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{Verdade na Mentira}

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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Fox* em Sab Out 27, 2012 2:43 pm

Não acho isto normal! A miúda é tudo e nem sabe! E as conexões, o que ela diz, o que ela sabe sem saber (adorei esta xD)... Algo muito forte está guardado para ela! E eles sabem!
E nós não! Not fair!
Gostei dos diálogos, a propósito!
E da proximidade do Dylan... O rapaz sabe muito xD!

PS: Adorei a imagem! Muito bonita :)

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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Sab Out 27, 2012 7:19 pm

A imagem está boa? É que eu tento arranjar algo que se relacione com o capitulo, mas, por vezes, nem sei o que escolher.

Essa está mesmo muito boa! Sabe sem saber! Descreve muito bem!

Até parece que a menina Fox não sabe xP Sorte tens tu que sabes mais do que os outros xD

Ai se não sabe!! Verás o quanto o Dylan sabe... xD

Realmente, algo está grande está guardado para ela... Mas nem ela sabe, nem eles sabem, nem ninguém sabe... Só eu muahahahah

Obrigada por leres e comentares *--*
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Seg Jan 21, 2013 5:35 pm

Tadita da minha história :O Ficou forever alone O.o Kidding xD
Nevermind!
Depois de tanto tempo sem actualizar esta tristeza, lembrei-me de voltar a ganhar coragem e actualizar a minha velha treta. Veremos se isto volta à vida x)

- Dylan P.O.V -


Assim que a minha avó acompanhou a Selena para o hall-de-entrada de modo a ela ir-se embora, caí no sofá esgotado. Eu não acredito no que tinha feito. Se antes já estava vidrado na nossa deusa da lua, agora seria pior. Eu tinha feito algo que só nos livros se tinham conhecimento e, se as coisas ocorressem como tal, eu ia odiar-me para sempre. Porém, fazer isto também deixou-me mais aliviado. Custou-me vê-la caída nos braços da minha avó, inanimada e pálida, com o sorriso desvanecido e uma discreta lágrima no canto do olho. Aquela figura desfalecida cortou-me o coração e só vi uma opção para trazê-la de volta, conectar-me com ela. Agora estávamos vinculados até um de nós morrer. E eu detestava estar ligado a alguém. Agora ia sofrer as consequências de o meu sangue e o dela estarem unidos. Olha que venha, que eu enfrentarei tudo. Talvez tenha sonhos dela toda nua… Ai isso não me importo. Porém, intrigava-me algo. O que me permitiu criar este vínculo? No livro falava que eram necessárias certas condições, mas nunca mencionou quais… Bem, que venham sonhos dela nua, senão isto será uma treta.
No entanto, havia algo que me preocupa. Como foi possível ela aguentar tanto sozinha? Deveria ser tão doloroso começar a conectar-se com a magia e não ter ninguém que a ajudasse. Eu tive e até agradeci. Ajudou-me a criar defesas contra o meu rico elemento, o espírito. E agora, depois das palavras que ela dissera, dera a entender que tinha-se conectado totalmente com os cinco elementos naturais. Um usuário do espírito tem tendência para isso, mas nunca nenhum sangue é capaz de carregar tanto. Pelo menos foi o que Nyx me contara num sonho. Malditos sonhos! Pelo menos não via o futuro. Já não era tão mal. Agora que penso… Aquela do sangue só pode ser vislumbres do futuro… Talvez ela vejo o que ainda não ocorreu.
- Que estás a pensar, Dylan? – Perguntou Claire ao avaliar a minha face carrancuda.
- Sinceramente nem sei ao certo… A minha mente está um nó. – Expressei, suspirando profundamente.
- Achas possível o que a Selena disse? – Pensou, sabendo que eu iria ler.
- Sinceramente… Acho! – Proferi encarando o teto. – Tu não sentiste o que eu senti.
- O que sentiste? – Inquiriu curiosa.
- Ela é fechada para mim. – Comecei a explicar, sentando-me. – Nunca ninguém foi fechado para mim. Eu consigo ler a mente de todo o mundo, menos dela.
- Por isso é que ficaste carrancudo o dia todo? – Questionou perspicaz.
- Sim! Eu tentei! Juro que tentei. Mas nada… Só um zumbido vindo da mente dela. Como se ela tivesse frequência AM e eu só lê-se FM. – Expliquei frustrado.
- Isso é intrigante. – Constatou minha avó enquanto entrava na divisão. – Tudo relacionado com ela é misterioso. – Continuou, sentando-se ao meu lado.
- Como assim? – Inquiriu Claire.
- O que eu poderei dizer? – Pensou Anthea. – A Selena, pelo que proferiu, está conectada com os cinco elementos… E eu acredito nela. Ninguém poderia caracterizar a terra como algo semelhante a um idoso sem conhecer este belo elemento. Porém, como ela não sabia que possuía magia quando a própria mãe é uma usuária da água? Algo ali não estava bem. – Raciocinou a usuária da terra.
- Tanta coisa está estranha nela. – Preferiu por fim dizer. – Tanta coisa que nem sei por onde começar. Por exemplo, ela tem a luz da lua e o brilho do sol no olhar. – Escolheu contar.
- Isso não acontece quando normalmente se é tocado pelos deuses? – Inquiri a minha avó, confuso. – Quer dizer, pelos cinco deuses criadores dos elementos, isto é, Éter, Hemera, Talassa e Ponto, Gaia e, por fim, Nyx. Contudo, normalmente, nesses casos, também se é iluminado pelos restantes deuses, excetuando Érebo. Esse não abençoa ninguém… – Recitei o que aprendera.
- Sim, é isso mesmo. - Confirmou orgulhosa dos meus conhecimentos.
- Mas isso é raríssimo. Acho que nunca fora visto… Isso é descrito por pessoas que disseram que os deuses lhes contaram. – Constatou Claire. – No entanto, se ela foi tocada pelos deuses, isso significa que ela mesma pode ser uma deusa… Ou uma filha deles que deveria estar na Terra… - Tentou explicar aquilo. - Como Jesus Cristo para o cristianismo…Um deus de carne e osso. – Argumentou, tentando sustentar a sua ideia.
- Até nem me parece mal pensado… Isso até explicaria certas lacunas na sua história. – Averiguou.
- Por exemplo, ser possível uma bruxa sentir os cinco elementos? – Tentou adivinhar minha irmã o que percorria na mente da minha avó. – É que, em toda a história de Peveencip, o máximo que se alcançou foi afinidade com dois elementos. E só os soberanos é que tem. – Relembrou baralhada. – O resto, ou seja, os plebeus, isto é, gente como nós, normalmente só se conectam com um e até com nenhum.
- O poder dela é estranho... Mas não era a isso que me referia. Algo na história dela não está bem. –
Expôs minha avó, também perdida nos seus pensamentos.
- Como o quê? – Perguntei ainda sem entender ao que se referia.
- Lembram-se como ela disse que se chamava a mãe? – Questionou perspicaz.
- Ondine Hale. – Respondeu Claire prontamente, sem entender onde se queria chegar.
- Alguém se lembra o que esse nome significa?
- Ondine deriva de Ondina que, na cultura grega, era uma das divindades da água. Normalmente, chama-se de Ondine ou Ondina o espírito do mar. –
Declarei calmamente. – O que tem? Você já tinha dito que a mãe dela era usuária da água. – Proferi. – Quer dizer, você pensou. – Corrigi após ouvir a Claire tossicar, de modo a relembrar que o telepata ali sou eu.
- Muito bem… Já sabem uma coisa que podem relacionar com o facto de ela não conhecer magia. Ela não sabe da existência deste mundo. O que é estranho para alguém que descende de Mysginae. – Lembrou a anciã. – Contudo, eu queria chegar a outra coisa… Lembram-se quem era a Ondine que eu mencionara nas aulas de história de Peveencip?
- Ondine… Ondine é a conselheira da Rainha Guinevere. Ela fora especificamente requisitada não só por ser irmã desta, mas também porque, na altura, o elemento mais calmo e sábio que havia, seguido à terra, era a água. O elemento aquático era o mais semelhante ao espirito na altura, uma vez que o elemento conectado às almas ainda era desconhecido naquela época. –
Respondi com seriedade.
- Muito bem. Mais alguma coisa pertinente? – Perguntou tentando que chegássemos ao que ela achara estranho.
- Ondine nunca se casou, apesar de já ter idade para o fazer. – Constatou Claire, vendo o sorriso da minha avó aumentar, concordando que tínhamos chegado ao fim do enigma. - Mas se a Ondine é a mãe da Selena como esta referiu, esta deveria se ter casado, pois é apenas nessa altura que somos tocados pela deus da fertilidade. Logo, só a partir do casamento é que pudemos procriar. E se ela nunca casou, a Selena não pode ser filha dela. – Concluiu confusa e, simultaneamente, preocupada.
- Mas não há mais nenhuma outra Ondine no reino? – Inquiri num misto de aflição e choque.
- Por isso é que eu preciso de visitar o nosso mundo. Quero ver nos registos se há alguém mais. Sempre que alguém nasce, a natureza encarrega-se de acrescentar esse ser ao livro sagrado, onde se localizam todas as famílias do nosso mundo. Só não sei se terei permissão para o aceder. – Falou duvidosa.
- Porque não? – Perguntou Claire.
- Porque o livro só nos mostra se quiser ou se tiver resposta ou se merecermos a resposta. – Relembrou. - Alem disso, eu duvido que haja. Algo que normalmente nós, sobrenaturais, muito raramente ou nunca fazemos é repetir nomes. Nós não gostamos disso já que faz alguém perder algo que o torna diferente dos outros. – Explicou receosa pela Selena.
- Bem, só saberemos se é possível ou não se formos ver… - Expressei levantando-me pronto para voltar ao lugar que, apesar de tudo, me preenchia a alma.
- Muito bem. Abriremos o portal para o mundo de magia e amor! – Concordaram as minhas familiares, levantando-se logo a seguir a mim.
Formando um círculo, juntamos as nossas mãos direitas ao centro deste e recitamos o feitiço que tanto conhecíamos. Assim que uma luz dourada e aconchegante surgiu entre os nossos dedos, puxamos as nossas mãos de forma a tocarmos no nosso coração, demonstrando que estamos livres de males e materializamos os três portais que dariam passagem ao nosso mundo. Concluindo o feitiço, cada um entrou no seu portal, desaparecendo de Nova Iorque e viajando para o lugar de paz.

***
Ora bem... Pequenito? Normalzito? Tá bô?
Espero que tenham apreciado uma pequenina parte...
Quase desejem, vêmo-nos no próximo capitulo xD
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Fox* em Sab Jan 26, 2013 11:38 am

Está ótimo! Começamos agora a ver melhor quem é esta Selena e o que ela pode e não pode fazer! Afinal ela traz e tem mais segredos do que nós pensamos!
Gostei especialmente das falas e dos pensamentos do Dylan e de tudo o que ele fez para a salvar! Temos aqui um início de romance... *derp* !
Manda mais que a gente aguenta!

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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Dom Jan 27, 2013 12:41 pm

Foox (: à quantos anos rapariga xP
Obrigada por comentares (again) a minha treta!

De tantas vezes que falam de um romance entre eles, acho que vou po-la a casar-se com um cabrão qualquer muahahah

Obrigada por leres e comentares (;
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Fox* em Dom Jan 27, 2013 7:57 pm

Hahahah, se te atreveres a fazer isso, eu lanço-te uma macumba e não dormes durante três meses! Vê lá o que fazes, menina... xD

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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Dom Jan 27, 2013 10:35 pm

Ahhhh! Má! xD
Não vou fazer isso... talvez xD

Bem, vou ver se arranjo um tempinho para postar mais (achas que devo fazê-lo?!)
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Fox* em Seg Jan 28, 2013 5:10 pm

Não, não postes! Deixa isto aqui ao abandono para o pessoal adivinhar o que se vai passar xD!
Estou a brincar, fico à espera da continuação! :)

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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por PandoraTheVampire em Seg Fev 04, 2013 1:45 am

Nitaa, olá!!!! Finalmente estou a tomar um tempinho para ler as histórias aqui do fórum. Aos poucos vou conseguir ler as actualizações todas, espero, lol. Anyway, gostei muito destes dois capitulos que me faltavam ler. Vaos la ver se a pobre moça descobre finalmente quem e o que é. Já está na altura! lol. Mais!

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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Seg Fev 04, 2013 2:08 pm

Fox* escreveu:Não, não postes! Deixa isto aqui ao abandono para o pessoal adivinhar o que se vai passar xD!
Estou a brincar, fico à espera da continuação! :)

Falas falas mas tu sabes!!! :B
Vou tentar actualizar isto esta semana, mal os testes acabem ;D


PandoraTheVampire escreveu:Nitaa, olá!!!! Finalmente estou a tomar um tempinho para ler as histórias aqui do fórum. Aos poucos vou conseguir ler as actualizações todas, espero, lol. Anyway, gostei muito destes dois capitulos que me faltavam ler. Vaos la ver se a pobre moça descobre finalmente quem e o que é. Já está na altura! lol. Mais!

Pandora!! Hello :D\
Ela já está quase lá... Quase quase quase...
Ou não!
Ainda tenho de a por a fazer filhos com o Dylan S:D
Obrigada por leres e comentares!
xoxo :*
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por DeathlessNokas em Ter Fev 05, 2013 5:16 am

BEEEEEEEEEEEEEM, estou ansiosa por ler o resto, mas estou cansada como o raio e os capítulos são grandes e cansa-me ler sem óculos; para além disso, a linguagem "mágica" que empregas exige que eu leia isto com mais atenção do que posso dispor agora, para poder apreciar isto como deve ser! :))

Escreves muito bem e o ambiente que crias é facilmente visível com o olho da imaginação do leitor. Fiquei encantada com o palácio e com a Deusa :D ; imaginei-os de uma perfeição tal que até fiquei parva XD .

A história intriga-me (e fez-me lembrar a parte inicial de Acheron, um livro que adoro loucamente...) e quero muito descobrir o que acontecerá a seguir :D

No entanto, desculpa, mas tenho de te chamar a atenção para uma pequena coisa que muita gente faz e eu tento combater porque me faz imensa confusão (por não parecer muito errado, embora seja)... O verbo "dever" não deve ser seguido pela preposição "de". Não é preciso :)

Tens uma voz de escritora maravilhosa e eu estou ansiosa por continuar a ler esta história :D . Fico contentíssima por saber já que tens imensos capítulos para eu devorar (porque odeio ficar na expectativa; hoje é uma excepção infernal...)! E fiquei mais ou menos triste com o "posso demorar a postar" (só não fiquei "super-super-triste" porque tenho ainda muitos capítulos para ler :P) porque já sei que, quando estiver mais para a frente, te vou querer degolar por não teres mais para eu ler XDD . Ou oito ou oitenta, comigo...

Bem :) , parabéns, escreves magnificamente :D e ganhaste mais uma seguidora!

Beijinhos ***


Última edição por DeathlessNokas em Ter Fev 05, 2013 4:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Ter Fev 05, 2013 2:36 pm

HELLOOOOOOOOOOOOOOOOO *-* Welcome to my beloved sh*t! (caracterizo a minha história tão bem -.-)
Os capítulos são grandes? E eu que já os divido para não cansar tanto... E eu, que acho que fazer 10 paginas A4 ainda é pouco... Sou mesmo triste!
O vocabulário e as frases são muito confusas?

Obrigada pelo elogio (: Ainda tenho tanto para aprender, mas é sempre bom saber que estou num bom caminho.
Consegues imaginar bem? É isso que se quer (; Pergunta: não descrevo demasiado?
Eu queria mesmo deixar a impressão da grandiosidade do lugar e parece que consegui... Nice! {: E, como é óbvio (pelo menos na minha mona), os deuses tem de ser perfeitos... pelo menos, fisicamente.

Não conheço esse livro? É fixe? Sobre o que é? (adoro ler, por isso ando sempre à caça de uns novos...)
Em que capitulo estás?

Ohh Obrigada pela informação! Eu, relativamente a algumas frases e verbos, ainda meto os pés pelas mãos... Mas vou tomar atenção a isso :)

Voz de escritora? Como assim?

Capítulos, nesta história, não faltam... Só a Verdade na Mentira tem 13 capítulos e o segundo volume... Não sei que ainda não acabei. Porém, podes contar com bastante. Eu detesto finais abertos, ou simplesmente tenho imaginação para criar as mais diversas (e estúpidas) aventuras em volta da mesma pessoa...) xP

Ai o meu rico pescocinho! Se me degolares, não posso escrever mais, e ficas sem o final muahahah

Obrigada por leres e comentares. Espero que continues a gostar da minha treta e das patetices que vêem com ela :D\

xoxo :*
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Ter Fev 05, 2013 3:02 pm

Hellooo Bitches (x
Uma vez que a minha sora de Biologia abandonou-nos, o que, consequentemente, apagou qualquer sinal de teste do mapa, decidi actualizar, novamente, a minha tristeza do coração. Por isso, people, apresento-vos:

- Parte I -


Desgastada e torturada mentalmente, nem sabia como conseguia dar passos tão firmes até casa. Sentia-me um caco e só não me deixava cair num canto qualquer da rua porque a luz pálida e aconchegante da lua parecia dar-me vida. Era como se os deuses estivessem a dar-me força através da enorme bola brilhante no céu pintado de negro… Era tolice, mas considerava-me cada vez mais devota e próxima dos seres imortais originados da crença. E era esta fé que aquecia-me a alma e mantinha-me sã.
Contudo, quando me aproximava do terceiro caminho da rua, naquele em que vira o homem na hora de almoço, um grito mudo me parou, fazendo-me encarar o vulto que se disfarçava na escuridão, esquecendo por completo a chama que me dava alento.

Sangue!

Misericórdia!

Naquele momento, uma enorme sensação de deja vu paralisou-me ao relembrar aquelas palavras que me haviam suscitado medo, vendo as mãos daquele coração de pedra segurar uma lâmina reluzente, manchada com o líquido escarlate de alguém indefeso, de alguém inocente.
Devia correr, pelo menos a minha mente ordenava as minhas pernas fazê-lo o mais rápido que conseguisse nesta mixórdia de sentimentos. Porém, o meu coração só se apertava ao descodificar os segredos por detrás daquelas visões que eu tive, daqueles pesadelos que me assombraram nas noites negras.
- Ynes? – Chamei chorosa, entrando lentamente no beco.
Eu tivera tanto tempo presa naqueles olhos cinzentos carregados de amargura que, quando vi uma pequena gota de sangue cair, o meu olhar fugiu para ela devido ao choque, vendo-a cair vagarosamente sob uma face agora pálida e sem vida. Aí, apercebi-me que o cabelo antes cor de bronze tingia-se com uma cor dolorosa, obrigando-me a encarar o corpo magro do pequeno anjo perder a cor progressivamente e os olhos fecharem-se, desejando por paz.
Estava petrificada. Quem poderia ser capaz de tal brutalidade a alguém tão puro?
As lágrimas escorriam pelas minhas faces, tentando acordar-me para a realidade, relembrando que o assassino encarava-me questionador.
- Tu não devias ter visto isto! – Exclamou numa voz ameaçadora.
Vi-o deixar o corpo da criança ali pousado como se fosse lixo, como se fosse carne estragada e encaminhar-se para mim, dando pequenos passos, um de cada vez, parecendo mais ameaçador e calculista do que antes.

Seria o meu fim!

Afinal, perder tanto tempo a tentar desvendar mil e um segredos que se escondiam no interior da minha alma para tudo se destruir em segundos, em que os mistérios deslizariam pelo líquido que mancharia e escureceria ainda mais aquele beco, tornando-o ainda mais macabro, misturando-se com o sangue de alguém inocente e com tanto para viver. Pensar agora na pequena Ynes, apercebi-me que não a podia deixar morrer em vão.
Iria dar luta! Ela merecia!
Olhei para o corpo já frio dela procurando por força e, ao ver uma lágrima vermelha a escorrer pela sua pequena bochecha, uma raiva cresceu em mim.
- Mas vi! – Expressei começando a ferver por dentro.
Um sentimento negro percorreu-me as veias e atingiu-me o coração, fazendo-me desejar a morte daquele criminoso, uma morte lenta e dolorosa, merecedora de todos os tipos de tortura que o fizessem aclamar por misericórdia. Compaixão que ele não sentiu. E eu também não iria!
Vi-o aproximar-se ainda lentamente de mim, acreditando que, ali, ele era o forte e eu a fraca, aquela que sucumbiria nas suas mãos sem lhe dar um pouco de luta.
Estava enganado!
Um sorriso malévolo surgiu-me no rosto e comecei a imaginar mil e uma formas de o levar ao inferno, mas nenhuma parecia ser boa o suficiente. Contudo, o negro toldava-me cada vez mais a visão e deixei de me importar nos métodos. O que interessava era ele pagar pela morte daquela criança encantadora e pelo que me fez mais cedo. O que interessava era ouvi-lo gritar de dor. Vê-lo esvair-se em sangue. Fazê-lo sentir a vida fugir-lhe por dentre os dedos e não a conseguir agarrar. Isso, naquele momento, dar-me-ia muito prazer.
- “O vento lembra-me uma adolescente, rebelde e ansiando por independência” – Percorreu-me na mente. Eu tinha proferido aquilo minutos atrás e, agora, ser-me-ia muito útil.
- Sabia que o vento procura por tanta independência que acaba por fugir dos sítios em que é mais preciso? – Perguntei-lhe numa doçura ameaçadora. Assim que salientei a palavra fugir no meu discurso, senti o ar fulgir-lhe dos pulmões e vi-o pedinchar por ar, cada vez mais sufocado. – Já o fogo é festivo e adora brincar! – Expliquei, vendo, nas suas vestes negras, chamas douradas e vermelhas começarem a queimar, destruindo os trapos que lhe cobriam o peito e o fazerem suar, levando-o a perder muita da água que tinha no corpo, necessária para que pensasse coerentemente.
Um sorriso surgiu-me no rosto ao ver o seu sofrimento e, apesar das dores que surgiam-me na cabeça, sentia-me realizada, sentia-me saciada. Sentia mais prazer do que alguém sentiria num ato sexual. Não que eu soubesse isso, mas esta era uma sensação divinal.
- A água é calma e a terra é sábia! – Senti as gotas de chuva sussurrar-me, retomando a sua queda que se torna habitual nesta estação fria.
Ao ouvir aquelas palavras, ou senti-las, ou pensá-las, ou o que lá isto era, tudo cessou. O prazer, a alegria cruel, a vingança, a maleficência, tudo isso desvanecera-se e escorria com as gotas salgadas que me encharcavam. E eu, atónica e devastada pelo negrume que me atingiu, deixei-me cair desolada, sentando-me no chão triste. Encarei o rapaz assassino e este encarava-me num misto de curiosidade e espanto. Mas nem um pingo de medo o invadia. Nem sequer uma luzinha naquele olhar avaliativo.
- Desculpa! – Pedi depressiva, começando uma choradeira descomunal.
- Quem és tu? – Perguntou-me, levantando-se trémulo e fraco, ainda a respirar a custo.
- Porquê que a mataste? – Questionei abraçando-me a mim própria, como se me tentasse manter inteira. – Ela era uma simples criança! Ainda tinha tanto para viver!
- Não me perguntes coisas que me darão razão parar retirar-te a vida! –
Expressou, ajoelhando-se diante mim. – Eu preciso de ti viva! – Explicou avaliando-me. – Sim! Realmente preciso de ti viva. Eu e muita gente! Tu salvar-nos-ás. – Expressou com um certo alívio.
- Que queres dizer? – Inquiri confusa, olhando-o.
Agora, com as suas vestes queimadas e a sua camisola negra toda rota, pude facilmente ver as suas feições antes tapadas. Apesar do seu corpo trabalhado e musculado, o que o poderia tornar num rapaz cobiçado, este estava parcialmente coberto com cortes, tatuagens e metais pregados que o assemelhavam quase a um monstro. O seu cabelo era completamente rapado e nem sobrancelhas tinha, podendo alguém facilmente perder-se naqueles olhos penetrantes e hipnotizantes.
- Tão inocente! E ainda tão ignorante! – Disse espantado. – Desculpa o que te vou fazer… Mas é melhor do que seres acusada de assassinato! – Explicou, agarrando na minha cabeça e batendo-a com força contra o chão, fazendo-me mergulhar no inconsciente, com uma única ideia na cabeça: espadas.
Caricias suaves no meu pulso direito, exatamente sob a minha tatuagem, e murmúrios tristonhos foram-me trazendo para a realidade, apesar de não saber com exatidão qual era essa realidade a que me referia. Estava confusa. Por isso, preguiçosamente, os meus olhos abriram-se, parcialmente, apesar da forte pontada que sentia na minha cabeça.
Credo! Sentia-me como se tivesse levado com uma marreta na testa!
Bastante estranha e tonta, o meu ser tornava-se irritado devido a um incomodativo e repetitivo bip que se ouvia pelo comodo agora silencioso. Tornava-me mais consciente e atenta ao que me rodeava, à medida que os segundos passavam, e apercebi-me que nunca havia visto este lugar. Ele era-me familiar, uma vez que se assemelhava a tantos outros que tinha visto idênticos a ele, mas nunca me lembro de estar propriamente numa posição como esta neste tipo de aposento. O meu corpo encontrava-se deitado numa cama de ferro branco com grades do meu lado direito e o colchão desta era tão duro como pedras, o que me deixava desconfortável. A almofada alta, de um formato cilíndrico meio achatado, esta disposta debaixo do meu pescoço, parecendo colocar todo este à vista e a minha cabeça posicionada para trás, fazendo-me ver todo o teto branco com manchas amarelas da humidade. Isto só me deixava ainda mais dolorida.
- Sel? – A voz melodiosa da minha mãe chamou-me.
Mexendo a cabeça muito lentamente, consegui encontrar os pedaços de lagos a olhar-me preocupados. A tristeza estava estampada nas suas feições que era impossível de não ver.
- Mãe! – Exclamei aliviada por a ver. – Que aconteceu? – Inquiri confusa.
- Não te lembras de nada? – Perguntou preocupadíssima.
Processando aquela pergunta, não sabia exatamente o que lhe responder. Quando tentava recordar-me do que me acontecera, só havia umas determinadas coisas que me surgiam: sangue, misericórdia e, agora, espadas. Estas armas medievais tinham-se apoderado dos meus sonhos nas últimas horas. Ou seriam dias?
- Quanto tempo tive inconsciente? – Questionei, em vez de lhe responder.
- Estimam que foi cerca de um dia e meio. – Respondeu, preferindo esclarecer-me a saciar as suas dúvidas. – Encontraram-te ontem de manhã no beco da rua. Eu pensei que já tivesses a dormir quando cheguei, por isso nem te fui incomodar. – Começou demonstrando a culpa que carregava. – Tiveste sorte de estares na entrada dele, ou, a esta hora, estarias com a filha do casal ao fundo da rua.
- Ynes! –
Corrigi deprimida.
- Tu viste? Tu sabes quem matou a pobre rapariga? – Inquiriu desesperada.
- Eu vi já o corpo dela morto. O assassino ainda estava a terminar o… serviço… - Expliquei a custo. – Mas assim que me viu, fugiu. – Menti. Eu sei que não o deveria proteger, mas algo me dizia para o fazer. Não só nas suas palavras que começavam a invadir-me a mente, mas também um friozinho que me atingiu e me fez fechar a boca antes de contar a verdade.
- E embateu contra ti? Foi assim que levaste a pancada na cabeça? – Perguntou, tentando obter o maior número de informações que pudessem ajudar a descobrir o culpado.
- Cabeça contra o chão. – Proferi num sussurro esgotado.
- Já são algumas informações. Não muitas… Mas pode ser alguma coisa. O canalha tem de ser severamente castigado! – Expressou indignada e dura. – Mas vou-te deixar descansar. – Disse levantando-se e beijando-me a testa maternalmente.
- O que te lembram espadas? – Inquiri minutos depois, impedindo-a de me deixar ali sozinha.
- Como assim? – Retorquiu confusa.
- O que te lembram duas espadas cruzadas? - Insisti.
- Pode ser interpretada de diversas formas… - Começou, aproximando-se novamente. – Na época medieval, todas as famílias com estatuto possuíam duas espadas por detrás de um escudo onde está gravado o brasão de uma família. Se essas espadas já não estão cobertas, pode significar a destruição da família… - Formulou ponderando mais opções. – Mas também pode significar alguém guerreiro, alguém habilidoso com armas… Em certas culturas era assim. – Enunciou, escolhendo bem as suas palavras.
- E acreditas nessas histórias? – Questionei avaliando as informações.
- Se acredito nos deuses, algo que poucos ainda fazem, porque não haveria de acreditar nisso? – Inquiriu em resposta.
As suas respostas e palavras intrigaram-me e baixei o olhar para a tatuagem prateada que me cobria o pulso. Ela tinha-a visto e, mesmo assim, não proferira uma única palavra sobre ela. Contudo, naquele momento, fiquei a pensar se ela teria algum significado como as espadas tinham, como a minha mãe explicara. Afinal, também o jovem assassino tinha uma tatuagem semelhante à minha, no mesmo pulso, mesma cor, só não tinha o mesmo brilho e o desenho. Estas tatuagens já me deixam tonta.
- Agora descansa! – Pediu suave e maternalmente, virando-se novamente para a porta.
- Posso ver o teu pulso? – Inquiri curiosa.
Parando abruptamente, manteve-se a encarar a porta pensativamente. Eu nunca me lembrei de reparar se ela tinha, mas, agora que estou a ser atacada mentalmente por tatuagens semelhantes, a curiosidade de saber se ela também detinha uma surgiu-me.
- Que tem o meu pulso? – Perguntou, mostrando-me o pulso esquerdo, o pulso sem tatuagem.
- Eu quero ver o outro. – Expliquei, apontando para o direito.
- Selena, dorme! – Ordenou com mais rispidez, saindo do comodo.
A sua arrogância subtil deixou-me intrigada. Ela descobrira a minha tatuagem, não dissera nada sobre o desenho, mas, assim que pedi para ver o seu pulso de modo a ver se ela também tinha, fechou-se em copas e saiu disparada, deixando-me ali sozinha.
A porta abriu-se novamente e esperei vê-la. Contudo, uma mulher de cabelos negros e bata branca surgiu com um sorriso amigável e uma seringa na mão.
- Está na hora de descansar! Não podes esforçar a cabeça. – Explicou enquanto começava a empurrar o êmbolo de forma a injetar o líquido nas minhas veias.
- Mas… - Comecei sonolenta, vendo os meus olhos fecharem-se novamente para o mundo.

***
Que acharam do capitulo?
Opiniões sobre a morte da Ynes... E do seu assassino. Quem tem?
E relativamente às tatuagens?
Obrigada por lerem (:
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por DeathlessNokas em Qua Fev 06, 2013 4:21 am

Ontem li o prólogo e hoje li a primeira parte do primeiro capítulo. Morro pela segunda, mas tenho de me forçar a ficar quieta XD ! Ou vou morrer um bocadinho quando chegar ao final... Ando a praticar a "lentidão" e a aprender a ser regrada... até ando a fazer os"livros normais" de duzentas páginas durarem muito mais de duas horas, o que é dificílimo... Mas ando a aproveitar mais as coisas ^_^ , tem a sua piada (se bem que o esforço me vai matando lentamente...)... Mas se ontem consegui, hoje também consigo! ***FORÇA EU!!!*** Espero tornar isto num hábito em vez de uma luta permanente!

Ontem, quando disse que as palavras exigiam mais da minha atenção, queria dizer que não usaste um Português coloquial no prólogo e eu achei q toda a história estava elaborada assim; e para ler algo mais "caro", é preciso estar minimamente desperta, e não cansada por passar cerca de vinte e quatro horas acordada... XD A linguagem não está confusa ^_^ , muito pelo contrário, calma!, muito pelo contrário!XD


O Acheron é o último livro da saga Predadores da Noite ^(Night Hunters)da Sherrilyn Kenyon :) . É uma obra excelente, de oitocentas e muitas páginas XD , que só queres devorar quando começas :P . Se segues a saga, não cliques no Spoiler que vem aí. Se ainda não segues, podes abrir que, se chegares a ler o livro, isto não te vai prejudicar. Se vieres a seguir a saga desde o princípio, isto também não te vai afectar porque não é nada de muito especial. Pode é prejudicar aqueles tolos que andam a "bater mal" há quinze livros e que não sabem nada sobre a vida do Ash (décimo sexto livro) e que morrem por um bocadinho de informação, valorizando tudo ao extremo XD
Spoiler:
No início, a mãe do Ash tem de se livrar dele para o proteger :) . A diferença é que a mãe dele é uma Deusa e é ela quem decide isso; não é uma outra Deusa que lho ordena :) .

*ahem*, avançando para algo que SEI que te interessa XD ...
A "voz de escritor" de alguém é como eu descrevo o "tom" das palavras, o ritmo, a coordenação da história e das intenções dos personagens... etc. Tudo o que faz a tua história ser marcadamente tua, percebes? É a voz com que escreves: a tua voz de escritora :)


QUERO LER O RESTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!
**inspira** .... **expira**... Controla-te, Ana! Controla-te!
Não quero sofrer um ataque quando não houver mais capítulos!.... *inspira* ... *Expira*.... Porque é que isto não está ainda acabadooo para eu descansar em paz D: ! .. XD


Beijinhos :D
---GostoMuitoDaHistóriaAtéOndeLi!
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Sex Fev 08, 2013 7:12 pm

Eu sei o que é isso. Eu adoro devorar livros quando eles são deliciosos. Compro um livro a uma hora, duas horas depois já está na estante arrumado, completamente lido e a dizer-me "compra outro tipo JÁ". Devia tentar por um bocado de regras em mim. Mas pronto. É impossível.
FORÇA! ESTAMOS CONTIGO! Vais conseguir!
Apesar de que queria ver até onde aguentavas ler esta fantochada x)

Ohhh ainda bem que isto está mais ou menos direitito. Eu tento escrever num discurso minimamente digno de se ler, mas às vezes... É 8 ou 80...

Ahhh já sei... Eu já pequei em livros desse escritor. Por acaso, já me chamaram à atenção, mas eu tenho um caderno cheiro de livros que quero comprar e não quero levar o meu pai à falência (coitado do homem!)
Mas estive a dar uma vista de olhos à saga e adicionei-a à lista. (;

Ahhhhh interessante. E como isso é qualificado? E como notas isso? Que me podes dizer mais sobre isso?
(Sorry as perguntas, mas fiquei mesmo boquiaberta com isso)

Também és Ana????? Choca aí! (apesar de achar o nome ana tão pequeno -.-)
(sim, tenho pancas mesmo fora deste mundo)

Acredita que não morreras! Vais chegar a meio e vais pensar "epá, que noja" xD
(sim, eu tenho mesmo muita confiança no que escrevo)

xoxo
Obrigada por leres e comentares
Além disso obrigada por gostares até onde leste xD
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por DeathlessNokas em Seg Fev 11, 2013 8:03 am

Acabei de ler a parte dois do primeiro capítulo e deixo-te aqui as minhas impressões sobre ele...

ESTÁS A VER COMO TENHO RAZÃO?!?!?! IMAGINA QUE NÃO TINHA O CAPÍTULO SEGUINTE PARA LER!!!! ****inspira*** ***expira*** .... ***mentaliza-se de que poderá ler o resto já-já a seguir!***

Ora bem, o facto de ela ter medo das sombras dela fez-me pensar numa coisa: ela sente-se vigiada porque ESTÁ A SER VIGIADA! Há alguém que a quer encontrar, há alguém que a quer rever ou destruir... Porque sei que ela é a miúda que veio ao mundo durante o prólogo e que foi levada para junto da mãe e da Eli com um propósito. Meio óbvio, eu acho XD.

A Eli e a mãe dela não são um casal? Fiquei com a sensação que sim, mas sempre disseste "amigas", então pergunto :P . PS: não me faças spoilers, porque ainda vou no início, sim? XD Se elas começarem a andar mais para a frente ou se uma delas se declarar à outra, diz-me apenas que vão continuar amigas na mesma... Assim, mantenho as ilusões e posso fazer conjecturas tolas à minha vontade x)

QUEM É QUE A RAPTOU?!
Aposto que foram os "maus"... Os bons apenas apareceriam e lhe diriam "olá, não te queremos fazer mal, esta é a tua história e precisamos que venhas connosco!"... E ela iria, quer tendo de matutar no assunto primeiro, quer impulsivamente, ela iria de qualquer maneira, porque é assim que as coisas são! XD

Ou seja, os "maus" que a raptaram são os responsáveis pelo afastamento dela no princípio. Mas porque é que são "maus"?? ... Fica a pergunta e as minhas conjecturas (dominação mundial, ódio à família dela, vingança contra alguém que gosta dela, vingança contra o país de que ela é herdeira, etc...)


Quanto à forma, achei o bilhete da Eli um bocado estranho XD . Nota-se que é "linguagem de escritora" misturada com "escrita normal de um bilhete real"... Sabes que ninguém te atiraria pedras por pores todo o bilhete super informar ou com uma frase mal organizada gramaticalmente, mas correcta a nível "falado" (neste caso escrito, mas percebeste XD ). E, no resto da história, falta-te "idade" numa frase, em que dizes que as duas adultas da vida da Selena têm a mesma idade. E trocas muito de lugar os pronomes reflexos (os -se ligados aos verbos, quando estes são compostos ou são seguidos de uma preposição...) E como acho que ninguém a não ser os profis de Português percebem de gramática, passo a explicar direitinho:
Spoiler:
Quando tens uma expressão que tem dois verbos seguidos (ex: "adorava encontrar" livros), e há um "-se" há mistura, fica no segundo verbo, não no primeiro como muita gente faz no discurso oral. Ex: tens a expressão "mas tentando-se acalmar" na parte II do primeiro capítulo, mas isto deveria ser "tentando acalmar-se", com o "-se" no segundo verbo.

Por outro lado, quando há uma preposição perto do verbo reflexo, o "-se" separa-se do verbo, tal como acontece com as frases em negação... Vou negar o que acabei de dizer, para perceberes: "o '-se' não se separa do verbo". Viste? Saltou para trás :)

O mesmo se passa com proposições como "por", "de", etc.
Tens a frase "apesar de na sua voz encontrar-se um pouco de censura" ; que deveria ser "apesar de na sua voz SE encontrar um pouco de censura."


Desculpa a "aula" de gramática >///< , mas tu não dás erros ortográficos, tens frases bem construídas, coerentes, coesas, bem organizadas, etc e tudo fantástico... Ou seja, escreves LINDAMENTE! Portanto, quando há coisas menores a limar, eu não resisto a apontá-las para que vás melhorando ainda mais e te tornes absolutamente, ridiculamente, extraordinariamente boa escritora...
Isto não é uma crítica, é um apontamento! E não sei se mais alguém o fez ou se entretanto isto deixou de ocorrer... tem isso em atenção, oki XD ?

Bem... Vou ler o resto!

********************************************

Ainda não acabei a parte um do segundo, mas acho que ela foi raptada pelos mauzões e um poder divino ligado ao mar tirou-a de lá, levando-a de novo para casa!!!!



Agora já acabei o chappie e pergunto: como é que o sangue a pode assustar e fascinar ao mesmo tempo? Isso é estranho. Ou mete medo ou enfeitiça... Fiquei confusa, mas acho q depois vou perceber tudo, muahahahah !

E a seguir a escrever isto vou ler o início do capítulo seguinte para perceber para onde é que elas estão a olhar (a casa?), mas são OITO da manhã e eu devia dormir um bocadito ... XD por isso, depois de matar esta curiosidade aniquiladora, vou p'rá cama ^_^

Estou a gostar da história :D . Volto a insistir: sei que ainda vou no início e não sei quê, mas CONTINUA-A para eu ter o que ler quando deixar de estar aqui no início XD , sim ??

Beijinhos*** :DDD


Última edição por DeathlessNokas em Seg Fev 11, 2013 8:08 am, editado 1 vez(es) (Razão : esqueci-me de dizer que o resto do comentário foi "depois de ter terminado de o ler"... ^^')
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Re: {Verdade na Mentira}

Mensagem por Nitaa em Seg Fev 11, 2013 11:31 am

Opá dás-me mesmo vontade de escrever mais. A sério! Fazes-me sentir que a minha história não está assim tão péssima. Obrigada ! (:

O propósito é óbvio?! Fuck -.- Isso estraga a máquina toda :P
Sim, sim... Ela está a ser vigiada. Mas acho que não é neste "volume" que se descobre por quem... Sou terrivel! Impinjo as coisas na história e esqueço-me de as explicar -.- Obrigada por dares-me um bocado de luz (;

Um casal?! O.o Olha que original! Eu até te dava um spoiler, mas é melhor não (porque pediste). Mas, bem, elas são super amigas... Unha com carne, mesmo.

ahahahah adorei esse rapto dos bons!
Boas especulações sobre o porquê de ela ter sido afastada do seu mundo... Mas acho que nenhuma está certa muahahah Quem é que é mau?!

Eu tentei por o bilhete a parecer algo natural... Quase até para mostrar a personalidade marada da Eliane.
Ahhh a minha grande fome presente. Sabes que comer palavras é tipicamente meu :P Detesto quando isso acontece.
Choque! Apanhaste o meu grande problema a escrever :O Sabes que a minha prof de português também apanhou esse meu problema dos -se ? Só que não me explicou muito bem como corrigir... Esse erro bem do facto de eu adorar ler mas não poder comprar livros quando me apetece. Então, saco da net. O problema é que vem em brasileiro e estraguinou a minha escrita toda. Ainda ando a tentar maquinar como é que isso funciona.
Obrigada por me explicares! Ainda tenho de ver se encaixo isso! obrigada obrigada obrigada *-*

Bem... Sim ela foi raptada por mauzões... Mas aquele episódio será explicado muito mais à frente, porque há mais história ali. Porque, acredita, há muitos significados ali que não se apanham logo.

Sim, sim... Acho que, relativamente ao sangue, perceberás tudo depois. (pelo menos espero eu).

8h da manhã?! Credo! Oh Rapariga, estás mesmo a habituar-me mal!! A sério!

Eu tenho 13 capitulos nesta história... Ainda tens muito para ler xD

Obrigada por leres com tanto afinco e comentares com tanta expressividade *--*
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Re: {Verdade na Mentira}

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