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Sinto a Tua Falta

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Sinto a Tua Falta

Mensagem por Sild-San em Dom Set 30, 2012 1:46 am

Se um dia te dissessem, te dissessem que tudo acabaria assim, tu irias rir, o riso iria encher a sala, afinal, sempre foste uma boa amiga e eu sempre fui um bom amigo. Talvez não perfeito, razoável, mas quem é que é perfeito? Mesmo quando te magoava, sabias que não era por mal, apenas a minha humanidade a manifestar-se, o desprezo, a repugnância, repulsa, tudo isso, a entrar em efeito, sobre determinadas pessoas. *essoal com rosto de pedra, coração de gelo, mãos tão duras como aço, pessoas que te fazem mal, mesmo inconscientemente, aquelas que te dão um nojo tão grande que te interrogas, como? Como é que as suas próprias mães os podem aturar? Como é possível, possível que alguém os consiga aturar?

E aqui estamos. Agora, neste momento, quer dizer, sei que provavelmente quando leres isto já se terá tudo passado, no futuro digo eu, enquanto planeio uma coisa, enfiar-te isto sorrateiramente na mala, numa flashdrive, para a encontrares e a meteres no computador, para leres isto, este ficheiro word, tudo o que se encontra na flashdrive. A tua curiosidade sempre levou a melhor de ti, sempre foste perspicaz, e embora possas não ter reparado, eu estive mal, muito mal, e ainda estou…posso dizer que sim, pois se não estivesse o que me levaria a cometer este ato, este ato tão dramático, que vai contra os nossos instintos humanos. Os de auto preservação, os de procurar estar saudáveis, resumindo todos os instintos que temos, que servem justamente para evitar o que estou prestes a fazer, ignorei-os, alarmes soam no meu cérebro, mas ainda o planeio fazer, agora é demasiado tarde, a decisão está tomada, se…por alguma razão encontrares a “pen” antes da hora peço-te, não me tentes parar, se alguma vez gostaste de mim, não me tentes parar, por favor, só tornarias as coisas mais difíceis, para mim…e para ti.

“Mas, porquê?” Podes estar-te a perguntar enquanto lês isto e percebes o que planeio fazer, consigo imaginar, a tua bonita voz, o teu puro semblante, tudo a desmoronar-se enquanto a dúvida te atravessa o corpo, fulminando-te como um raio, poderás mesmo ter deixado uma lágrima ou duas escapar. Afinal, o teu amigo, um dos teus grandes amigos, agora este aqui, eu mesmo, o que vocês conhecem como Tai…está prestes a desaparecer, a sua essência a afundar-se na terra, a sua alma a libertar-se, tudo isso, coisas terrenas, nada de importante.
Mas sim! Sim é importante! Que estou a dizer? Caramba é o fim de alguém? O meu fim, porque diria eu para não se preocuparem, para me ignorarem, para viverem a vossa vida como se nada se tivesse passado? Sei que estou a ser egoísta, sim, mas eu…tudo o que sempre quis foi a tua atenção, e tu, apesar de amigos, nunca ma deste no sentido que a queria. Sim, gostavas de mim, podia ver isso, mas não tiveste a coragem de avançar, e eu não tive a coragem de avançar, então no que ficámos? Apenas nada, tu e eu, ambos com medo ou vergonha de avançar, com medo de sairmos magoados, como dois idiotas, duas pessoas destinadas a estarem juntas, mas separadas pela amizade, não consegues ver quão trágica a nossa situação é? Devia-mos estar juntos e…em vez disso, aqui estamos, ou melhor aqui estou eu, nunca teremos hipóteses de estarmos juntos, o que é triste, mas não tão triste como tudo o que se têm passado.

Pelo que começo? Em primeiro lugar, sim, pois isto é importante, a minha depressão, não lhe vamos chamar outra coisa, vamos admitir, tenho estado deprimido, não há que ter vergonha disso, porque haveria? Tentei medicamentos, psicólogos, psicólogas, religião, fiz tudo o que podia, tudo o que me diziam era o que já sabia, “Você está deprimido…”, oh, obrigado, será que você é o Sherlock Holmes disfarçado? Que estou deprimido sei eu, quero uma cura, algo que pare a dor intensa que eu sinto, tanto física como mental, e não, não quero outra consulta, dizem que tenho que dar tempo ao tempo, mas não me vai ajudar a lidar com os sentimentos que tenho entre cada consulta, e olha que é um bom tempo! Não, adivinha quanto tempo achas que é? Uma semana? Duas semanas? Três? Talvez mais? Normalmente é mais do que isso, é mais do que tudo, dois meses, ou…se estiver com sorte, um mês e meio, achas que isso me ajuda? Não!

Tentei dizer-te, como me estava a sentir e como te amava, mas foi tarde demais, à medida que o tempo passava, a minha vontade diminuía, tudo deixava de me interessar, tudo, até o meu amor por ti, percebes agora a situação desesperada em que me encontrava? Tudo me parecia...terreno, sei que já usei a palavra, mas é a certa…trivial, inútil, deixei de sentir vontade de fazer tudo, ou nada, qualquer coisa, sei lá, nada me fazia sentido, lamento, mas agora é tarde, mesmo muito tarde…

Jogava-mos futebol, tu sempre foste uma “Maria Rapaz” e talvez tenha sido por isso que te tenhas tornado em algo que eu gostasse, que eu desejasse, que eu amasse, mas, como tudo na minha vida, deixou de me interessar, deixaste de jogar, deixei de jogar. O meu símbolo sempre foi a coragem, sempre foi por isso que fui conhecido, e disseram-me que esta é a saída dos fracos, mas agora, aqui vou eu, estou cansado, cansado de tudo, das mágoas, da dor, da vida, de tudo, espero que me perdoes, eu amo-te, sempre te amei, sempre te amarei, esperarei por ti no paraíso, se é que vou lá parar, conhecendo a minha sorte provavelmente não vou para lá, mas sim para o inferno.

Adeus, despede-te dos meus pais, dos nossos amigos, de toda a gente por mim, embora não te possa ter, o que lamento, o meu maior lamento continua a ser apenas uma coisa, não te ter dito a verdade…tudo antes, antes disto, e agora, tudo é inútil, adeus Sora, adeus, celebrem a vida, não a desperdicem consigo perceber isso agora, adeus…acho que no fim, tudo acontece por uma razão.

******************************************************


Por mais que leia a carta de suicídio do Tai…a tua carta de suicídio ainda não consigo compreender, compreender como é que tu me pudeste fazer isto, não só a mim, embora eu tenha sido afetada, mas também a toda a gente, enquanto me viro e reviro, eu vejo…vejo o efeito que tu tiveste em todos, embora nenhum de nós tenha a coragem para falar sobre ti…pois a dor só iria aumentar, eu sei uma coisa, segundo a física, “Para cada reação existe sempre uma reação oposta e de igual intensidade”, nunca a tinha percebido realmente, mas agora, por mais triste que possa parecer, percebo…percebo realmente, e lamento, lamento mesmo muito, e se é verdade que, para cada reação existe uma resposta, então, em suma a ação do Tai… a tua ação…por mais cobarde que tenha sido causou uma resposta, uma resposta que…na verdade…por mais que me custe admitir, foi difícil de perceber, a sua intensidade e dimensões demasiado grandes para serem compreendidas realmente, até estarem a acontecer, e a caírem sobre nós, abafando-nos, tornando-nos em alguém que teme a dor, que evita-a a todos os custos, tornando-nos em alguém que só vive uma meia viva, uma vida que não é usada a pleno, e se não vivemos a pleno então…porquê viver?

Oh Tai, será que quando o fizeste, que quando tão cobardemente desististe…desististe da vida, será que sabias o quão irias fazer as pessoas sofrer? Provavelmente sabias, no entanto…e mesmo assim, mesmo sabendo o quanto nos magoarias, acabaste com tudo…és um fraco, não passas de alguém que não teve a coragem para pedir ajuda.
Se quisesses realmente, se quisesses realmente podíamos ter arranjado uma solução, juntos! Poderíamos ter tratado do assunto, para que tu voltasses ao teu eu normal, ao Tai que eu sempre conheci, e que sempre adorei, mas assim… assim nem sei o que pensar de ti!

Quer dizer, tu sempre foste corajoso, era o que te definia, o que te tornava…bem o que te tornava o Tai, em todas as aventuras que vivemos juntos, nem uma vez te vi desistir, seria de esperar que alguém com a tua experiência saberia melhor…saberia que se quisesse poderia ter a minha ajuda, a ajuda do Oliver, do Mike, do Matt, até da tua irmã, tu não sabes o que a tua irmã está a passar, e tudo por tua culpa, sinceramente, como…como foste capaz, será que és estúpido?

Quer dizer, como pudeste? COMO PUDESTE FAZER ISTO? É UMA VIDA, ALGO QUE PRECISA DE SER TRATADO COM TODO O RESPEITO, NÃO ERA SÓ UMA VIDA, ERA A TUA VIDA, MAS QUEM É QUE TU PENSAS QUE ÉS, A TIRARES A TUA PRÓPRIA VIDA COMO SE FOSSE APENAS O EMBRULHO DE UM CHOCOLATE…É UMA COISA PRECIOSA!

Ok…Ok…tenho que me acalmar, afinal, ninguém vai ler isto, quando o meter na tua sepultura, quando o fizer…talvez alguma idosa de luto, ou quem sabe…quem sabe um do nosso grupo, um dos “escolhidos”, talvez…sinceramente não sei, alguém pode apanhar o papel, dobrado entre um ramo de flores, e lê-lo, embora não perceba quem é que o possa querer fazer…alguém interessado em ti talvez? Na tua história, na tua vida, não que todos os detalhes estejam à vista, claro, o que nós passamos, pouca gente sabe disso, pois…é assim.

E quanto à depressão? Todos os dias desde que encontrei a pen, todos os dias culpo-me a mim mesma por não ter percebido isso mais cedo, se eu soubesse…é essa a maior culpa que eu meto em mim mesma…se eu soubesse, quer dizer, fizeste a minha mente explodir, se eu soubesse, podia ter mudado tudo, talvez se namorássemos, se namorássemos não disto teria acontecido! Quer dizer, a culpa disto também é minha, estava-mos juntos todos os dias e mesmo assim, não reparei…eu…não…reparei!

E aqui vêm as lágrimas de novo, eu não entendo, porque é que fizeste isto, eu..eu não posso, isto está-me a matar, todas as revelações, sabes o quão difícil é para uma rapariga ver que o seu melhor amigo se matou, ainda mais depois desse melhor amigo admitir que a ama? Sabes, tens alguma ideia? Enfim, não…não tens nenhuma ideia do quão complicado é, e nunca terás, porque te mataste…e esse, esse não é o Tai com quem cresci, perdi todo o respeito por ti, lamento mas é a verdade, todo o respeito, todo o carinho, tudo, perdidos, pela dor que me causaste, e a todos, já chega para mim, eu preciso…preciso de me afastar de tudo isto, não consigo viver com a dor que tu me causaste, todos os locais onde estou, por onde passo, tudo, memórias, por todo o lado, o parque onde corremos, tudo, bem que se lixe, pode parecer que me vou matar, e tu gostarias não é? Gostarias que eu fosse para o pé de ti, mas não, não vou, ao contrário de ti, eu vou aguentar, e receber toda a dor que tu me causes.

Porque no final, se há uma coisa que eu sei é que…apesar de não tão corajosa como tu, sempre aguentei melhor a dor, e não digo que a tua dor seja algo ínfimo, pois não é, para derrubar alguém como tu seria preciso muito mais, no fim sempre fui conhecida pelo meu amor, e é o meu amor às pessoas que me salva, que me impede de seguir as tuas passadas, e quão adequado é isto, que seja conhecida pelo meu amor e tu pela coragem, porque bem, na verdade…não sei se te devia dizer isto, afinal, não mereces, mas devido ao que me escreveste na carta…e…bem, que se lixe! Devido ao que me escreveste na carta fiz uma introspetiva a mim mesma e descobri algo chocante, algo que te podia ter salvado, no final tinhas razão e bem…sei que não vais ler isto, ou se leres, que será num sitio onde não me poderás responder, mas se..por algum acaso, numa volta do destino, me conseguires ver, a escrever neste momento sabe que…não importa o que quer que tenhas feito, continuas a ser e sempre serás o meu verdadeiro amor, para que fique registado, pois eu vou desaparecer, eu amo-te Taichi! Agora e para sempre!

Bem, é hora de eu ir, amo-te:

Sora





Sim, eu sei, tecnicamente os nomes fazem disto uma fanfic, na verdade foi escrita com nomes originais, e com personagens originais em mente, mas, para poder postar no fanfiction.net, tive que mudar para as personagens do"Digimon" e gravei esta versão por cima do ficheiro original, por isso, podemos todos imaginar que isto são personagens originais? Afinal, criei-as com OC's em mente, não as personagens

Não sei, só tenho que me lembrar dos nomes originais deles
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Sinto a tua falta - 2ª parte

Mensagem por Sild-San em Dom Set 30, 2012 1:55 am

Olho lá para fora enquanto penso no que escrever...enquanto olho para o mundo exterior a dor não me domina, o simples exercício de olhar faz-me sentir mais quieta, mais calma, como se estivesse a esquivar a dor, faz-me sentir ocupada presumo.
A voz na minha cabeça, a minha consciência está, como sempre a dizer-me que a culpa não é minha, que não podia ter feito nada, que o meu irmão estava doente, mas eu não acho isso, ele era o meu irmão, não podia ser estar tão doente, quer dizer e se…e se ele estava assim tão mal porque não me pediu ajuda? Quer dizer poderia ajudá-lo claro, não tenho nenhuma formação em nada disto, mas a minha grande vontade de ajudar seria suficiente para compensar isso, ou não? Não sei, mas uma coisa sei, ao contrário da Sora, que agora está desaparecida juntamente com o meu irmão, embora segundo a carta que encontrei não morta, eu sei que estavas mal, tanto que não era segredo nenhum que estavas a ser acompanhado por psicólogos, todos em casa sabia-mos, quiseste manter em segredo dos teus amigos, e nós concordámos relutantemente, afinal, a decisão era tua, era uma coisa pessoal, mas agora interrogo-me, será que fizemos bem, será que tudo o que nós dissemos e não dissemos, escondemos, será que fizemos bem?

Eu suspiro e suspiro, mas a verdade é que a carta da Sora e até a tua mesmo, já disseram tudo o que eu disse aqui, e como alguém que leu as duas, nem sei porque é que estou a fazer esta, não vou fugir e esconder-me, como a Sora, ou então matar-me, como o meu irmão, acho que só quero acabar esta recoleção de eventos, se é que isto faz sentido, afinal, temos uma do suicida, uma da namorada, e…porque não? Uma da irmã.

Será que eles são considerados namorados? Agora que ambos revelaram o seu amor por cada um, sim, só de entrar no quarto do meu mano via-se que tinhas um fraquinho de longe, a começar pelas inúmeras fotografias e materiais partilhados pelos dois, e, embora nunca tenha entrado no quarto da Sora, não à anos pelo menos, presumo que esteja senão igual, então parecido, apenas espelhado, com fotos do meu maninho.

Mas claro, que nem tudo é rosas, e mesmo que fossem, não há rosa sem espinhos, é assim a vida, e embora tudo isto me impeça de sorrir, ainda estou contente com a vida, se há uma coisa que o Tai ensinou com tudo isto, foi em apreciar a vida, porque nunca sabemos o que pode acontecer, mas ainda o amo, não existe problema, ele é o meu irmão, faça o que fizer nada muda isto, não posso escolher a minha família, mas, se pudesse, continuava com a família que tenho, e o Tai, por mais que tente não consigo deixar de o amar, é quase uma obsessão, agora que ele desapareceu, a necessidade de ter uma boa imagem dele é tudo o que o mantêm vivo na minha cabeça…e no meu coração.


Eu não me culpo, pois isso iria destruir-me no interior, apenas pondero, será que poderia haver outra sequência de eventos que levasse a um final mais feliz, será que a Sora e o Tai poderiam ficar juntos nalguma realidade, ou será que este era o que o destino tinha planeado para eles, um romance trágico, que nem Romeu e Julieta? Isto é assim, mas o que aconteceu aconteceu, e eu vou sofrer em silêncio, como é o meu dever, sei que me foi oferecida ajuda profissional, mas não posso evitar, depois do que li na carta de suicídio dele, não pude aceitar, não seria certo, porque se ele não conseguiu, qual a probabilidade de me ajudar a mim? Sei que os psicólogos e psicólogas não são tolos, que têm que ser inteligentes para conseguirem o curso, e mais, a medicina não deve ser fácil, deve envolver biologia, e farmacologia, e muito mais, mas mesmo assim não consigo, simplesmente não…sinto que seria uma traição ao meu irmão, e mais, seria algo que me faria reviver tudo o que senti ao descobrir o corpo dele…choque, dor, compreensão, traição…


Lembro-me perfeitamente do que se passou…e como me podia esquecer? A sora, veio ter comigo…e nós corremos e corremos, tentando encontrar o Tai, ele não estava no seu quarto, nem em casa de nenhum dos seus amigos, não estava em nenhum dos pontos em que andava, talvez se tivesse escondido para não ser descoberto, mas não…tinha simplesmente subido a um edifício, foi ai que o descobrimos, eu, a Sora, todos, uma multidão tinha-se formado à volta do edifício, e podia ver que ele estava embaraçado, nunca fora um para ter a atenção de todos, não gostava de atenção, ao ver-nos os seus olhos encheram-se de emoção, ou pelo menos presumo que tivesse sido emoção, era difícil dizer com ele a trinta metros acima de nós, vi-o a recuar, talvez, por uns momentos o meu coração encheu-se de esperança que ele fosse recuar, mas não, ele correu e saltou, por um momento o seu corpo ficou ali, pairando no ar, o tempo parado, comigo a apenas conseguir olhar e depois, quase comicamente, caiu, de cabeça, para o chão, numa queda em linha reta, pela vertical, não me lembro de muito mais depois disso, foi como se o meu cérebro se tivesse desligado, lembro-me de gritar, de sentir alguém a agarrar-me para eu não ir a correr ter com ele, de um barulho alto e de um grito da multidão quando ele se despedaçou em mil pedaços, nesse momento odiava-os a todos, à multidão, por estar a observar o que devia ser algo privado, as forças especiais por não agirem, os meus pais, todos.


Tiveram que usar espátulas para removerem o corpo, ficou destruído, a sua imponente figura reduzida, e foi tudo o que eu consegui ver antes da Sora me arrastar dali para fora, a sua voz era forte mas tinha a certeza que também estava abalada, só dias depois voltei a ver o que restava dele, e não era bonito.

Agora estou mais calma, sei que não podia ter feito nada, mas com a Sora e o Tai desaparecidos, o nosso pequeno grupo ficou ainda mais pequeno, e toda a gente se aproximou, também fui eu que encontrei a carta da Sora, quando fui visitar o meu irmão, estava lá, presa com uma rosa, e fui eu que informei a família, odiaram-me por isso, tenho a certeza, quando lhes mostrei a carta, acho que culpam não só o Tai e eu, mas também toda a nossa família, só por termos causado a dor à sua filha, mas alas, tenho a certeza que a vão encontrar, quando ela quiser, afinal, sempre foi boa a esconder-se.
Tudo o que sei é que agora, que escrevi tudo isto, sei que não o culpo, nem a ele, nem à Sora, nem a mim, lamento não o poder ter ajudado, mas foi assim que tudo correu, e se é assim que tudo fica, então, por mim estou bem, temos que nos confortar uns aos outros, os que restam, o que me permitiu ficar mais próximos do Matt, sim, no final, o Tai ficaria feliz por pelo menos eu ter um amor…só é pena as coisas não terem corrido assim tão bem para ele…

Kari

Sim, eu sei, tecnicamente os nomes fazem disto uma fanfic, na verdade foi escrita com nomes originais, e com personagens originais em mente, mas, para poder postar no fanfiction.net, tive que mudar para as personagens do"Digimon" e gravei esta versão por cima do ficheiro original, por isso, podemos todos imaginar que isto são personagens originais? Afinal, criei-as com OC's em mente, não as personagens

Não sei, só tenho que me lembrar dos nomes originais deles



E sim, sei que postei as partes na ordem contrária, pensava que tinha copiado a parte certa primeiro e quando dei por isso estava ao contrário, e não me sentia com vontade de editar, perdoem-me
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Re: Sinto a Tua Falta

Mensagem por Sild-San em Dom Set 30, 2012 4:04 pm

Juntado hun?
Bem, obrigado Moggo, espero por criticas
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Re: Sinto a Tua Falta

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