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Kiss in the Dark (+18)

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Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Mia Angel em Dom Jun 10, 2012 8:19 pm

Aviso:
Esta história contém linguagem imprópria, capítulos que podem ferir a susceptibilidade de alguns leitores, episódios sexuais e violentos.


Prefácio:

Ela é alta, loira, de olhos azuis com os seus 20 anos, trabalha como stripper num bar de alterne em Las Vegas; ele tem os olhos castanho avelã, cabelo chocolate, é um empresário multi-milionário na casa dos 25 anos que habita na calorosa Califórnia.
Com vidas tão distintas nunca imaginaram que os seus destinos pudessem um dia cruzar-se, até que isso um dia o inesperado aconteceu.
Foi como se o diabo tivesse escrito a vida daqueles dois…
Quem disse que possuir muito dinheiro não traz problemas?

------

Ok, isto é uma versão modificada da minha primeira história no outro forum, a Kiss Me Or Kill Me, quem pensa que "ah e tal, eu li a outra não vou ler esta", por favor, não faça isso! Esta versão nova é muito mais pormenorizada, tanto que é para maiores de 18 anos, e eu acho que é bem melhor que a outra! Enfim, espero que gostem!



Última edição por Mia Angel em Sex Abr 26, 2013 9:38 am, editado 1 vez(es)

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Nitaa em Dom Jun 10, 2012 8:51 pm

Manda vir isso!
Este prefácio soube-me a pouco.
Quero mais Maria!
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Fox* em Dom Jun 10, 2012 8:56 pm

Olá Mia!
Bem, postada no outro ou não, eu vou ler :D (principalmente porque não cheguei a ler a do outro, mas ok!). Gostei do prefácio e espero por coisas boas!

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Snoopy em Dom Jun 10, 2012 9:12 pm

Só isto!? Só!?

Panda-.-
Cadê o resto? Quero o resto!

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por PandoraTheVampire em Dom Jun 10, 2012 11:58 pm

Lembro-me desse título da outra, mas acho que não cheguei a ler, por isso manda vir! PandaAww

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Soph em Seg Jun 11, 2012 8:23 pm

Me gustaaaa. Keep going!
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Mia Angel em Ter Jun 12, 2012 2:55 pm

well, my girls thank you all for the good coments! ^^
Trago-vos o primeiro capítulo, que está rasca mas pronto, é o primeiro! Desculpem-me lá! Até porque quando o escrevi estava sem inspiração, enfim, vamos torcer para a minha inspiração voltar depressa senão vou demorar a atualizar Lifeline! Pois é... vou-me calar então.




1st Chapter – What a lifestyle!
LAS VEGAS

Vika levou o isqueiro á ponta do cigarro, não tinha muito tempo para fumar, eram 5 da manha e o bar onde trabalhava encontrava-se lotado por homens, bêbedos e drogados, em busca de um pouco de conforto por entre as pernas de meretrizes bem pagas.
A prostituta olhou em redor, os seus olhos reluziam por entre as luzes da enorme Las Vegas que marcavam os títulos de cada lugar ali, uma pensão, um hotel, um casino, nenhum edifício queria ficar indiferente ao amontoado de pessoas que por as ruas passavam, era como se fossem três da tarde e estivesse na hora de comer um gelado e fazer compras, as noites ali eram tão longas e ruidosas quanto os dias.
Ainda nem se tinham passado dois minutos e já o seu patrão, um homem musculado, com um bigode mal aparado e uma arrogância que lhe marcava todas as feições do rosto, a puxou por o braço e tirou-lhe o cigarro das mãos jogando-o para a calçada da rua obscurecida por a noite.
- Despacha-te, não te pago para fumares! – Repreendeu-a lançando a rapariga para perto do palco preenchido por cores vivas devido aos holofotes que flamejavam diferentes colorações num compasso ritmado.
- Puta de merda… - Reclamou por entre dentes o proprietário.
A meretriz suspirou e ignorou os insultos, caso contrário seria obrigada a passar o dia sobre os maus tratos e actos sexuais forçados do patrão.
É neste momento que se perguntam: e porque não faz ela queixa á policia? Por o simples facto de vestir langeries, vender o corpo, ser tocada por qualquer um que tenha dinheiro a sair dos bolsos, quem daria crédito a uma prostituta?
Ninguém.
A prostituta subiu as escadas por entre os empurrões e apalpões de homens que ela nunca tinha visto na vida e ansiavam por uma noite com ela.
Ela sorria, pacientemente, subindo os degraus prateados até ao varão e iniciando uma dança erótica por entre a euforia do público que gritava por ter nas mãos os poucos trajes que ainda restavam a cobrir a sua pele.
Passou cerca de uma hora a dançar e a animar os que colocavam as melhores gorjetas no seu soutien quando o patrão lhe faz sinal para se aproximar.
- Estás a ver aquele idiota ali? – Perguntou apontando para um homem de aspecto rude um pouco longe.
- Que tem? – Questionou Vika cruzando os braços sobre o peito.
- Paga bem por uma noite no teu quartinho, quero que lhe faças o serviço bem feito e com sorte dou-te o dia de folga amanha. – Mandou dando-lhe uma estalada numa das nádegas e empurrando-a na direcção do outro homem.
- Eu e tu vamos divertir-nos tanto! – Disse o outro homem quando Vika se aproximou e colocou-lhe as mãos com brutalidade no traseiro puxando-a para um canto.
Vika susteve a respiração ao sentir o forte cheiro a álcool que inundava todo aquele ser imundo e abriu a porta do seu quartinho, mais público do que privado, em tons de prateado e lilás que, ocasionalmente, contrastavam com o preto.
O homem olhou em redor avaliando as condições do local se bem que isso pouco, ou nada, lhe importava. O seu olhar parou a um canto onde os preservativos usados se empilhavam num cesto do lixo e havia vários pedaços do que restava de algumas roupas.
Vika fechou a porta e logo foi tomada nos braços fortes e preenchidos por o tecido adiposo, gordura, do homem.
Envolveram-se em beijos, aquele era do tipo que não gostava de passar as preliminares, e depois, baixando a saia da stripper, introduziu-lhe um dedo na vagina.
- Vais preferir quando for o meu dedão dentro de ti, vaca! – Disse em fúria o indivíduo, referindo-se ao seu pénis.
A rapariga gemeu e deixou que a masturbasse, depois de alcançar o orgasmo empurrou o homem e foi em busca do invólucro transparente e de plástico que continha um preservativo.
- Não precisamos disso, vadia! – Ele puxou-a por os cabelos loiros e compridos até si e, baixando as próprias calças com a mão disponível, colocou-a de joelhos.
- Faz o teu trabalho! – Gritou empurrando-a na direcção do seu pénis erecto.
Vika iniciou o sexo oral que ele pretendia adivinhando que no próximo dia teria de tomar a pílula do dia seguinte. Acariciou-lhe o pénis com os seus lábios em movimentos ritmados e provocantes como se comesse um gelado num gosto que poucas conseguem obter e a tornava uma das mais requisitadas ali, o seu cliente rugia por entre o toque dos seus lábios e língua, a masturbação feita por as mãos suaves e astutas e, após múltiplos orgasmos, a face do homem encontrava-se num alarmante tom escarlate provocado por a excitação momentânea. Este, com as mãos calejadas, puxou a mulher novamente por os cabelos e lançou-a contra a cama.
Dirigiu-se a ela num passo ameaçador que poderia fazer vibrar o soalho alcatifado do pequeno recanto se este já não estremecesse ao som da música do bordel.
Vika estremeceu perante o olhar irado dele e rastejou um pouco na direcção da parede, procurando uma protecção que não lhe era oferecida. Num gesto rápido de entusiasmo, o seu cliente colocou-a totalmente desprovida de roupas. Acariciou os seios dela com os dedos em formas circulares e, baixando o rosto, repetiu esses mesmos movimentos com a ponta da língua nos mamilos da jovem.
Ela gemeu diante do prazer que não poderia ignorar e foi quando o homem afastou as suas pernas, e iniciou uma penetração lenta e de voracidade, que temeu.
Não sabia o que a esperava, podia ser daquela que apanha Sida ou uma outra doença sexualmente transmissível mas era a esse tipo de situações que se submetia quando tinha um homem por entre as pernas.
Ele iniciou o seu “vai-e-vem” num ritmo lento agarrando-a por as ancas. As suas mãos rudes apertavam cada vez com mais força a esbelta silhueta da meretriz à medida que o prazer ia aumentando, tal como o ritmo a que se movia, e Vika não teve qualquer dúvida em como os dedos do seu cliente ficariam marcados na sua pele na forma de desagradáveis e arroxeadas pisadelas.
O homem aumentou cada vez mais o seu ritmo e ela podia sentir os testículos dele embateram, com uma relativa brusquidão, na entrada da sua vagina. Foi perto do auge que se viu vítima de maus tratos físicos.
Ele, eufórico e exaltado, esbofeteou o belo rosto dela agarrando-a por os cabelos com uma das enormes mãos, puxou a cabeça dela para trás mordendo com fúria os seus peitos, sugando-os num prazer partilhado por ambos, ainda que ela o sentisse de forma contrariada e as paredes tensas da sua vagina estivessem doridas por aquele movimento frenético exercido sobre ela. Sentiu o líquido dele no seu interior, alastrando-se como um veneno, de seguida ele retirou o pénis de dentro dela continuando a segurá-la firmemente por os cabelos, e lançou-a para o chão colocando-a numa posição favorável ao sexo anal.
Penetrou-a pelo ânus sem qualquer aviso prévio e numa brutidão que lhe provocou uma dor aguda. As mãos dele seguraram com firmeza os seus peitos, estava imóvel, de quatro, apoiada sobre os membros que ameaçavam fraquejar por entre o animalesco movimento do seu cliente.
Quando ele alcançou o orgasmo, chutou-a com brutalidade na barriga deixando-a deitada na alcatifa lilás e, após cuspir-lhe em cima, limpou a boca.
- Pago ao teu patrão. – Informou vestindo-se, arfando como um verdadeiro animal, e saiu do quarto de más condições deixando a prostituta nua e ferida.
E era assim a vida de apenas uma em tantas prostitutas na grande Las Vegas, mas talvez a vida dela não se destinasse aquele permanente sofrimento, talvez o destino tivesse algo mais para ela, algo que talvez não fosse melhor que aquilo.

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Andy Girl em Qua Jun 13, 2012 12:52 am

Oh minha nossa senhora, isto é realmente violento pah!
Coitada da mulher, já não bastava ser puta, ainda tinha de ser destas que não têm condições de trabalho!
Olha, eu gostei daquilo que li retrata uma realidade que muitas vivem.
Fico há espera de mais!
beijinhos!
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Walk Up Proud em Qua Jun 13, 2012 2:27 am

Tadinha da Viki! :(
Estou ansioso pelo resto beta :D sei que me porto mal, mas ando sem inspiração nenhuma, ou falto de tempo. Mas em relação à tua história, gosto muito,da tua forma de escrever como aliás sabes, estou cheio de pena, por a prostituta não ter condições de trabalho realmente todos nós, deviamos de as ter.

Ainda para mais quando li, que há milhentas de raparigas que também não as têm, bom espero pelo resto, é melhor do que tudo me caír em cima.





Continua. Adoro.
Beijinhos,
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Fox* em Qua Jun 13, 2012 6:47 pm

So... Se devia sentir pena, talvez. Mas o que explicaste é apenas uma de muitas histórias que por aí andam que se torna banal e ainda mais desolador. "Gostei", não se se esta é a melhor palavra mas é aquela que vou utilizar, das tuas descrições e da imagem que deste da Vika e da vida que ela leve. Ninguém merece...
Mas eu mereço mais um, por isso força! :D

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Nitaa em Qua Jun 13, 2012 9:12 pm

Realmente retrataste a brutalidade que muitas se submetem ou são obrigadas a viver!
Sinceramente nem sei se criticarei a atitude animalesca do cliente ou se critico a Vika por permitir tais comportamentos. Mas que o gajo foi um cabrão, ai isso foi!
Continua! Quer saber o que tens reservado para ela.
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Snoopy em Sab Jun 16, 2012 12:46 pm

Uouh! Não estava a espera disto mas ok.
-.- Infelizmente muitas mulheres ainda têm que passar por estas situações.

Mas agora quero mais uma capitulo!

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Mia Angel em Sab Jun 30, 2012 9:00 pm

Hello minha gente, peço - desde já - desculpa por ter ficado tanto tempo sem postar nada aqui.
Bem, respondendo globalmente aos vossos comentários:
Primeiro lugar: Obrigada por terem lido e comentado!
Segundo lugar: Ainda bem que acharam realista e não acharam uma fantuchada

Novo capítulo, peço desculpa por não estar grande coisa, não ando com grande inspiração e o momento para a ter também não é o melhor :c --- problems....




2nd Chapter – Kill someone is something natural

- Olá Jane. – Disse uma voz masculina e extremamente suave.
- Quem fala? – Perguntou uma mulher do outro lado da linha telefónica.
- Alguém. – Respondeu-lhe simplesmente o homem. Levou, num acto de descontracção, a pequena chávena de café á boca e tomou um gole. – Ouvi dizer que o seu filho esta desaparecido. - Continuou ele.
No conforto da sua casa, a mulher com quem ele falava esbugalhou os olhos perante tal afirmação. Como é que ele poderia saber daquele assunto se ela e o marido tinham mantido sigilo e estavam a tentar ser o mais discretos que lhes era permitido?
- Quem fala? – Voltou a insistir engolindo em seco.
- Sabe, sinto que futuramente o seu marido e você terão grandes despesas. – Acabou de tomar o café e fez sinal ao empregado que se aproximasse. – Se calhar era melhor optarem por uma cerimónia discreta, o seu filho nunca foi um miúdo que gostasse de dar nas vistas. – Uma gargalhada formou-se na sua garganta e ele reprimiu-a enquanto colocava o dinheiro sobre o tampo da mesa e saía do local.
- Como? – Perguntou a mulher segundos depois, a sua cabeça baralha perante as palavras daquele desconhecido. Até então acreditava que o seu filho estivesse com um qualquer amigo, era o típico na idade de um rapaz de quinze anos, certo?
- Procure debaixo da cama, estes miúdos de hoje em dia adoram esconder-se debaixo da cama! – Disse passando a mão por a barba espessa e cerrada. – Oh, e antes de desligar, devo dizer-lhe que o café do seu estabelecimento é uma merda! – Desligou o telemóvel com violência deixando a mulher agarrada ao telefone limpando as lágrimas ocasionais que tinham tomado conta dos seus olhos castanhos.
Deitou o telemóvel descartável para a estrada e não demorou até vários carros lhe passarem por cima, deixando-o em cacos.
Depois, aquele homem de cabelos castanhos curtos, um tom de pele apelativamente bronzeado e olhos de um verde intenso, arregaçou as mangas da sua camisa branca bem engomada e olhou o relógio da “Timberland”. Suspirou perante a frustração, tinha-se passado mais tempo do que ele imaginara desde que saíra do local onde residia provisoriamente.
Percorreu as ruas com o olhar felino e apanhou um táxi, estava na hora de ir para a sua casa momentânea e continuar a trabalhar naquele seu elaborado plano que já lhe havia tomado seis meses. Quem disse que planear algo que possa prejudicar outra pessoa não dá trabalho?
Só aquela quantidade excessiva de pormenores, saber quem conhece quem, o quando aquela pessoa afecta a outra, a importância do cão na vida da vitima, a melhor maneira de tortura, entre outros, eram tudo pequenos e importantes pormenores para atacar alguém.
Finalmente chegou ao destino, um hotel que o dinheiro usurpado pagava. Subiu um lance inicial de escadas até ao interior da luxuosa recepção do hotel no qual estava alojado.
Os seus sapatos, bem estimados da Prada, tocaram a alcatifa de um tom vermelho escarlate enquanto se dirigia para o elevador.
As portas metálicas de tom prateado abriram-se segundos após o toque do indicador dele sobre o botão que servia para chamar o elevador.
Entrou para o mesmo enquanto ajeitava o seu smoking da Calvin Klein e com um sorriso triunfante no rosto que fez qualquer mulher ali presente suspirar. Mas que homem!
Alcançou o décimo andar que marcava o fim da sua pequena viagem de elevador e foi com prazer que pode sair do espaço bafiento estabelecido entre aquelas quatro paredes metálicas.
Abriu a porta do quarto número 872 bem definido numa moderna inscrição de números prateados em suporte plástico e de cor transparente.
Ah, como era bom estar de volta ao conforto dos estofos confortavelmente almofadados!
Recostou-se no sofá branco pensando no que iria fazer a seguir. Faltava-lhe uma peça fundamental no seu quebra-cabeças, uma rapariga.
Mas não podia ser uma rapariga qualquer. Não, nunca. Tinha de ser uma mulher deslumbrante, que arrebatasse, que deixasse as outras mulheres com inveja, e se havia local onde encontrar essa mulher de tirar o fôlego, era naquele bordel a dois quarteirões de distância. Ele já tinha ouvido que o dono do estabelecimento era, também, dono das mais belas e sedutoras meretrizes.
Foi com este pensamento em mente que à uma da manha se viu á entrado do prostíbulo.
Trespassou o fumo de tabaco do local, o movimento agitado pouco, ou nenhum, efeito teve nele. Sabia que tinha uma missão a cumprir, não se podia distrair dos seus objectivos.
Acercou-se do bar apinhado por homens que, por aquela altura, já deviam estar a ver duplicado.
- Boa noite! – Cumprimentou uma das meninas que servia bebidas, entre outras delicias, aos homens que se ali juntavam.
- Que vais querer, querido? – Perguntou-lhe ela seduzida por o tom esmeralda dos seus olhos.
- Quero falar com o gerente do local. – Pediu num tom alto tentando passar a mensagem, a música num tom demasiado alto quase que o ensurdecia.
- Vou buscá-lo para ti. – Disse virando costas e caminhando nos seus saltos demasiado altos até um local mais recôndito.
Demorou um pouco até ela voltar, espaço de tempo esse em que várias meretrizes tentaram seduzi-lo, levá-lo a esbanjar dinheiro apenas para estar entre as pernas de uma delas.
Por fim, a moça regressou com um sorriso enorme.
- O meu patrão espera-o num quarto ao fundo do corredor. – Indicou um local ao fundo e ele seguiu até lá.
Era um corredor demasiado estreito de azulejos cinzentos e paredes manchadas por algo que só Deus sabe. Alcançou a porta do quarto e, após dar leves batidas na madeira danificada por o tempo, entre abriu a porta para um local que o surpreendeu.
Na realidade aquilo não era um quarto mas sim um escritório bem organizado e limpo de pós.
- Em que posso ajudar-te? – Perguntou a voz rouca de um homem com um farto bigode.
O homem olhou-o de forma desconfiada e entrou na pequena sala.
- Pretendo contratar a tua menina mais bonita para acompanhante de luxo. – Indicou.
O outro homem olhou-o de forma calculista, avaliando se ele por o aspecto físico teria ou não possibilidades de lhe pagar bem. Por fim, cedeu á fantasia dos sapatos demasiado caros para o alcance das suas mãos impuras.
- Tenho uma que vais adorar, parece uma modelo. – Indicou uma foto na parede de uma rapariga loira e bastante esbelta.
- Posso vê-la ao vivo? – Questionou mostrando-se interessado, aquela prostituta tinha, sem sombra de dúvidas, o sorriso mais bonito que ele já tinha visto.
- Vou buscá-la. – Levantou-se e saiu do local deixando-o sozinho a apreciar a beleza de corpos esculturais.
Não demorou a reaparecer, afinal o negócio interessava-lhe, não podia deixar o cliente á espera.
Quem seguia o homem era uma rapariga ainda mais bonita que a da foto, com cabelos compridos e loiros, olhos muito azuis numa perfeita sintonia com lábios de tons avermelhados e pele levemente bronzeada, arrebatadora.
- Quero-a. – Disse ele enquanto a observava.
Essa rapariga de beleza arrebatadora era Vika.
A sofredora meretriz ia, por fim, sair daquele local que odiava, mas iria ela para um local melhor?
Foi ao caminhar por a calçada na companhia daquele homem que se questionou tudo isso e muito mais.
- Qual é o teu nome? – Perguntou-lhe ele num tom suave que lhe causou arrepios.
- Vika Wright. – Respondeu mirando os pés e depois ergueu o seu dócil olhar para os olhos de lobo. – E o seu? – Questionou num desejo de conhecimento insaciável.
- Ian. – Retorquiu-lhe o homem olhando algo que ela não poderia ver. – Ian Parker.

My question: WHO THE HELL IS IAN PARKER?

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Fox* em Dom Jul 01, 2012 9:23 pm

Lol, achei engraçado que nos perguntasses quem era o Ian Parker! How the hell should we know?!
Só sei que adorei o telefonema inicial. É preciso muito sangue frio, crueldade e desapego para fazer o que ele fez. Ou está pronto a fazer, tendo em conta os detalhes que nos deste neste capítulo...
Uh, ele foi buscar a Vika... Quem sabe se não irá acontecer alguma coisa, se a beleza dela é assim tão hipnotizante...
I want more :D

PS: Não conhecia a música, mas caiu aqui super bem!

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Nitaa em Seg Jul 02, 2012 7:38 pm

Ai perguntas-nos quem é o cabrão? Isso podias tu responder :P
Mas que raio o homem anda a fazer?
Deixa-me que diga: ele é um walking billboard! Tanta marca em tudo quanto é lado!
Olha lá e os boxers também são de marca? xD
Deve ter o raio da mania!
Continua e desvenda os mistérios sff!
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Anne Margareth em Ter Jul 03, 2012 5:08 pm

Em primeiro lugar tenho-te a dizer que adoro isto.
Após as considerações iniciais estou apaixonada pelo teu Parker, bom o Walk que não me ouça, mas também quero assim um Parker. É a brincar!
Quando li o primeiro chapiel fiquei com a sensação de coitada da Vika que foi violada por aquele bruta montes e ainda por cima não lhe pagou o serviço, agora a curiosidade aumenta, quem será o Parker? Bom, só espero que seja um bom homem, e não seja como o outro Parker da outra versão que odiei de morte, mas pronto.

Quero mais.
Beijinhos,
Graça
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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Mia Angel em Sex Out 12, 2012 9:37 pm

Hello, Hello guys! Sorry pelo meu little disappear! Felizmente estou de volta e, sim, trago-vos mais um capítulo de Kiss in the Dark que, já sabem, é para maiores de 18 anos!
Agradeço a todos pelos comentários positivos, os quais espero que continuem, e bem, como receio que ninguém se lembre de nada dos capítulos anteriores, eu fiz um pequeno resumo deles para vos refrescar a mente e depois têm o terceiro capítulo (ou uma parte dele...)!

Resumo dos Dois Anteriores Capítulos:
No Primeiro Capítulo:
A personagem principal, Vika Wright - a qual trabalha num bar de alterne em Las Vegas - é abusada sexualmente por um dos clientes, porém nada pode fazer contra isso visto que poucos, ou nenhuns, acreditam naquilo que uma prostituta diz.
No Segundo Capítulo:
Um homem misterioso toma o seu café com naturalidade enquanto faz um telefonema sobrio a uma mulher, uma mãe, diz-lhe coisas que nenhuma progenitora quer ouvir: que o seu filho, até então desaparecido, está morto e até lhe esclarece em relação à localização do cadáver e insulta o estabelecimento do qual a mulher é dona. Depois volta para o hotel no qual está alojado, um hotel muito caro e muito ao nível do smoking Calvin Klein dele e continua a preparar o seu plano perfeito (plano esse desconhecido). É então que resolve completar alguns dos pormenores que são necessários para o seu plano correr na perfeição. Vai até ao bar de alterne onde Vika trabalha e, sendo esta a mulher mais bonito que os seus olhos já viram, contrata-a para acompanhante de luxo sendo que esta fica totalmente às ordens dele.
No final este misterioso homem revela a sua identidade: Ian Parker.

Bom, este terceiro capítulo ainda não está completo, é só para vos dar um cheirinho do que vem a seguir e assim até fica mais fácil para vocês lerem e não ser tão cansativo terem de ler tanta coisa.
Postarei o resto brevemente, ou assim espero!

Third Chapter – Questions


O nome dela é Katherine Williams.
Ela tem cabelos de um tom castanho e tamanho mediano, olhos esverdeados e tem apenas 1 metro e 58 de altura, é, portanto, bastante baixa, mas apesar dos típicos traços que a definem, não deixa de ser bela e bem-amada.
Com apenas 23 anos, esta mulher que aqui apresentei fisicamente, é uma famosa actriz conhecida a nível mundial e idolatrada por um número incontável de fãs.
Usualmente sorridente, naquele sábado à tarde encontrava-se marcada pelo ar mórbido e tristonho.
Os cantos dos seus lábios encontravam-se descaídos, os seus olhos vermelhos e inchados, decorados com profundas e enormes olheiras, já para não referir os papos que se haviam formado por debaixo dos mesmos.
Sentada sobre o parapeito da janela do seu apartamento, divagava pelos seus pensamentos aleatoriamente. O seu coração estava irremediavelmente quebrado devido a uma recente perda, não sejam ansiosos, já vos conto o que foi que esta adorável mulher perdeu, mas primeiro farei um breve – muito breve – resumo das emoções vivenciadas por ela nos últimos 2 meses.
Edward Bright é o homem perfeito: simpático, bonito, esperto, com um sentido de humor sempre bem-disposto e inteligente, um amigo para qualquer altura, e também o grande amor da vida de Katherine Williams. Empresário, bem formado e com bons estudos, Edward queria mais do que passar a vida com uma actriz que pretendesse passar 2 horas em frente ao espelho anotando os seus aparentes defeitos e colocando quilos e quilos de maquilhagem para encobrir as imperfeições que Deus não fez perfeições. Não, ele queria uma família, e foi numa noite de céu estrelado que ele e Katherine pisaram com o pé direito o soalho de madeira da casa que os dois haviam acabado de comprar.
Não foi muito depois desse feito esplêndido que Katherine e Edward acordaram que ambos estavam desejosos por ter um filho. As tentativas eram incansáveis, e finalmente conseguiram que um pequeno feto iniciasse a sua formação no útero da actriz. Parece um mar de rosas? Bem, as rosas têm espinhos.
Uma dor, um bocadinho de sangue, e puff! Aborto provocado por causas naturais, mulher desolada perante a ideia de ser incapaz de se reproduzir, angústia, separação, casa de solteira, será o próximo passo suicido?
As lágrimas escorreram pelo seu rosto em cachoeira e abraçou os joelhos.
Foi então que tomou a sua decisão, correu pelo apartamento e pegou numa faca.
O sangue escorreu pela sua pele levemente bronzeada como se dali brotasse uma fonte...

***

- Notícia de ultima hora: Katherine Williams arruinada! – Leu Lilly Black aproximando-se de Ian Parker, o seu namorado.
- Partiu uma unha? – Questionou num tom neutro o mesmo.
- “Após a perda do feto, Katherine Williams fez as malas e voltou para o seu apartamento de solteira, estará Edward Bright revoltado pela incapacidade da Katie em se reproduzir?” – Voltou a ler.
Ian dobrou o jornal, que lia até então, e colocou-o sobre o tampo da secretária.
- Hmm, uma notícia interessante. – Apreciou ele a informação. – Agora vai ser muito mais fácil chegar ao menino perfeito. – Levantou-se e olhou pela janela. Os dois permaneceram mergulhados num silêncio tenebroso.
- Sabes que eu poderia fazer muito bem o trabalho dela, não sabes? – Questionou Lilly sentindo-se um pouco magoado por Ian ter procurado uma mulher considerada por ele mais bonita que ela para aquele trabalho.
- Eu quero que fiques em segurança, preciso de alguém que trate de todos os pequenos pormenores a tempo inteiro e ninguém melhor do que tu para isso. – Retorquiu ignorando o ciúme dela.
O silêncio voltou a reinar durante vários minutos.
- Gostas dela? – Naquele preciso momento, Lilly temeu. Estremeceu perante o pensamento de ouvir o homem que ama dizer que realmente sente algo por outra.
- Ela é realmente uma companhia interessante, sorridente, bastante divertida. – Elogiou a outra e depois girou nos calcanhares e fitou Lilly. – Mas eu prefiro mulheres que não temem o desconhecido, porque eu sei que ela lá no fundo está bastante amedrontada com o que possivelmente possa acontecer. – Fez ele um ponto da presente situação.
- É bom que sim, seria uma desgraçada uma cara tão bonita acabar por ser relembrada numa foto a preto e branco duma sepultura! – Respondeu esboçando um sorriso maléfico e agitou os cabelos longos e ruivos.

(to be continued…)


Bem, vou também aproveitar para vos mostrar quem eu escolhi para serem os rostos dos meus personagens:

Vika Wright as Miranda Kerr:

Ian Parker as Ian Somerhalder:

Edward Bright as Orlando Bloom:

Katherine Williams as Mila Kunis:

Lilly Black as Lana Del Rey:

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Fox* em Sex Out 12, 2012 10:04 pm

Mia, que bom ver-te por aqui!
Espero que esteja tudo bem :)
Entretanto, deixas-nos aqui um capítulo muito pequenino mas com muitas questões. Que terá esta atriz a ver com o plano destes dois? E será que Vika vai meter-se numa situação pior que aquela em que está?
Vou ficar à espera :D

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Mia Angel em Sex Abr 26, 2013 10:47 am

Hello guys! Apesar dos meus desaparecimentos súbitos e incessantes, eu estou de volta com o resto do 3º Capítulo apesar de já ter perdido os meus leitores todos (POR FAVOR NÃO ME ABANDONEM!).Espero que gostem do resto do capítulo (que não é grande coisa) e, assim que puder, vou postar outro capítulo! xoxo


Continuação do 3º Capítulo

Vika Wright vislumbrou o seu reflexo no espelho enquanto passava as mãos pelos cabelos sedosos e loiros e depois desviou o olhar para a tinta castanha que Ian lhe havia trazido naquela manha.
Fora-lhe mandado que pintasse o cabelo de castanho para que não fosse tão fácil reconhecê-la como meretriz por outros e assim ela teria de fazer.
Pegou na tinta, leu as instruções e meteu mãos ao trabalho, teria de se apresentar 100% morena quando Ian chegasse e, visto que era ele que pagava pelos seus serviços, convinha deixá-lo feliz.


Eram quatro da tarde em ponto quando a porta envernizada da suite do hotel se abriu e por lá passou o deslumbrante Ian Parker.
- Vika? – Chamou-a, exigindo a sua presença.
Ela surgiu pela porta da casa de banho e ficou muito quieta deixando que ele a mirasse.
Após vários segundos a contemplar a beleza de Vika num cabelo castanho, Ian arranjou palavras para se expressar.
- Bravo! Magnifico, estás perfeita! – Exprimiu-se num tom alegre. – Agora veste qualquer coisa que vamos resolver uns assuntos importantes.
Vika assim acedeu, mais uma vez, às ordens de Ian e os dois saíram juntos numa falsa cumplicidade para as ruas de Las Vegas.
- Onde vamos? – Questionou-o.
- Arranjar-te um passaporte e outros documentos falsos para que possas viajar sem qualquer problema. – Retorquiu num tom calmo e depois, repentinamente, abrandou o passou e embrenharam-se numa rua estreita com um forte odor a vómito e urina.
Parker parou em frente a uma porta de betão e bateu.
Um homem apareceu e os dois comunicaram numa língua que Vika não percebeu mas que deduziu ser francês pelo sotaque.
Rapidamente, os dois entraram para um pequeno espaço onde vários diferentes odores se faziam sentir de forma nada agradável e Vika colocou-se junto a uma parede branca para tirar fotografias. Assim que acabaram, Parker dialogou durante alguns instantes com o mesmo homem que lhes havia aberto a porta e entregou-lhe um envelope com, aquilo que supos Vika, dinheiro no seu interior.
Os dois saíram novamente para aquela rua estreita.
- Para onde vamos?
Questionou Vika olhando-o, ela não queria saber para onde se dirigiam agora, mas para onde iria futuramente ao ponto de necessitar de um passaporte e outros documentos.
Ian vislumbrou-a e apenas sorriu, deixando a pergunta no ar para um dia ser respondida.

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Re: Kiss in the Dark (+18)

Mensagem por Fox* em Qui Maio 02, 2013 5:00 pm

Este momento lembrou-me o "Pretty Woman" porque ele também contrata uma prostituta para o acompanhar (mas acho que esta história envolve mais crimes que o filme).
Ainda não posso dizer nada porque o capítulo é pequeno e pouco adiantou, mas vou ficar à espera :)

PS: Acho apenas que devias evitar repetir tantas vezes o nome das personagens. Em vez de "Vika" podias dizer "ela", "a jovem", etc :)

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