessa estavam a despedir-se da casa que os viu crescer, aquela casa tinha sido onde eles viveram tudo, era tão difícil deixa-la para trás, mas mesmo deixando-a eles nunca a iriam vender, pois era a única coisa que os ligava aos pais.
- Temos de ir, David, o táxi já está à espera. – disse Vanessa agarrando o irmão
- Sim, vamos lá, então – disse ele escorrendo-lhe uma lágrima pelo rosto
Eles fecharam a porta e dirigiram-se para o táxi que já estava à espera, seguiram diretos para o aeroporto de Los Angeles, quando lá chegaram tinham amigos de ambos, estavam à espera deles para poderem despedirem-se deles, foi muito carinho junto, muitos abraços, muitos beijos, muitas recordações que levavam na bagagem que eles tinham trazido para eles levarem. Depois disso tudo, lá foram eles embarcarem, sempre esperançosos que aquilo fosse um pesadelo e que iriam acordar a qualquer momento. Eles iam os dois agarrados um ao outro, já no avião sentaram-se e ficaram a olhar cá para baixo e ver aquela cidade onde eles viveram, Vanessa e David estavam com pena de deixarem tudo para trás, mas sabiam que quem ia cuidar deles valia aquele esforço todo.
- Vamos lá mudar de vida e de cidade. – disse ela ao ver a cidade a desaparecer por entre as nuvens
- Pois vamos maninha. Mas pensa que vamos mudar para melhor, e que vamos viver a vida a partir de agora juntos. – disse ele, dando-lhe um sorriso de conforto
- Assim é bem melhor, mano – disse ela, retribuindo-lhe o sorriso, e agarrando-lhe o braço
Depois de 6 horas de viagem lá chegaram a Miami, desceram o avião e foram ao encontro da sua tia, que já devia estar à espera deles. Eles foram primeiro pegar as malas ao tapete, e foram até ao ponto de encontro marcado e lá estava ela, eles correram em direção a ela e abraçaram-na com tanta força que ela quase caía.
- Oh, meus sobrinhos lindos. Tinha tantas saudades. – disse a tia emocionada
- Nós, também. – disseram os dois em coro
- Já reparei que há alguma coisa de diferente em vocês os dois. – disse ela confusa, estava habituada a vê-los as turras e agora até faziam coro
- Eu e aqui a minha maninha, unimo-nos, pois não fazia sentido continuarmos às turras. – disse David olhando para a irmã que lhe sorria
- Eu cá acho uma ótima ideia, mas vamos lá para casa então! – disse ela pegando nas malas deles
Dirigiram-se para o carro da tia e lá seguiram para casa. Chegaram a casa e ficaram espantados, a casa era enorme, tinha vista para a praia, tinha uns jardins grandes e muito espaço para eles estarem à vontade até tinham uma piscina. A casa era toda decorada de forma simples e não muito pomposa, tinha as paredes pintadas de bege e os tetos de branco, toda a casa estava pintada da mesma maneira menos os quartos, na sala tinha um sofá enorme e um plasma com uma consola em baixo, foram até à cozinha e era quase do tamanho da sala, depois subiram as escadas e foram ter aos quartos, todos os quartos eram de tamanhos semelhantes, o quarto que ia ser do David estava pintado de branco, pois a sua tia nunca pintaria o quarto de preto principalmente naquela situação, mas tinha uma cama grande, e um espaço com um amplificador, a sua tia sabia que ele gostava de tocar baixo, passaram para o quarto de Vanessa e o quarto era pintado de azul claro, a cama era igual a de David, e tinha também um espaço reservado para um instrumento, que ela gostasse, pois ela não sabia que instrumento devia lá por. Eles estavam muito felizes por estarem ali com uma pessoa que também gostava que eles lá estivessem.
- Esta casa é fantástica, tia – disse David ainda na lua
- Gostaram? Ainda há mais. – disse ela sorridente
- Mais? – disseram os dois ao mesmo tempo, aquilo estava a tornar-se um habito
- Sim na garagem tem duas bicicletas iguais, à vossa espera – disse ela notando a felicidade estampada no sorriso dos seus sobrinhos
- Obrigada tia! – disseram os dois
Foram eles todos contentes a correr para a garagem, eles estavam felizes e tinham parado de pensar nos pais, que era um assunto que mexia muito com eles. Aquele dia foi repleto de alegria e brincadeiras. Eles viveram com a sua tia, os melhores momentos que puderam e que era possível depois de perderem os pais, tiveram talvez a atenção necessária para superarem a fase menos boa, a sua tia estava sempre disposta a tudo, ela tinha um trabalho que podia fazer em casa por isso eles sempre tiveram presente aquela grande tia, que era já uma mãe para eles. A sua tia sempre viveu sozinha, nunca se dedicou a construir família pois dizia que estava bem assim, e que a sua família era os sobrinhos, que para ela já eram filhos. Eles frequentaram as escolas melhores do país, e tiveram aulas de música, pois era a matéria favorita daquela tia, ela tinha aulas de guitarra clássica, o David sempre se virou para as aulas de baixo e por espanto ao não a mais barulhenta era a Vanessa que escolheu aulas de bateria. Era uma família dedicada à música.
Passaram assim 8 anos naquele ambiente fantástico e que não poderia ter sido melhor para superar as tristezas. Tudo lhes foi proporcionado, eles sempre fizeram tudo bem e muito perfeccionistas. Estava David e Vanessa num dia de Verão sentados à beira da piscina, eles estavam divertidos a falar e a brincar como duas crianças que já não eram, ele já tinha feito 22 e ela ia fazer 18.
- Sabes, andei aqui a pensar e acho que a tia já nos fez tanto, que nós precisamos de lhe dar algum descanso agora. – disse David
- O que queres dizer com isso David? – perguntou ela não percebendo
- Quero dizer, que talvez agora que vais fazer 18 anos, podíamos ir viver sozinhos. Que achas? – disse David a sorrir
- Morarmos os dois sozinhos? – disse ela espantada
- Claro, tontinha, os dois, eu não te ia deixar aqui sozinha. – disse ele, passando-lhe a mão na cabeça
- Acho uma boa ideia, David! – disse ela agarrando-se ao pescoço dele, mas depois largou-o – Mas e se a tia leva a mal, por estarmos a ir embora agora depois de ela nos ter ajudado? – perguntou ela com cara triste
- Temos é que lhe explicar bem a situação, tenho a certeza que ela não leva a mal. – disse ele
- Então, vamos falar com ela quando? – disse ela sorridente
- Agora? Ao jantar? – perguntou ele
- Está bem, vamos lá – disse ela puxando o irmão
Eles foram então falar com a tia, durante a conversa eles pensavam que a tia ia levar a mal, mas depois perceberam que a tia achava que aquilo era normal, eles quererem a privacidade deles os dois e se fossem viver juntos ainda mais descansada ficava.
- Tudo bem, sobrinhos. Eu acho normal, vocês quererem um sítio só para vocês, e se vocês estão a dizer que vão os dois morar juntos, fico muito mais descansada. – disse ela sorridente
- Obrigada, tia, pelo seu apoio e por o que você fez por nós estes anos todos. Nós prometemos que vimos aqui vista-la frequentemente. – disse David
- Não precisam de agradecer, eu fiz tudo por gosto e vê-los crescer foi uma sensação ótima. E sei que vocês veem aqui me visitar. – disse ela abraçando os dois – E esperem lá. Vocês já sabem para onde ir? Já tem alguma ideia?
- Não, eu pensei nisto alguns meses atras, mas ela ainda era menor e não podia leva-la e eu agora não vou a lado nenhum sem ela. – disse David olhando a irmã e ela sorriu-lhe
- O meu mano é tão querido, é ou não é o irmão mais perfeito do mundo? – disse ela deixando-o vermelho
- É, sim senhora. Mas eu não sei se concordam, mas eu tenho uma casa de vago. O que é, é noutra cidade.
- Onde? – disseram os dois juntos
- No Canadá. – disse ela erguendo o sobreolho
- É longe mas por mim tudo bem. – disse Vanessa animada
- Se ela concorda eu estou lá. – disse David contente e abraçando-se à irmã – Mas em que sitio do Canadá é?
- Montreal, o sitio mais bonito do Canadá. – disse a tia Eduarda
- E porque que comprou a casa se não a utiliza? – perguntou Vanessa curiosa
- Porque tinha pensado em ir para lá nas férias de Inverno, por ter neve e tal, mas não consigo deixar isto aqui, sabem que eu amo a praia. – disse ela olhando lá para fora para a praia
- Mas agora que nós vamos para lá, prometa-nos que vai lá passar as ferias de Inverno? – disse David
- Sim, senhora chefes! – disse ela a rir-se
Só faltava uns dias para eles se mudarem para o novo sitio, e estavam os dois contentes por poderem ir viver só os dois e também terem o apoio da tia. Vanessa fazia anos daqui a dois dias e no dia a seguir partiam, já estava tudo decidido e iam na manha seguinte comprar os bilhetes. A tia estava feliz por os ver assim tão entusiasmados mas triste também por os ver partir, no fundo eles eram os seus meninos, mas tudo recompensava por os ver juntos e felizes. Passaram dois dias e Vanessa tinha, finalmente, 18 anos, o irmão acordou-a com um mini bolo com uma vela no meio e a cantar-lhe os parabéns, ela acordou com um sorriso enorme. E depois apagou as velas e trincou a vela e pediu-o um desejo, pelo menos era o que o seu irmão sempre lhe disse para fazer.
- Sabes tocar bem baixo mas cantas ainda melhor. Mano, és tão querido! – disse ela abraçando-o
- Oh, não digas disparates. Cantei só os parabéns, toda a gente sabe cantar. – disse ele corado
- Mas nem toda a gente tem essa voz de rouxinol. E é amanhã que nós vamos começar outra etapa tao importante, estou tão feliz, mano. – disse ela sorrindo-lhe
- Exatamente, maninha. Eu também estou muito feliz por isso e por estares feliz também.
- Tenho o melhor irmão do planeta, como não podia estar feliz!
- E eu tenho a melhor maninha e mais exagerada também. – disse ele passando-lhe a mão pelo rosto Eles ficaram ali na conversa sobre as suas vidas e no quão iam mudar a parti da manhã do dia seguinte.

Capitulo IV - Rumo Novo
Spoiler:
Algumas horas se passaram e eles estavam ansiosos com a chegada ao Canadá, não paravam de pensar noutra coisa. Depois de tanta conversa a tia foi ter com eles até à piscina, onde eles estavam, e até lhe custava interromper mas tinha uma surpresa para eles antes de partirem.
- Boa tarde, meus lindos meninos. Vocês vieram para aqui e nem ligaram a mais ninguém. – disse ela sorridente
- Desculpa tia! – disseram eles juntos, levantando-se e abraçando-a
- Estão desculpados. Mas o motivo para que vim aqui interromper a conversa foi outro.
- Qual foi, então? – disse David curioso
- Foi porque hoje aqui a pequenina faz anos e tenho que lhe dar a minha prenda. – disse a tia fazendo-lhe festas na cabeça deixando-a um bocado furiosa porque não gostava de que lhe chamassem pequenina
- Não amues, maninha! Não és assim tao grande, não é? – disse David pegando com a irmã
- Deixa lá que tu és enorme. – disse ela começando a rir
- Posso falar? – disse ela pondo a mão no ar e eles calaram-se – Pronto eu tenho aqui a tua prenda, sobrinha é esta caixa aqui.
A caixa era enorme, Vanessa ficou a olhar para ela desconfiando o que seria, mas não podia ser porque ela já tinha uma. Então não demorou muito e foi logo abrir a prenda. Quando abriu a caixa viu que era uma bateria nova, era isso que ela desconfiava mas porque lhe dar uma coisa que ela já tinha.
- Obrigada tia, mas eu já tenho uma lá em cima. – disse ela abraçando a tia
- Sim, mas aquela é para ficar aqui esta é para ir contigo para Montreal.
- Que sorte, maninha. – disse ela batendo-lhe no braço
- Cala-te, oh invejoso! – disse ela fazendo nariz empinado
- Oh, oh, oh…nariz empinado!
- Pronto também tenho aqui uma surpresa para ti, quer dizer temos, porque a tua irmã é que escolheu. – disse a tia dando uma caixa para David
- O que é? – perguntou ele enquanto abria a caixa – Fantástico! Maninha, tenho que te dizer que tens uns gostos fantásticos. – disse ele com um olhar brilhante sobre o novo baixo – Obrigado às duas!
- De nada, Davidzinho! – disse ela irritando-o
- E nós temos uma surpresa para a tia! – disse David
- Oh, vocês são é tolinhos. – disse ela corando
Entregaram-lhe um retrato deles os três, aquele retrato tinha os melhores momentos deles naqueles oito anos, ela emocionou-se e agarrou-se a eles a chorar. Eles abraçaram-na e ficaram assim algum tempo, eles sabiam que aquilo não era nada para aquilo que aquela tia tinha feito para terem vivido aqueles oito anos sem sofrimento. Já estava a escurecer e tocaram à campainha e a tia foi lá quando os sobrinhos estavam a arrumar tudo para viajarem de manhã. A tia abriu a porta e viu um senhor muito bem vestido, não muito alto, mas com ar de ser um homem de assuntos importantes.
- Desculpe lá incomodar, Senhora Eduarda Desrosiers! Eu sou um amigo de família e venho falar com os filhos do Senhor André Desrosiers e da Senhora Desrosiers. Eles estão?
- Estão sim, estão lá em cima. Vou chama-los. – disse ela, dirigindo-se às escadas e chamando-os eles desceram logo a seguir e dirigiram-se à porta.
- Quem é tia? – disse David ainda não reconhecendo o amigo do pai
- É este senhor que diz que quer falar convosco. – disse ela apontando para a porta eles aproximaram-se e reconheceram-no logo
- Oh Senhor Bouvier! Como está? – disse David cumprimentando-o e Vanessa fez logo o mesmo
- Estou bem, e vocês? Parecem estar também bem. Eu venho aqui lhes entregar isto que o vosso pai me confiou se algum dia lhes acontece algo, mas só quando fossem maiores de idade. E sei que o David já é há muito tempo, mas não tenho tido tempo e depois pensei que fosse melhor faze-lo quando a Vanessa também tivesse. – disse ele entregando-lhes um envelope
- Obrigado, senhor Bouvier. Mas que é isto? - disse Vanessa
- É a herança que os vossos pais deixaram, cada um fica com um cartão e depois tem um cartão que é para vocês os dois. Acho que as contas individuais têm a mesma quantia, pois todos os meses eles depositavam a mesma quantia nas duas contas. E a outra conta é o que deixaram de herança.
- Obrigado, por o que fez.
- De nada, agora portem-se com juízo e fiquem bem. Até à próxima. – disse ele despedindo-se deles
Eles depois daquilo foram para o quarto para descansar para se prepararem para a viagem. Dormiram, e acordaram na manha seguinte cheios de energia para a viagem, tomaram o pequeno-almoço e tia levou-os ao aeroporto, durante a viagem eles ficaram a falar sobre a viagem e a tia dizia que ia ter saudades deles, mas que estava feliz por eles irem viver a vida deles. Chegaram ao aeroporto e despediram-se da tia, foi uma despedida emocionada mas tinha que ser, a tia gostava imenso deles e eles dela, mas assim deixaram-na e partiram. A tia só deu o último conselho.
- Não se esqueçam de ligar quando lá chegarem! – disse ela gritando
Eles sorriram e viraram- se para dirigirem-se para o avião, entraram no avião sentaram-se e começaram a tagarelar até ao fim da viagem, a viagem passou-se a correr e ao aterrarem eles olharam tudo à volta deles. Nunca tinham visto uma cidade tão bonita, a cidade era pacata, tinha imensa natureza aquilo parecia o paraíso. Pegaram na morada que tinham num papel e dirigiram-se para um táxi, e deram-lhe o papel para ele os levar aquela morada. Chegaram a casa finalmente, abriram a porta e viram que a casa era grande, espaçosa e que já estava toda ela mobilada, o que tinham era que limpar o pó, pois já estava muito tempo fechada. Subiram as escadas e tinham dois quartos também eles bem espaçosos, não estavam pintados, mas já tinham mobília e cama, seguiram à casa de banho e viram que ela também tinha um bom espaço e que estava bem decorada. Desceram e sentaram-se no sofá da sala.
- Bem, maninha… A partir de agora somos só tu e eu. – disse David sorridente
- Sim, acho que nos vamos dar bem aqui. Ainda chegamos agora mas já estou fascinada com o sítio.
- Ainda bem, porque eu também! Agora vou ligar à tia, antes que ela nos mate. – disse David pegando no telemóvel
David conversou com a tia dizendo que estava tudo bem e que já estavam em casa, e que tinham adorado aquilo ali e a casa era ótima, ficou ao telemóvel algum tempo e Vanessa ligou a televisão para ver o que dava por aquelas bandas e naquele momento tocaram à campainha, Vanessa levantou-se e foi abrir a porta. Chegaram naquele dia e já tem visitas? Foi o que Vanessa pensou, abriu a porta e era um rapaz bem-parecido, não muito alto, de olhos esverdeados, de cabelo curto e tom de pele moreno.
- Boa noite, desculpa incomodar. Quer dizer, desculpe incomodar. – disse o rapaz atrapalhado com as palavras
-Podes me tratar por tu, tratando por você parece que sou velha. – disse ela com um sorriso
- Não velha é que não mesmo. Está bem, ainda não me apresentei que estupidez. Eu sou o Charles Comeau, mais conhecido por Chuck, e venho aqui vos dar as boas vindas e trazer este bolo que a minha mãe mandou vos trazer. – disse ele corado
- Obrigado, Chuck…quer dizer posso te tratar assim? Eu chamo-me Vanessa– disse ela envergonhada também
- Sim, é claro que sim. – disse ele sorrindo, ele achou aquele sorriso encantador e o tom de voz era tao suave e tao meigo
- Quem é, Vanessa? – disse David aparecendo à porta
- É o Chuck, que nos veio trazer um bolo de boas vindas. Chuck este é o David. – disse ela apresentando o irmão
- Muito prazer, David. – disse ele fazendo desaparecer o sorriso
- Eu também tenho muito prazer em conhecer-te. E obrigado Chuck. – disse ele dando-lhe um aperto de mão e sorrindo
- De nada. Agora tenho que ir. – disse ele em tom mais sério e foi-se embora
Vanessa fechou a porta e pensou como é que aquele rapaz tao simpático se tornou tao sério e frio de um momento para o outro.
- O nosso amigo não é dado muito à simpatia, maninha – disse ele deitando-se no sofá
- Pois – disse ela ainda em pensamentos – Vou dormir maninho, estou cansada da viagem e amanhã também temos aqui muito trabalho para fazer. Até manha, mano – disse ela dando-lhe um beijo na testa
- Até manhã, maninha. Dorme bem – disse ele lhe sorrindo e dando-lhe um beijo na bochecha
Vanessa dirigiu-se às escadas e subiu, foi logo direta ao quarto e tirou as sapatilhas e deitou-se na cama, mesmo vestida.
Ele era tão meigo e tão doce quando abri a porta, como se tornou tão antipático assim de um momento para o outro? Ele é tão bonito, e para mim foi tão simpático, não percebo é porque que quando viu o David se tornou tão antipático. Vanessa deixa de pensar nele, não te metas em sarilhos nem em namoros. Deixa lá o rapaz porque ele deve ter namorada. - pensou ela alto, deixando-se adormecer assim vestida.

Capitulo V - O Amor é Magico
Spoiler:
Chuck, pensa noutra rapariga. Aquela já tem namorado e veio de outro sítio para viver com ele para aqui por isso não vais estragar nada. Também o coração devia-se lembrar agora destas coisas e principalmente com a rapariga errada…quer dizer não é errada é comprometida. Ai, Charles Andre Comeau, dá-te para cada uma! – Chuck estava na sua cama a falar com os seus botões.

Na manhã seguinte, David levantou-se meio ensonado, como já era de esperar. E viu a porta do quarto da irmã aberta, estranhou, e olhou para o relógio, eram 7h da manhã, ele pensou o que tinha dado à irmã para se levantar tao cedo? Ele foi tomar banho rápido para descer e ver o que se estava a passar. Vanessa, estava sentada cá em baixo no sofá com o comando na mão e sempre a mudar de canal, pois nada de interessante estava a dar, ela estava perdida nos pensamentos e aquele rapaz de ontem não lhe sai da cabeça, porque que tinha que chegar ali e o coração começar a pensar nessas coisas, ela que nunca foi dessas coisas. David desceu as escadas e viu a irmã sentada no sofá entediada, sabe-se lá porque, foi por trás do sofá e abraçou-a, apertou-a com tanta força que ela nem se conseguia mexer, ela assustou-se com o abraço mas ficou contente por ver o irmão.

- Então maninha, já estás sem energia? Ainda agora é de manha? – disse ele continuando a abraça-la
- Não é isso, maninho. – disse ela em tom meio triste
- Então? Diz lá aqui ao teu mano perfeito? – disse ele sentando-se à beira dela e sorriu
- E deixares de ser convencido não? – disse ela sorrindo, ele nem respondeu só sorriu – É aquele rapaz de ontem…
- O que já apaixonada? – interrompeu ele
- Não, não, não é nada disso. – disse ela atrapalhada e vermelha – Não comeces com essas parvoíces David Philippe Desrosiers – disse ela amuando
- Parvoíces? Tu é que estas com cara de quem se apaixonou à primeira vista. Mas digo-te já ele é muito antipático, maninha…se ele quiser namorar para ti tem que deixar a antipatia de lado. – disse ele a rir-se
- Deixa-te de ser parvo, ele já deve ter namorada. Mas ele, antes de tu chegares à porta era bastante sorridente e simpático, só mudou de atitude quando eu te apresentei.
- Agora a culpa da antipatia é minha? Era o que mais me faltava. – disse ele deitando-se no sofá com a cabeça no colo da irmã
- Oh, não é isso. És mesmo parvo quando queres, sabias? – disse ela dando-lhe com a mao na testa
- Ei essa doeu! – disse ele fazendo beicinho, e depois sorriu – Mas se calhar o teu amigo não percebeu que eramos irmãos maninha, tu também não me apresentaste como tal.
- Achas que ele percebeu que nós eramos…namorados? – disse ela fazendo uma cara estranha
- Muito provavelmente, sabes nós viemos só os dois logo não dá para perceber que somos irmãos à primeira vista. Mas deixa lá isso que hoje temos muito que fazer, temos que limpar esta casa e pintar os quartos. Sabes que esta semana que vem, ainda não vamos para as aulas por causa da mudança a nossa tia falou com o diretor da tua escola e da minha faculdade que só iriamos para a semana.
- Fixe, isso quer dizer que temos uma semana para nos habituarmos à cidade e tratar das nossas coisas? – disse ela sorrindo
- Exatamente, por isso mãos à obra, maninha. Começamos por ir às compras que achas? – disse ele saltando do sofá
- Boa ideia – disse ela também levantando-se do sofá

Vanessa foi-se arranjar enquanto David esperava cá em baixo, ela despachou-se rápido e foi então que saíram de casa e foram diretamente às compras. Saíram todos animados e agarrados um ao outro, mal podiam esperar por ter tudo pronto.

Chuck estava a sair de casa quando vê Vanessa e David a sair de casa felizes e abraçados. Chuck fica com um olhar triste e de quem precisa de consolo, ele tinha que falar com a sua melhor amiga, aquela rapariga estava mesmo a afeta-lo o pior de tudo é que ele achava que não tinha a mínima chance. Ele foi pela rua fora até a casa da sua melhor amiga para puder falar um bocado, ele estava um bocado longe, parece que nada fazia sentido, porque que se tinha de apaixonar por uma rapariga com namorado? Chuck achava-se estupido, nunca se preocupou com essas coisas e agora estava vidrado numa pessoa que já estava feliz com outro. Chuck chegou a casa da sua melhor amiga e ela estava a entrar em casa mas viu e esperou à porta. Ela era uma rapariga bonita, morena, não muito alta, com um cabelo encaracolado e com um ar meigo.

- Então senhor Chuck Comeau? Porque essa cara? – perguntou ela com ar preocupado
- Estou a precisar de falar, ando com um problema, quer dizer se calhar nem problema é….tanto faz. Podemos falar lá dentro? – disse ele em tom triste e desesperado
- É claro que sim, mas o problema parece ser grave, Chuck. Que foi, que te aconteceu? – disse ela abrindo a porta – Entra e senta-te que eu já venho. – ela foi à cozinha beber água porque estava cheia de sede – Pronto diz lá o que se passa – disse ela dando um beijo na bochecha de Chuck
- Aconteceu que eu…quer dizer a minha mãe ontem me mandou levar um bolo a uns novos vizinhos que chegaram lá e… - disse ele a suspirar – E encontrei uma rapariga linda, que fez o meu coração disparar.
- O meu melhor amigo está apaixonado é isso? Qual é a parte para estares triste dessa maneira? – perguntou ela confusa
- A parte pior é que veio com o namorado. – disse ele cabisbaixo
- Como é que sabes que é namorado? Perguntaste-lhe?
- Não, mas com a cumplicidade que tem e que vi esta manha só pode.
- Chuck, o teu problema é julgares pelas aparências, e mesmo que sejam um casal que mal isso tem? Não podes lutar por ela na mesma? Não fiques assim, e se calhar é um bocado precipitado, pois só a conheceste ontem.
- Mas só eu sei como o meu coração acelerou quando a vi. Porque que isto só me acontece a mim Monique?
- Não sejas parvinho, Chuck Comeau. Agora para animar bora dar uma volta pode ser? – disse ela puxando-lhe pelo braço
- Não sei se me apetece…
- Não quero saber, anda levanta-te mazé – interrompeu ela e puxando-lhe mais pelo braço
- Está bem, bora lá. – disse ele dando-lhe um sorriso
- Este sim é o meu melhor amigo! – disse ela dando-lhe um beijo na cara, e saíram de casa e foram andado por a cidade

Horas depois, Vanessa e David voltaram para casa e começaram a tratar de casa, entre brincadeiras e limpar a casa, aquilo foi num instante, depois passaram para o piso de cima e começaram a pintar as paredes dos quartos e a por o quarto de cada um ao seu gosto. O quarto de David ia ser branco e o de Vanessa foi pintado de azul claro tal e qual como estava pintado na casa da tia.

- Mano, estou cansada. – disse ela sentando-se no chão
- Eu também! – disse ele atirando-se para o chão
- Mas falta uma coisa.
- O que, maninha? – disse ele confuso, pois já tinham acabado de pintar tudo
- Isto! – ao dizer isto ela pintou-lhe a cara, e levantou-se logo
- Queres guerra? É guerra que vais ter. – disse ele levantando-se
Ficaram ali os dois a pintarem-se um ao outro, como duas crianças. Ficaram assim ainda algumas horas até que se cansaram e renderam-se ao cansaço deitaram-se no chão cansados de tanta brincadeira.
- Acho melhor irmos tomar um banho e ir para a cama senão ainda adormecemos aqui. – disse ela
- É se calhar é mesmo melhor. Vamos lá então. – disse ele dando-lhe a mão para a ajudar a levantar
- Então até já, maninho. – disse ela dando-lhe um beijo na cara
- Até já, pequenina.

Foram os dois tomar banho e passado uma hora encontraram-se na cozinha, para comer alguma coisa para irem dormir pois o cansaço era tanto, que nem se aguentavam de pé. Comeram e subiram logo para os quartos, cada um entrou para o seu quarto.
Chuck e Monique tinham chegado da enorme volta que tinham dado, Chuck como cavalheiro levou Monique a casa.

- Então até manha, Monique. E obrigado por me teres feito abstrair dos problemas. – disse ele sorrindo-lhe
- Oh, não sejas parvinho. Até manha, e vê lá se deixas de pensar em coisas estupidas. – disse ela dando-lhe um abraço e um beijo

Chuck deixou-a entrar e seguiu o caminho para casa, chegou à porta de casa e olhou inocentemente para a casa de Vanessa que era mesmo em frente à sua. Ao olhar para a casa ele deu um enorme suspiro e ficou triste outra vez. Ele sentia-se mal por gostar de quem não devia, mas também não podia ser a causa de estragar aquilo que ela tinha com David. Mesmo não querendo o sorriso dela repetia-se mil e uma vezes na sua cabeça, fazendo com que ele cada vez ficasse mais deprimido. Foi ai que suspirou mais uma vez e entrou em casa, ao entrar viu os seus pais sentados no sofá.

- Boa noite, mãe e pai. – disse ele tentando disfarçar a voz triste
- Boa noite, filho – disseram os dois juntos
- Vou subir e ver se adormeço, estou cansado.
- Onde andaste? – perguntou a mãe
- Andei por ai com a Monique. Conversamos e fomos andando por ai.
- Está bem, filho. Olha, dorme bem. Até manha – disse a mãe se levantando e dando um beijo ao filho
- Obrigado mãe, tu também. E tu também pai.
- Obrigada, meu filho, e igualmente – disse o pai

Chuck subiu para o quarto, tirou a roupa e vestiu as calças do pijama e deitou-se em cima da roupa da cama com o computador ao colo, para ver se distrai-a um bocado.

Capitulo VI - Desistir ou resistir.
Spoiler:
Tinha passado uma semana desde que os irmãos tinham lá chegado, aquela manhã era o primeiro dia de aulas na nova cidade e para eles isso era um dia importante. David levantou-se e ia arranjar-se mas ao passar pelo quarto da irmã viu que ela ainda dormia, como já eram horas de acordar ele abriu a porta devagar e foi em bicos de pés até à cama e saltou para cima da cama, fazendo-a acordar sobressaltada.
- Boooommmm diaaaaaa, maninha! – disse ele ainda a saltar na cama
- Bom dia, só se for para ti menino David. – disse ela em tom de quem não tinha sido acordada da melhor maneira
- A menina é que não acordou lá muito bem disposta, isso é tudo por ser o primeiro dia de aulas? – disse ele sentando-se na beira da cama
- Não é porque o meu maninho saltou na minha cama o que me fez acordar mal disposta, tu sabes que detesto que faças isso David. – disse ela levantando-se a sorrir e deu um beijo ao irmão e dirigio-se para o quarto de banho
- Não, não, não….- disse ele correndo para a frente dela – eu é que vou lá primeiro, levantasses-te mais cedo. – disse ele correndo para a casa de banho
- Estupido! – gritou Vanessa para David que estava a dar uma gargalhada
Depois de David sair do quarto de banho, Vanessa foi logo a seguir. Depois de ambos estarem preparados foram tomar o pequeno-almoço preparado por David, sentaram-se e comeram rápido pois não queriam chegar atrasados no primeiro dia de aulas. David e Vanessa acabaram de comer e foram logo buscar as coisas da escola e dirigiram-se para o carro de David, carro que David tinha comprado com o dinheiro que os pais tinham deixado, era um carro preto de marca Mini Cooper , com riscas brancas. Eles entraram no carro e David seguiu logo para a escola da irmã pois a sua ficava depois da dela, chegou à entrada da escola e parou o carro.
- Bem maninha, boa sorte e bom dia de aulas. – disse David sorrindo
- Obrigado maninho, para ti também. Olha na hora do almoço vens almoçar comigo? – disse ela dando-lhe um sorriso
- Sim, eu só tenho aulas de manha hoje, por isso eu venho-te buscar para almoçarmos juntos. – disse David dando-lhe um beijo na testa
- Obrigado maninho, eu também só tenho aulas depois ao fim da tarde. Até logo maninho – disse Vanessa dando-lhe um beijo na cara e saindo do carro
Vanessa entrou na nova escola e sentiu-se um bocado deslocada, mas foi andando até que viu ao longe o seu vizinho o Chuck. Ela dirigiu-se até ele, ele estava acompanhado por uma rapariga, que era a melhor amiga dele. Ela foi até ele, e tocou-lhe no ombro.
- Olá Chuck. – disse ela sorridente
- Ola, Vanessa. Tu por aqui? – disse ele meio atrapalhado
- Sim, parece que a escola me chama.
- Pois. Esta aqui é a minha melhor amiga, Monique Stuart – disse ele apontando para a amiga que estava ao lado – E Monique esta aqui é a Vanessa Desrosiers – virando-se para Monique e apontando para Vanessa
- Muito prazer, Monique. – disse ela sorrindo
- O prazer é todo meu. Em que curso te inscreveste? – perguntou Monique curiosa
- Eu inscrevi-me em Música, sou mais virada para essas artes.
- Nós também estamos nesse curso… - disse Chuck encantando
- Só há duas turmas com essa escolha, com sorte ficas na nossa. Não é Chuck?– disse Monique que viu que Chuck estava atrapalhado
- Sim, claro…
- Agora precisava era de ir ao gabinete do diretor, para ver em que turma fiquei, mas eu não conheço nada disto aqui. – disse Vanessa desviando o olhar para Chuck
- Aqui o Chuck, leva-te lá. Eles já conhece isto como as palmas da mão dele. – disse Monique fazendo com que Chuck desperte
- O que? Eu? Eu? – disse Chuck a gaguejar
- Há aqui mais algum Chuck por acaso, e vê se és mais cavalheiro pah. – disse Monique a rir
- Se não me quiseres ajudar não há problema nenhum. – disse ela em tom desiludida
- Não, quer dizer sim… Eu levo-te, não há problema nenhum. – disse Chuck atrapalhado – Monique queres vir?
- Não, obrigado. Eu fico bem aqui, ate já. – disse Monique fazendo sinais com a cabeça para que ele percebe-se para ir em frente com Vanessa
Chuck abanou a cabeça a dizer que não para Monique, e seguiu com Vanessa para o gabinete do diretor, foram quase todo o caminho calados, mas como Vanessa não gostava de estar em silencio com ninguém e também gostava de conhecer melhor Chuck.
- Que instrumento gostas de tocar? – disse Vanessa
- Eu, eu, gosto de tocar bateria, ela é a minha paixão, mas também sei tocar baixo e tu? – perguntou ele mais uma vez atrapalhado
- Por mais incrível que pareça, a minha paixão é a mesma que a tua, bateria. O meu irmão é que é mais virado para as cordas e toca baixo, eu cá não tenho muito jeito para cordas. – disse ela com o sorriso que o deslumbrou
- Espera lá, disseste irmão? Tu tens um irmão? – perguntou ele acordando do deslumbre e ficou baralhado
- É claro que tenho, tu conheceste-o no outro dia. O David, o rapaz que veio à porta? – disse ela não percebendo o porque dele estar baralhado
- Ele é teu irmão?
- Sim pensavas que era o quê? – disse ela parando em frente ao gabinete do diretor
- Nada, esquece, parvoíces minhas…pronto pensei que ele fosse teu namorado. – disse ele sorrindo
- Meu namorado? Não, ele é o meu mano, é o menino do baixo. – disse ela sorrindo
- Boa – disse ele deixando escapar aquele pensamento em voz alta
- Boa? Porque? – disse ela confusa
- Nada, bem parece que chegamos – disse ele apontando para o gabinete
- Obrigada Chuck! – disse ela dando-lhe um beijo na cara, mas com a atrapalhação dele quase davam um beijo na boca, o que se calhar não se importavam
Ela entrou para o gabinete e ele ficou estático à porta como quem tivesse visto deus. Ele ia-se embora a quando que pensou melhor e decidiu ficar à espera dela, porque se calhar ela depois precisava de ajuda para ir para a sala. Ele estava, tao contente por ela lhe ter dito que o David era seu irmão que o seu sorriso quase fixava na sua cara, afinal ele sempre podia tentar conquistar a rapariga que gostou desde o primeiro minuto que ela abriu a porta e sorriu para ele, afinal aquele namoro sempre podia ser possível sem ter que estragar nada. Era o dia mais feliz da sua vida, estava em pulgas que ela saísse daquele gabinete e dizer que era da turma dele, e tinham também a bateria em comum. Aquilo não podia ser melhor, já vagueava pelos pensamentos, quando ouviu a porta abrir-se, e ela saiu de lá com o horário na mão.
- Boa, então qual é a turma em que ficaste? – disse ele sorrindo
- Esta aqui – disse ela voltando o papel para ele e com esperança que ele dissesse que era a turma dele
- Ohhh… - fez cara de desiludido – És da nossa turma, boa. – disse ele sorrindo
- Parvo, assustaste-me pensava que tinha ficado com a outra turma. Não se faz isso. – disse ela rindo-se depois
- Desculpa! Agora vamos lá em baixo e vamos dizer à Monique para depois irmos para as aulas senão os professores matam-nos.
-Está bem, vamos lá. – disse ela olhando-o sorridente
Desceram as escadas e foram ter com Monique que estava sozinha sentada num banco. Ela não era dada muito à convivência, e era um bocado estranha parecia que estava a esconder algo, pelo menos era o que Vanessa achava. Ela estava a escrever uma mensagem para alguém, pelo menos estava a escrever no telemóvel, eles chegaram à beira dela e ela assustou-se pois não percebeu que eles se aproximavam.
- Monique, esta é a nova aluna da nossa turma. – disse Chuck todo sorridente
- Boa, e tu já não te atrapalhas nem nada Chuck. Andamos a ter progressos – disse ela gozando com ele
- Cala-te Monique! – disse Chuck vermelho e envergonhado enquanto Vanessa se riu
- Bom, acho que é melhor irmos para a aula, esta a tocar. – disse Vanessa mudando de assunto
-Realmente é melhor, senão aqui ao Chuck vai-lhe dar uma coisa mal. – disse Monique gozando
- Mau, menina Monique – disse ele dando-lhe um murro no braço
- Ai essa doeu, oh Mr. Atrapalhado – disse ela fazendo nariz empinado
Chuck sorriu para Vanessa que o olhava carinhosamente, enquanto Monique começou a andar para ver se não ficava a fazer de vela. Eles foram para a aula de música, onde foi apresentada Vanessa à turma e começaram logo a tocar instrumentos, a professora pediu a Vanessa que tocasse o instrumento que tivesse mais à vontade e ela escolheu a bateria, claro. Chuck estava no outro canto com uma bateria também, mas este não parava de olhar para Vanessa, Monique estava ao lado de Chuck com o baixo na mão e reparou que ele estava mesmo apanhado por aquela rapariga, nunca o tinha visto assim.
- Chuck, vai em frente moço! – disse Monique
- Ah? Vai em frente onde? – disse Chuck confuso
- Chuck, não me faças de parva. Vê-se a milhas que tu estas deslumbrado pela Vanessa, por isso vai em frente.
- Sim eu vou fazer isso, mas não sei é como. – disse ele perdendo o sorriso
- Isso é contigo, melhor amigo. Mas ela também parece gostar de ti.
- Achas? – perguntou mas ela encolheu os ombros e afastou-se
Chuck ficou a pensar no que Monique tinha dito. Vanessa tinha passado a manhã com Chuck por perto e ela achava-o tão simpático e carinhoso, ela pensava que estava a começar a gostar do Chuck, mas será que era isso que o coração lhe dizia, ela estava totalmente confusa, perdida nos pensamentos. Finalmente o toque deu sinal de si, eles arrumaram a sala e saíram. Vanessa e Chuck ficaram para trás, mas Monique saiu apressada e nem esperou por eles. Monique saiu disparada , de tão rápida que ia ela só olhava para o chão, nem reparava o que estava à volta. Ela apressada como estava foi contra alguém, que fez que os livros que levava caíssem no chão e ela caísse também. Ela olhou para cima e viu um rapaz loiro não muito alto, mas bonito e com um olhar meigo, esse rapaz era David.
- Desculpa! Magoaste-te? – disse David
- Não faz mal. Não, não te preocupes. – disse ela
- Eu ajudo-te. – disse ele dando-lhe a mão
- Obrigada.
- Ora essa, tu caíste por minha causa, é a minha obrigação ajudar-te. – disse ele com um sorriso que a deixou deslumbrada
- Não..Não era preciso. E…E a culpa é minha que devia estar mais atenta por onde ando. – disse Monique atrapalhada
- Não faz mal, está aqui os livros todos. – disse ele entregando-lhe os livros
- Obrigada. – disse ela indo para casa mas sempre a olhar para trás
David esperou a irmã que estava demorada, ele estava a começar a stressar por estar ali à espera. Depois de quase meia hora Vanessa aparece ao portão acompanhada, por espanto de David, do Chuck. Ela veio ter com o irmão e Chuck seguiu o caminho para casa.
- Bem maninha, estavas muito bem acompanhada ali pelo rapaz antipático. – disse ele sorrindo
- Mau, ele chama-se Chuck. – disse ela com nariz empinado
- Bem de caminho dizes-me que ele vai ser o meu cunhadinho. – disse ele fazendo-se de espantado
- Vamos maze embora. – disse ela entrando no carro
- Maninha, isso é mesmo sério? Mas mudando de assunto esta escola, é só pessoas stressadas, ainda ao bocado uma rapariga quase me levava à frente.
- Era bonita pelo menos?
- Sei lá. Muito sinceramente nem reparei, era muito nova maninha. Tu sabes que só me interesso por mulheres mais velhas. – disse ele rindo-se a seguir
- Falou o garanhão do sitio – disse ela dando uma gargalhada
David seguiu para um restaurante para irem almoçar, e depois passarem um bocado de tempo juntos antes de ela voltar à escola.


Última edição por ComeauSP em Qui Nov 22, 2012 10:02 pm, editado 10 vez(es)
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por ComeauSP em Sab Out 13, 2012 6:02 pm

E já está publicado mais um capitulo da minha fanfic. Espero que gostem e que mandem comentarios :)
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por Convidado em Sex Out 26, 2012 2:58 pm

Olááá!

Bem eu tinha lido e comentado o 1º capitulo no outro fórum, mas como estou viciada neste fórum então já sabes que passarei a comentar por aqui!

Well well, se a memória não me falha, David e Vanessa são dois irmãos que não tinham uma boa relação mas com a perda dos pais aquilo melhorou. Então o 1º cap é quando eles decidem ir viver com a tia certo?
Então no 2º capítulo vi que a relação entre eles dois evolucionou! Bem que David levou-se uma surpresa agradável, vês, como podias ter percebido que vocês são mais parecidos do que imaginam? Era só haver uma oportunidade!
Não falta muito para que o David começe a tocar baixo, pois não? ;)

Ui, morarem sozinhos... Desafio!
Mas eu acredito que vão-se levar bem!! E bem, certamente irão conhecer as suas caras-metade xD!

Bem, agora só falta ler o terceiro capitulo, que é onde certamente começará a entrar a emoção!

Fantástica fic, adoro! Continua PandaCute

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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por ComeauSP em Dom Out 28, 2012 6:00 pm

Missromance escreveu:Olááá!

Bem eu tinha lido e comentado o 1º capitulo no outro fórum, mas como estou viciada neste fórum então já sabes que passarei a comentar por aqui!

Well well, se a memória não me falha, David e Vanessa são dois irmãos que não tinham uma boa relação mas com a perda dos pais aquilo melhorou. Então o 1º cap é quando eles decidem ir viver com a tia certo?
Então no 2º capítulo vi que a relação entre eles dois evolucionou! Bem que David levou-se uma surpresa agradável, vês, como podias ter percebido que vocês são mais parecidos do que imaginam? Era só haver uma oportunidade!
Não falta muito para que o David começe a tocar baixo, pois não? ;)

Ui, morarem sozinhos... Desafio!
Mas eu acredito que vão-se levar bem!! E bem, certamente irão conhecer as suas caras-metade xD!

Bem, agora só falta ler o terceiro capitulo, que é onde certamente começará a entrar a emoção!

Fantástica fic, adoro! Continua PandaCute


Obrigada por teres lido e pelo apoio :)
Já está disponível mais um capitulo...espero que leias e continues a gostar :)
E depois de ler diz-me o que achas que irá acontecer a seguir? Fico à espera da tua opinião e se tiveres alguma sugestão para a fic, estarei sempre pronta a ouvir :)
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por Convidado em Seg Out 29, 2012 4:35 pm


Hi hi hi

- Não amues, maninha! Não és assim tao grande, não é? – disse David pegando com a irmã
- Deixa lá que tu és enorme. – disse ela começando a rir

Hm, o meu irmão também gosta muito de me chamar pequenina, ah Vanessa, tem que se ter paciência com estas torres eiffeis.


Olha, mal chegam, e recebem-nos logo, e muito mais com um gajo daqueles.. Pele moreninha, olhinhos esverdeados... hmm!
Eu bem sabia que a Vanessa iria conhecer alguém interessante, e bem, eis aqui o tal acontecimento!

Realmente, até eu duvido por que razão alterou o seu humor mal conheceu o David... hmm?
Continua!

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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por ComeauSP em Seg Out 29, 2012 6:32 pm

É a Vanessa vai ter que ter paciência com o David, mas eles vão continuar a pegar um com o outro....aquilo não vai deixar de acontecer, e ele às vezes acha-se alto mas não é muito mais que a irmã xD

Parece que naquela cidade são muito acolhedores, e infelizmente o que não é verdade por muito sitio na vida real. E sim, um rapaz como o Chuck a fazer a primeira visita é de uma rapariga ficar nas nuvens :)

Vais ficar a conhecer muito brevemente, no proximo sábado já terás umas luzes do porque de Chuck ter reagido assim ;)

E Obrigada pelos teus comentários, são de quem a aprecia a fic e eu gostei de saber que a minha fic te interessa ;)
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por Convidado em Ter Nov 06, 2012 3:19 pm

Ein, então já começamos a ver o romance, não é?

O Chuky apaixonou-se à primeira vista, e Vanessa, também está caidinha por ele. Come on, dêm a vocês dois uma chance, que vão ver irão acertar.
A Monique a tentar animá-lo, senti que algo assim já deve acontecido ao Chuck, ou me equívoco?
Ele pensando que Vanessa e David eram namorados... Ai quando ele souber que estava errado, tenho a certeza, que ele irá tentar conquistá-la de todas as formas possíveis!

Espero até Sábado amiga, pelo próximo capítulo, que sinto que vai ser emocionante!

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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por ComeauSP em Ter Nov 06, 2012 5:21 pm

Missromance escreveu:Ein, então já começamos a ver o romance, não é?

O Chuky apaixonou-se à primeira vista, e Vanessa, também está caidinha por ele. Come on, dêm a vocês dois uma chance, que vão ver irão acertar.
A Monique a tentar animá-lo, senti que algo assim já deve acontecido ao Chuck, ou me equívoco?
Ele pensando que Vanessa e David eram namorados... Ai quando ele souber que estava errado, tenho a certeza, que ele irá tentar conquistá-la de todas as formas possíveis!

Espero até Sábado amiga, pelo próximo capítulo, que sinto que vai ser emocionante!

Os dois, apaixonaram-se à primeira vista e só tem mesmo o problema de ele pensar que David era namorado de Vanessa. O Chuck já teve uma relação meia assim, mais para a frente isso vai entrar na história. O Chuck é rapaz para pensar demais antecipadamente e dá para estes erros, mas tudo se vai resolver, e muitos momentos românticos, vão viver estes dois.

Mais uma vez gostei imenso do teu comentário, espero estar a transmitir as ideias certas... pelo menos parece que estou a conseguir . E Obrigado por estares a seguir e a gostar da fic :)

Mais surpresas irão vir para Sábado ;)
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por Convidado em Qua Nov 21, 2012 3:01 pm

OnGCute

Já temos casais:


Veronica x Chuck
Monique x David

Essa é uma boa notícia que não se ouve todos os dias, não é? Afinal soube que era irmão dele *finalmente*
Mas também não é preciso ficares atrapalhado homem! Deslumbra-a com os teus encantos hahahaha
E o David, nem reparou na Monique (se bem que sim, com a pressa...), mas viu que era nova, e ele não gosta de mulheres novas?
Ai David, lembra-te das minhas palavras: vou-te cortar a língua!
Sim! Porque tenho a certeza que vais-te apaixonar pela Monique!

Espero que as coisas entre David e Chuck melhorem... (muito mais agora, que futuramente serão cunhados, tiriri) OnCheer2

Já sabes, espero ansiosa por Sábado! OnCool

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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por Anne Margareth em Qui Nov 22, 2012 1:04 am

Bom, o que te tenho a dizer é que estive a ler a tua história! E adorei, aquilo que li!

1º Capítulo: adorei a proximidade dos dois irmãos, realmente é naquilo que às vezes corre mal que nos torna mais fortes e capazes de ultrapassar todas as barreiras, e obstáculos.

2º Capitulo: A consciência do David que se calhar há algo que deve ser melhorado, em relação à sua irmã e o facto de a ver como alguém que a venera. Depois há também o telefonema da tia Eduarda que se prontifica a tomar conta deles.

3º Capítulo: O enterro dos pais, e toda a discrisão que é feita apartir que a Vanessa deixa o cemitério a fim de procurar refúgio para ador tão grande que sentia naquele momento. Gostei também desta Tia Eduarda, a maneira de ser dela, que é uma pessoa alegre e feliz e gosta, verdadeiramente, dos sobrinhos. E oito anos mais tarde, ajuda-os emprestando-lhe uma casa em Canadá.

4º Capítulo: A apresentação do Chuck e o consequente ciúme que tem do David. (Faz-me lembrar o meu querido mano) O facto da Vanessa pensar no Chuck e cismar com ele, Ah! Algo de diferente nele!

5º Capítulo: A Monique, a melhor amiga de Chuck, que o aconselha a não desistir, e a lutar pela rapariga.

6º Capítulo: O contentamento de Chuck ao saber que Vanessa e David afinal são irmãos.

Ponto dois: Tens uma escrita fluída, com algumas palvras mal acentuadas, mas continua.

Em suma: CoNtInUa depressa! Estou viciada na tua história.


Beijinhos,
Fan Joana Alvarenga


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Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada (Novo Capitulo)

Mensagem por ComeauSP em Qui Nov 22, 2012 10:51 pm

Ora bem,
Miss Romance:

Uma simples correcção é Vanessa e não Verónica xD
E por isso, talvez é que essa noticia o fez ganhar o ano, ele ficou mesmo radiante. Mas por outro lado os nervos dele quando está perto dela é um bocado constrangedor, mas quem sabe ele passe essa fase...O David sempre gostou de mulheres mais velhas mas talvez desta vez não seja uma mulher mais velha a rouba-lhe o coração e realmente ele devia-te dar ouvidos xD
E os futuros cunhados talvez se comecem a dar melhor xDD E já esta aqui o novo capitulo pois não pude postar no sábado passado :)

Fan Joana Alvarenga:

Obrigado por teres lido :) Parece que és a minha recente leitora e ver que estás a gostar é optimo saber.
O que destacaste de cada capitulo é exactamente a mensagem que pretendo passar. E para o desenrolar da historia esses pontos são essenciais. Pois ao longo da historia a relação dos irmãos que se "davam mal" vai sofrer uma enorme mudança e mesmo com as dificuldades eles vão se apoiar. Depois as relações que se seguem vão tambem ser essenciais para o desenrolar da fanfic, pois muita coisa inesperada, por bom motivos e maus, vão aparecer.
E sim eu sei que a minha escrita ainda tem alguns pontos que tenho que melhorar, mas também estou a cada capitulo melhorar um bocadinho e espero não desapontar as minhas leitoras. E também é a minha primeira fic, logo ainda estou muito fresquinha neste mundo da escrita, mas com a vossa ajuda espero melhorar.
É bom saber que estás viciada na minha historia, espero nunca te desapontar. Todas as semanas terás um novo capitulo e como na semana passada não postei aqui está mais um capitulo. ;)

Capitulo 7 – Pega na minha mão

Aqui está o novo capitulo e sábado estará outro disponível, espero que gostem e fico ansiosa por os vossos comentários, caras leitoras :)

Beijinhos
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Não Existem Coisas Más! - Novo Capitulo

Mensagem por ComeauSP em Seg Nov 26, 2012 9:18 pm

Mais um novo capitulo!

Capitulo 8 – O coração não mente…Será?


E aqui está, mais um capitulo, fresquinho ;)
Beijinhos, Boa Leitura :)
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por Anne Margareth em Ter Nov 27, 2012 3:21 am

Olá! Li a tua história e estou a gostar... Aquela cena do retaurante :) e depois a construção do primeiro beijo, lol! Posteriormente, o cabelo do David, a cor, e o facto da irmã gostar e apoiar a decisão.
Na epígrafe do capítulo 8, quando dizes: O coração não mente... Será? É muito complicado, será que ele não mente, será que nunca se engana?
Bom, quanto há estrutura do texto, deves evitar palavras repetidas, usa mais sinónimos.
E faz diálogos mais elaborados, por exemplo no excerto abaixo:
Código:
- O quê? Eu sabia, que vocês iam acabar juntos. Então aquela conversa de hoje de manha era sobre ele. Como é que eu não percebi isso. – disse David batendo na sua própria testa
- Porque és totó. – disse ela pegando com o irmão

-O quê? Eu sabia, que vocês iriam ficar juntos. - Afirma David - Então aquela conversa hoje de manhã era sobre ele - reflecte - como é que eu não percebi isso. - Fala batendo na sua testa.
- Porque és totó.
Não precisas de pôr sempre o interviniente em causa. Utiliza mais os pronomes, em vez dos dos nomes. Como posso comprovar pela:
"David percebeu a pressa e riu-se sozinho no carro. David viu a irmã a entrar e então seguiu para o cabeleireiro onde iria fazer a sua mudança de visual. Ele chegou ao cabeleireiro e aquilo estava cheio, mas David reconheceu o moço que lá estava, era um antigo colega de escola que se tinha mudado para o Canadá, ainda eles andavam na pré escola." David percebeu a pressa e riu-se sozinho no carro. Ele viu a sua irmã a entrar e então seguiu para o cabeleireiro para fazer uma mudança de visual, quando chegou verificou que o espaço estava cheio, foi então que reconheceu o empregado, este era um antigo colega de escola que se tinha mudado para o Canadá, quando frequentavam a pré escola." percebes?
Ah! Não faças frases tão longas. E tenta premorizares mais as descrições.
Não quero que tomes isto a peito, adoro a tua história sabes disso, só quero que melhores, porque acho que é uma das melhores histórias, basta teres em atenção determinados aspectos.
Beijinhos,

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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

Mensagem por ComeauSP em Ter Nov 27, 2012 3:27 pm

Não claro que não levo isto a peito, muito pelo contrario a tua ajuda é preciosa e vou reler os capítulos que já fiz e por a tua ajuda em pratica, muito obrigado pelos conselhos. E o que quero mesmo é que apontem os defeitos que é assim que se cresce. Muito Obrigada mesmo :)
Tento ter algumas situações cómicas para não ser tudo tão sério.
É o capitulo 8 é sobre o dilema coração/ pensamento que ainda ninguém descobriu quem tem razão. Tudo porque o coração dela diz para ficar com ele mas a cabeça não a deixa.
Obrigada pela ajuda e pelos elogios. Espero que continues a gostar, vou tentar não te desiludir com o desenvolvimento pensei para dar à historia.
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Capitulo Novo!! - Capitulo 9

Mensagem por ComeauSP em Sab Dez 08, 2012 10:42 pm

Aqui está o novo capitulo para lerem!! Boa leitura :)



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Capitulo 10 – Quando estou perto de ti, é difícil lutar contra os sentimentos.

Mensagem por ComeauSP em Ter Mar 12, 2013 2:25 pm

Capitulo 10, publicado!!
Boa leitura
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Re: Não Existem Coisas Más. - 1º Temporada

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